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AIMES-SP

UNITAU oferece orientação de carreira em edição presencial da Feira de Profissões

A Universidade de Taubaté recebe inscrições para a tradicional Feira de Profissões. Realizada entre os dias 5 e 7 de outubro, no Campus da JUTA, a edição marca o retorno presencial do evento. A escolha da carreira é parte fundamental da transição da adolescência para a vida adulta. É uma fase de reflexão que envolve análise de afinidades, habilidades, pretensões e objetivos. “É preciso cuidado para não fazer a escolha sem considerar todos esses fatores, uma escolha que pode vir de uma ideia romantizada”, pontua a Profa. Ma. Fernanda Fraga, docente do Departamento de Psicologia e parte da organização da Feira de Profissões. A psicóloga indica que o vestibulando reúna prós e contras e vá além das pesquisas virtuais sobre cada área. “Deve-se considerar o máximo de informações possíveis, conversar com pessoas que têm a profissão e visitar locais de trabalho para poder estar munido de conteúdo”, recomenda. A Feira de Profissões da UNITAU é aliada dos estudantes nesta etapa. A programação do evento reúne atividades voltadas ao autoconhecimento, à orientação profissional e à projeção de tendências para carreiras em diferentes áreas. É fundamental, além de conhecer as funções que cada profissão desempenha, estar atento às mudanças do mercado que impactam na atuação. “A gente passa por um período de transformação. Um processo de alteração, nova revolução industrial. A área de tecnologia de informação, de automação, essa parte que vai exigir uma relação do ‘homem-máquina’, vem sendo ampliada. A gente tem a tendência da inteligência artificial e tantas outras ferramentas, metodologias que estão chegando com essa nova tendência”, afirma a Profa. Dra. Quésia Kamimura, do curso de Ciências Econômicas da UNITAU. No evento, é possível conhecer os cursos oferecidos pela Universidade de Taubaté de forma ampla e prática, conversando com alunos e professores e participando de vivências, como as oficinas. Na Feira, o vestibulando tem contato com profissionais da área que deseja seguir e com o mercado que encontrará quando estiver formado.

UNIFAE é aprovada com bolsas no CNPq e na CAPES

A UNIFAE foi aprovada com bolsas no CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e na CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O resultado oficial foi publicado na última semana. A área de pesquisa do curso de Pedagogia foi escolhida pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/CAPES). Alunos da UNIFAE receberão um subsídio do Governo Federal para realizar ações nas escolas municipais de São João da Boa Vista. “Para nós é motivo de festa, mas também de muita responsabilidade, pois será o nosso estudante que vai estar à frente disso e que vai protagonizar muita coisa boa na educação local”, reforça o Prof. Me. Marcus Alvarenga, coordenador do curso de Pedagogia da Instituição. Já no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq), a UNIFAE foi contemplada na área de Qualidade de Vida em Saúde. “São enormes conquistas para toda a UNIFAE. Estimulamos muito a pesquisa em nossa Instituição e ser aprovado nesses programas mostra que estamos no caminho certo”, destaca a Prof.ª Dra. Laura Rezende Franco, pró-reitora da Propeq (Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa). O PIBID é um programa de incentivo e valorização do magistério e de aprimoramento do processo de formação de docentes para a educação básica, vinculado a Diretoria de Educação Básica Presencial (DEB) da CAPES. Ele oferece bolsas para que alunos de licenciatura exerçam atividades pedagógicas em escolas públicas de educação básica, contribuindo para a integração entre teoria e prática, para a aproximação entre universidades e escolas e para a melhoria de qualidade da educação brasileira. Já o Pibic visa apoiar a política de Iniciação Científica desenvolvida nas Instituições de Ensino e/ou Pesquisa por meio da concessão de bolsas de Iniciação Científica a estudantes de graduação integrados na pesquisa científica. A cota de bolsas é concedida diretamente às instituições, as quais são responsáveis pela seleção dos projetos dos pesquisadores orientadores interessados em participar do Programa. Os estudantes tornam-se bolsistas a partir da indicação dos orientadores.

UNITAU fala sobre a influência do(a) professor(a) no incentivo à pesquisa

A pesquisa científica, por muitas vezes, até parece ser algo distante e inacessível, mas quando aplicada, pode demonstrar o seu poder de transformação social. Isso só ocorre, portanto, quando o professor atua como um elo para aproximar os alunos da ciência, trazendo-a para o cotidiano de sala de aula. “Desmitifica, aproxima, envolve. O aluno que faz pesquisa percebe que ele pode ser um agente de produção científica e, com isso, transformar a sociedade”, explica a Profa. Dra. Monica Franchi Carniello, Pró-reitora de Pesquisa e Pós Graduação. Um dos compromissos da Universidade de Taubaté (UNITAU) é o engajamento com a ciência. Em outubro, por exemplo, acontece o XI Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento (CICTED), que é uma ótima oportunidade para estudantes e professores divulgarem seus trabalhos e expandirem o alcance do conhecimento produzido dentro das salas de aula. As submissão dos trabalhos acontece até 30 de setembro. Além disso, a Universidade possui um banco de talentos de Iniciação Científica, onde os professores identificam alunos(as) interessados(as) na produção científica e atuam juntos(as) em pesquisas acadêmicas. Essa oportunidade é uma ‘via de mão dupla’, segundo a Profa. Dra. Mônica Carniello. “Essa ação sinaliza aos alunos que a formação em pesquisa é uma opção de carreira, uma possibilidade que se inicia na graduação e se amplia nas fases subsequentes de formação”, pontua. “Para os professores, esse banco de talentos é um facilitador para identificar interessados e oportuniza a interação com alunos de diversos departamentos, o que por sua vez estimula a interdisciplinaridade”, conclui a professora. Orientar, compartilhar experiências e dar diretrizes para fortalecer a habilidade de produção científica e tecnológica são algumas das atividades fundamentais para os docentes. Por isso, seja o apoio necessário para que novos pesquisadores ajudem a mudar a sociedade para melhor, com ciência e ética profissional.

Parceria entre o curso da UniFAI e o Cartório Eleitoral promove aprendizado sobre Direito Eleitoral

Os estudantes do 4º termo do curso de Direito do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) participaram, no último dia 30 de agosto, de um encontro na sala de aula com a chefe do Cartório Eleitoral de Adamantina, Ariane Mazzo José. A atividade, que teve como tema “Democracia, segurança das urnas eletrônicas e desinformação”, é fruto de uma parceria entre a UniFAI e o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), por meio da 157ª Zona Eleitoral de Adamantina, e compõe o projeto “A importância da Constituição Federal na formação cidadã: conhecer e fazer conhecer a Lei Maior”, vinculado ao Programa UniFAI Cidadã, sob a coordenação da Prof.ª Dra. Fernanda Stefani Butarelo e apoio do coordenador do curso de Direito, Prof. Me. Igor Terraz Pinto. O grupo, formado por 40 alunos, teve a oportunidade de obter informações técnicas sobre a segurança das urnas eletrônicas e refletir sobre a democracia brasileira e a problemática da desinformação no contexto das conhecidas fake news, muito presentes na questão eleitoral. A chefe do Cartório Eleitoral explanou sobre a estrutura e a missão da Justiça Eleitoral, que tem fundamento constitucional, e tirou muitas dúvidas dos estudantes de Direito sobre vários assuntos atrelados ao tema proposto, principalmente questões relacionadas com as urnas eletrônicas. “A Justiça Eleitoral tem como missão garantir a legitimidade do processo eleitoral e consolidar sua credibilidade, especialmente quanto à efetividade, transparência e segurança. Participar do Programa UniFAI Cidadã foi uma oportunidade de transmitir aos alunos essa missão, com esclarecimentos sobre o processo eleitoral, o funcionamento dos sistemas eleitorais e da urna eletrônica. Acredito que informação e conhecimento sejam os melhores instrumentos para o combate à desinformação, e através dessa parceria com a UniFAI poderemos difundir muito conhecimento acerca do Direito Eleitoral. Agradeço imensamente o convite feito pela professora Fernanda”, registrou Ariane. “A atividade realizada faz parte do Programa UniFAI Cidadã, ligado ao Núcleo de Cidadania e Ação Social do curso de Direito da UniFAI, sendo uma oportunidade de promover estudos e reflexões sobre Direito Eleitoral, com o fim de produzir material educativo para a sociedade sobre o tema. O encontro com a Ariane foi muito oportuno, pois, na proximidade das eleições de 2022, percebemos muita insegurança e informações distorcidas sobre questões de ordem constitucional. Foi uma noite de muito aprendizado para todos nós. Agradecemos a parceria com o Cartório Eleitoral de Adamantina e a disponibilidade da Ariane pelos ensinamentos que serão agora transformados pelos estudantes de Direito em materiais de esclarecimento para a comunidade”, finalizou a professora Fernanda.

XI Cicted da UNITAU garante acolhimento e acessibilidade na volta ao presencial

Garantir condições estruturais para a retomada presencial e promover uma cultura de acolhimento, inclusão e acessibilidade ao público são os desafios assumidos pela comissão organizadora da 11ª edição do Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento (Cicted) da Universidade de Taubaté (UNITAU). O congresso acontece entre os dias 19 e 21 de outubro nas dependências do Departamento de Gestão e Negócios (GEN) e no Colégio UNITAU. Os dois espaços foram escolhidos em função da localização central, proximidade e de instalações que permitam a divisão dos participantes em segmentos. A programação presencial voltada ao público adulto estará concentrada no GEN, enquanto que as atividades dos jovens estudantes acontecerão no colégio. A Profa. Dra. Luciana Magalhães, membro da comissão organizadora do XI Cicted, destaca a abertura bem ampla para todos os níveis da educação. “Isso possibilita que até mesmo aqueles que não vão apresentar um trabalho possam assistir e participar de várias áreas”. De acordo com a professora, falar em acessibilidade é criar espaços de participação para todos, em um local acessível, confortável, convidativo e aberto a qualquer pessoa. É nesse caminho que o Cicted pretende se firmar, buscando acolher em todos os momentos. “A acessibilidade é atitudinal. Todo esse movimento traz esse exemplo da busca por uma atitude que seja inclusiva em todos os momentos”. Para isto, um protocolo de acessibilidade e um vídeo tutorial podem ser consultados no site do evento. “Fizemos um protocolo especial trazendo todas as explicações de como devem ser as apresentações, levando em conta todas as diferenças”. Em relação à inclusão, a integrante da comissão organizadora destaca que a ciência existe em prol da coletividade e o objetivo do congresso é a divulgação e a expansão do conhecimento científico. “O congresso é o momento em que os pesquisadores vão discutir entre si, com as pessoas da comunidade e vão poder dividir esse conhecimento. A ciência não é feita para ficar entre quatro paredes, ela é feita para ser conhecida por todos”.

Docente de Educação Física da UniFAI é convocado para integrar a equipe técnica da Seleção Brasileira de Atletismo

O bauruense Prof. Me. Carlos Alberto Gomes Barbosa, de 53 anos, radicado em Adamantina desde 2017, foi convocado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para integrar a equipe técnica da delegação brasileira na disputa do Campeonato Sul-Americano Sub-18, que será realizado de 9 a 11 de setembro, no estádio do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, na Vila Clementino, em São Paulo. Docente do curso de Educação Física do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) desde 2002, Carlão, como é mais conhecido, mudou-se para Adamantina em 2017 com a esposa Rose e filhos Júlia e Guilherme. Desde então atua como docente e dá continuidade aos projetos sociais de formação e revelação de novos atletas, entre os quais os próprios filhos, que são consideradas promessas do atletismo, mas também do atleta Alberto Rodrigues dos Santos Filho, a quem passou a considerar também como filho de coração. E é ao talento e dedicação de Alberto que Carlão atribui sua convocação para integrar a comissão técnica brasileira. O atleta, que atualmente defende a equipe da Associação Cultural Nipo Brasileira de Araçatuba, obteve índice em duas categorias: no arremesso de peso e lançamento disco. Alberto é o atual bicampeão Brasileiro no lançamento do disco e arremesso do peso, além de ser o atual número 1 do Ranking Sul-Americano. “Ele é a grande estrela, eu sou o cara que apenas puxa a corda da coxia, para que as cortinas se abram”, destaca Carlão. O atleta foi descoberto em um evento realizado em Adamantina no ano de 2018, durante um projeto social mantido pela UniFAI. Ao lado da tia, ex-atleta que por 20 centímetros não obteve o índice olímpico, Alberto já demonstrava sinais de que poderia ser um grande talento. Apesar de manter um contato mais próximo, somente após o Campeonato Paulista de 2019, competição que Alberto não conseguiu avançar para as etapas finais, mas demonstrou espírito vencedor, que foi “adotado” como atleta e filho por Carlos Barbosa, que passou a treiná-lo oficialmente. “Hoje, a minha convocação é um presente que eu recebi do Alberto, diante do empenho que ele teve ao longo desses anos. Então, o meu filho de coração foi convocado, e o treinador e ‘pai’ dele também”, destaca Carlos Barbosa, o único treinador da comissão técnica com um atleta classificado para duas provas. Carlos embarcou na noite de terça-feira, 6, com destino à capital paulista. Esta é sua segunda convocação como treinador para representar o Brasil no atletismo. Em 2018, ele integrou a delegação do Campeonato Sul-Americano Escolar. “Em 2018 eu tive o prazer de ir para o Sul-Americano Escolar pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar, no Peru, e ver minha filha ser campeã, depois de ter sido vice-campeã sul-americana na Bolívia no ano anterior”, completou. Delegação Brasileira Para a competição do Campeonato Sul-Americano Sub-18, o Brasil terá 66 atletas, sendo 32 no feminino e 34 no masculino. Segundo a CBAt, para a seleção dos 22 integrantes da Comissão Técnica do Brasil, foram considerados vários aspectos para a seleção. Além de Carlos Alberto Gomes Barbosa, foram convocados: Alecsandro Ramos da Silva, Alexandre Moratto, Ana Paula de Campos, Cleberson Jorge Wagner, Cleison Ariel Back, Daniel Gonçalves de Azevedo de Oliveira, Dione D’Agostini Chillemi, Elves Santos de Pinho, Evellin Ianca dos Passos, Gabriel Gagliardi Barbero, Geneciano Pereira da Silva, Gilberto Miranda, Jeferson Bagatoli, João Evangelista de Sena Bonfim, Maria Rosana Soares, Miller Borvão Samório, Renato Átila Souza da Câmara, Roberto Carlos Bortolotto, Silvana Vieira, Sivirino Souza dos Santos e Tamires Aparecida dos Santos.

Reitor da UNIFAE toma posse na nova diretoria da Abruem

Nesta sexta-feira (9), o Reitor da UNIFAE, Prof. Dr. Marco Aurélio Ferreira, será empossado como membro titular do Conselho Fiscal da Abruem – Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais. A cerimônia de posse está marcada para às 19h30, na Universidade Regional do Cariri, em Crato-CE (foto). As eleições para a escolha da nova diretoria ocorreram no último Fórum Nacional de Reitoras e Reitores da Abruem, realizado no mês de maio, em Maceió-AL. Os reitores Francisco do Ó de Lima Junior (Urca – Crato/CE) e Odilon Máximo de Morais (UNEAL – Arapiraca/AL) serão empossados nos cargos de presidente e vice-presidente. Os demais representantes são de universidades dos estados da Paraíba (UEPB), Goiás (Unifimes e UNIRV), Rio Grande do Norte (UERN), Paraná (UEPG), Rio Grande do Sul (UERGS), Santa Catarina (UDESC), Minas Gerais (UEMG), Pará (UEPA), São Paulo (Unitau) e Mato Grosso do Sul (UEMS). Sobre a Abruem A Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem), criada em 1991, é uma das mais importantes entidades do Ensino Superior Brasileiro e da América Latina. Atuando diretamente em 22 estados do Brasil, por meio de suas 47 universidades associadas, a Abruem busca aprofundar permanentemente as discussões de temas prioritários para a agenda do Ensino Superior, sempre almejando a harmonia entre Ensino, Pesquisa, Extensão, Inovação e Internacionalização.

Estudantes de Fisioterapia da FEMA visitam Feira Internacional

Os estudantes do terceiro, quarto e quinto ano de Fisioterapia da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), acompanhados da professora Dra. Mariana de Almeida Lourenço, participaram da 17ª Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (17ª Reatech), na cidade de São Paulo. Além da feira, eles puderam participar também do Seminário de Tecnologias Avançadas em Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Tec Fisio | TO), organizado pelo Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 3ª Região (Crefito-3). De acordo com a aluna do quinto ano, Isabela Funari Fiuza, a feira foi, para ela, uma experiência maravilhosa, pelo contato com outras tecnologias e pela vivência com os equipamentos. “A feira foi perfeita da entrada até a saída; nós vimos cadeiras de rodas super diferentes, materiais inovadores, equipamentos que não temos contato por aqui, então foi muito bom ter essa vivência diferente. Além disso, tivemos contato com pessoas com deficiências auditivas e visuais, então vimos como todas essas tecnologias assistivas funcionam na prática com o paciente. Enfim, tivemos muito aprendizado”, expressa Isabela. A professora Dra. Mariana de Almeida Lourenço, que acompanhou os estudantes na viagem, revela que a feira foi uma experiência muito produtiva para os estudantes, pois eles tiveram a oportunidade de conhecer tecnologias de difícil acesso. “Foi uma experiência incrível estar com os estudantes na feira, porque eles tiveram acesso a tecnologias tão inovadoras que, talvez, não teriam oportunidade de conhecer. Além dos tratamentos convencionais, também tivemos acesso a diversas terapias com animais, esportes e veículos adaptados… além de vivenciarem esses aparelhos. Outra coisa que eu achei muito legal, foi que conforme conhecíamos as tecnologias assistivas apresentadas na feira, os estudantes faziam um paralelo com o trabalho realizado aqui na FEMA, que começa com a disciplina prótese e órtese e continua no laboratório de tecnologia assistiva. Alguns dos materiais que eram apresentados lá com um preço alto, nós conseguimos disponibilizar para a população gratuitamente, por meio dessa iniciativa do curso, que inseriu a tecnologia assistiva no conteúdo do curso e, no 4° ano, a professora Cássia aplica com os estudantes, na prática supervisionada de neurologia”, declara a professora Mariana. Segundo a coordenadora do curso, professora Maria Eulália Baleotti, a Reatech é uma feira que apresenta novos equipamentos, propostas de inclusão e acessibilidade para estudantes e profissionais da área de Fisioterapia. “Além de conhecer os recursos tecnológicos para favorecer a inclusão e acessibilidade, os estudantes também tiveram acesso a opções de tecnologia assistiva e recursos de locomoção. A feira é uma das visitas propostas no projeto pedagógico do curso, com o objetivo de fornecer acesso às tecnologias mais modernas e aos conceitos de inclusão e acessibilidade”, conta a coordenadora, agradecendo também à direção acadêmica, pelo apoio a essas iniciativas.

Projeto de extensão do UNITAU busca acolhimento em favor da vida no Setembro Amarelo

Conscientização, informação e acolhimento em favor da vida integram os pilares do projeto de extensão “Prevenção ao suicídio de jovens”, desenvolvido pela Universidade de Taubaté (UNITAU) e que chega ao segundo ano de atividades neste Setembro Amarelo. Em nível nacional, a campanha do Setembro Amarelo de 2022, realizada por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM), traz o tema “A vida é a melhor escolha”. No Brasil, os registros de casos de suicídio se aproximam de 14 mil por ano, ou seja, em média 38 pessoas por dia tiram a sua própria vida. Apesar da seleção do mês para destacar a temática, a integrante do projeto de extensão, Profa. Dra. Lindamar Alves Faermann, avalia que essa é uma questão a ser abordada durante todo o ano. “A campanha é legal, mas precisamos falar sobre isso todos os dias. Precisamos de uma política para um serviço sistematizado. Aprendemos que o suicídio é um fenômeno multicausal: temos causas psicológicas, biológicas, ambientais e sociais. Mas, hoje, o que está pesando é a causa social por conta do tipo de sociedade em que a gente vive.” O individualismo, a falta de perspectivas, a competitividade e a fome são apontados pela professora como componentes de instabilidade. “O que leva a pessoa à ideação suicida, não é mimimi, não é desocupação. Mais de 90% dos casos de suicídio têm um componente de saúde mental. As pessoas estavam adoecidas já.” Para 2022, as prioridades do projeto são a busca por uma sede física que facilite os atendimentos presenciais e o fortalecimento da rede de apoio voluntário. Entre as atividades já confirmadas para setembro está a roda de conversa “Caminhos de superação”, que acontece às 16h30 do dia 13 no Lounge Bar La Casa. Essa será uma atividade voltada à comunidade LGBTQIAPN+. “Começamos neste ano nas escolas, com rodas de conversa, palestras, bate papo. Em termos de público vulnerável, temos os adolescentes e jovens e os idosos. E entre esses jovens, negros e lgbts são ainda mais vulneráveis pela questão do preconceito, da discriminação”, afirma a professora. “A gente implantou o projeto em 2020 e veio a pandemia. Fizemos muitas lives, palestras, atingimos um público legal. Temos um roteiro de orientação e de indicação. Se a gente salvou uma vida nesses dois anos, já é muita coisa. Temos o desejo de sistematizar esse projeto na UNITAU, de ter um espaço físico para atender a população, ajudar as pessoas que estão buscando caminhos para tratar essa dor.”

Odontologia da UniFAI e Santa Casa fazem primeiro procedimento em paciente especial

Na primeira quinzena de agosto o curso de Odontologia do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) e a Santa Casa de Adamantina na Providência de Deus realizaram um atendimento odontológico a paciente especial, em ambiente hospitalar, em circunstâncias ainda inéditas nos mais de 20 anos do curso e para as duas instituições envolvidas. Conforme a Prof.ª Dra. Lithiene Ribeiro Castilho Padula, coordenadora do curso e docente da disciplina de pacientes especiais na odontologia da UniFAI, ela foi procurada pelo diretor administrativo do hospital solicitando uma reunião referente a procedimentos odontológicos em pacientes especiais que precisam de anestesia geral. Os parâmetros foram ajustados, como o dimensionamento das equipes hospitalar e do curso e a dinâmica do procedimento, entre outros pontos específicos do atendimento ao paciente especial. Pela UniFAI, conforme a coordenadora, foi adquirido ainda um equipamento odontológico móvel, que atendeu essa primeira atividade e vai assistir demandas futuras. Após a mobilização da estrutura, pessoal e insumos, no dia 9 de agosto foi agendado e realizado o primeiro procedimento odontológico a nível hospitalar do curso de odontologia da UniFAI em paciente especial, por professores da disciplina de pacientes portadores de necessidades especiais. Sua realização foi publicada na fanpage da Santa Casa de Adamantina. Amplitude inclusiva Ao portal de notícias Siga Mais, a Prof.ª Dra. Lithiene Padula destacou que a execução desse procedimento, além da atenção à saúde do paciente em questão, traz também ganhos em diferentes aspectos. “Traz um ganho inestimável em todos os aspectos, biopsicossocial e espiritual”, diz. Segundo ela, mais de 45 milhões de pessoas com necessidades especiais no Brasil ainda enfrentam a falta de olhar inclusivo para viver em uma sociedade adaptada. “A saúde bucal é a assistência em saúde mais negligenciada para as pessoas com necessidades especiais, seja em âmbito ambulatorial, domiciliar ou hospitalar”, observa. Ela destaca que o curso de Odontologia da UniFAI tem diferenciais em possuir em sua grade, há mais de duas décadas, uma disciplina com atenção a portadores de necessidades especiais, com a preparação do estudante para as especificidades do atendimento a esse público. “É um grande diferencial ter esse tipo de disciplina em nossa grade curricular há mais de 20 anos, e inúmeras intervenções já realizadas por docentes e discentes em nossa Clínica-Escola de Odontologia e agora a nível hospitalar, atendendo pacientes não colaboradores”, comemora. A coordenadora pontua os ganhos sociais, para o público e para a formação dos futuros profissionais de odontologia. “Podemos destacar a inclusão social e melhora na qualidade de vida a PCD (pessoa com deficiência), formação de equipe multidisciplinar, oferecendo saúde, conforto e acessibilidade a todos que serão beneficiados, suas famílias e população de Adamantina e região”, diz. “Temos uma grande demanda de pacientes não colaboradores na disciplina de paciente portadores de necessidades especiais, aqui em de Adamantina e região, que necessitam desta intervenção a nível hospitalar. As famílias e os pacientes atendidos ganham qualidade de vida com alívio da dor, se alimentam melhor, ficam mais tranquilos e convivem bem com seus familiares, completa a Prof.ª Dra. Lithiene Padula.