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AIMES-SP

Saiba como manter o equilíbrio na semana de provas

Sabemos que durante o período de provas a ansiedade e a preocupação batem. Por isso, a UNITAU quer lhe ajudar! A Profa. Dra. Fabiane Fogaça, do curso de Psicologia, criou uma lista com dicas para ajudar você a se manter organizado durante esse período e manter o controle: Escolha um local e horário fixo para revisar a matéria antes das provas; Desligue o celular para não se distrair durante o estudo; Separe um momento para estudar os conteúdos teóricos e um outro, os conteúdos práticos; Programe um momento de descanso e lazer durante o momento de estudo. Durante esse período é importante se manter concentrado(a) nas atividades que são prioridade, por exemplo. Criar um planejamento de estudo, fazer um resumo da matéria ou assistir a vídeos online. Organize-se, e deixe o restante para depois. Mesmo com essas dicas ainda está apreensivo? Vamos lá: escolha uma nova maneira de estudar, peça ajuda para os seus professores, crie um grupo de estudos online com os colegas de sala, pesquise sobre os assuntos em que você tem maior dificuldade, e respire fundo no momento antes e durante as provas, mantendo o equilíbrio e a saúde.  Boas provas! Compromisso com o seu ensino. Universidade do futuro, UNITAU!

Pesquisa traz dado alarmante sobre racismo no mercado de trabalho do vale do paraíba

Indicadores sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018 apontam que os brasileiros negros e pardos representam 56,10% da população e eles estão na base da pirâmide socioeconômica: piores empregos, piores índices de saúde, piores resultados econômicos, ausência no poder político, entre outras desvantagens. Em meio a essa realidade ainda enfrentada pelos negros, Adrielle Silva Fernandes de Mattos e Maria Luiza Costa Caetano, alunas do último semestre do curso de Relações Públicas da Universidade de Taubaté (UNITAU) desenvolveram um Trabalho de Graduação (TG) para identificar a presença de atitudes racistas no mercado de trabalho. O projeto, sob a orientação do Prof. Dr. José Felício Goussain Murade, visa elaborar um planejamento de campanha de opinião pública para ações que conscientizem sobre o racismo e sobre a falta de representatividade de pessoas negras no mercado de trabalho do Vale do Paraíba. “Eu acho importante discutir essa temática porque ainda existe racismo no mercado de trabalho em todo o Brasil. Nós temos visto nos jornais casos de racismo descarado e eu, como mulher negra, achei importante trazer esse assunto para o TG, e a minha amiga, Maria Luiza, abraçou essa causa comigo”, relata Adrielle. Maria Luiza também comenta que acredita ser muito importante discutir o racismo estrutural em seu TG, pois é uma chance de as pessoas entenderem as consequências que o racismo traz. “Mesmo que as pessoas em geral saibam da existência do racismo, esperamos que os dados reais e atuais da nossa região tragam uma perspectiva diferente e que as pessoas passem a entender a importância do combate a ele”, expõe. Para que as alunas levantassem dados e compreendessem melhor o ponto de vista de profissionais da área de ciências sociais e do mercado de trabalho, elas desenvolveram uma pesquisa qualitativa. Para isso, foi realizada uma entrevista com esses profissionais para que fossem verificados quais fatores históricos contribuíram para o racismo estrutural, para averiguar a representatividade de pessoas negras e para detectar as principais dificuldades que a população negra enfrenta no mercado de trabalho no Vale do Paraíba. Tanto para os entrevistados da área de ciências sociais, quanto para os da área do mercado de trabalho, existe racismo estrutural no Vale do Paraíba e o fator histórico que contribuiu para isso foi o fato de que a região se formou com base na mão de obra de pessoas negras escravizadas vindas da África, por conta da economia cafeeira no século XIX. Para realizar uma pesquisa quantitativa, as estudantes prepararam um questionário por meio da plataforma google forms. O formulário foi enviado para moradores da região metropolitana do Vale do Paraíba pelas redes sociais e obteve o retorno de 400 questionários respondidos. As respostas foram tabuladas e apresentadas em gráficos de coluna e barra. Em um dos resultados, por exemplo, foi identificado que 88,8% dos entrevistados acreditam que existe racismo no mercado de trabalho no Vale do Paraíba, sendo que 47,8% dos entrevistados concordam plenamente e 41% concordam. 6,8% não concordam e nem discordam, 1,2% discordam e 3,2% dos entrevistados não têm opinião sobre o assunto. “O que mais me chocou não foi o fato de ter a informação concreta de que os entrevistados já presenciaram ou sofreram racismo, ou que eles concordam que os negros ocupam cargos inferiores aos dos brancos. O mais chocante foi ver que ainda existem pessoas que alegam não ser importante combater o racismo no mercado de trabalho, ou não acreditam que existe racismo no mercado de trabalho”, conta Maria Luíza. Dos entrevistados que trabalham, a maioria (63,7%) informou que nenhuma pessoa negra está em cargo de liderança em seu local de trabalho. 19,2% responderam 1 pessoa e 10,8% alegaram ter de 2 a 3. Já dos entrevistados que se autodeclararam pretos, 68% já presenciaram ou sofreram racismo no seu ambiente de trabalho. Com os objetivos da pesquisa atingidos, Adrielle e Maria Luiza realizaram o planejamento de uma campanha com o intuito de motivar empresas a desenvolverem ações sociais voltadas para prevenção e para o combate ao racismo e conscientizar as pessoas negras sobre seus direitos. A meta do projeto é fazer com que 10 empresas adotem a campanha em 3 meses. Adrielle menciona que, ao realizar campanhas para públicos internos e externos, o profissional de relações públicas tem a função de colaborar com a conscientização do racismo e aumentar a representatividade por meio de, por exemplo, palestras, debates, ações nas empresas e nas escolas principalmente, pois, se uma criança for ensinada a não ser racista desde pequena, a probabilidade de se tornar preconceituosa um dia é muito baixa. “Nos meus maiores sonhos, eu nunca imaginei que ia ter tanta repercussão e sou muito feliz de poder colaborar com a conscientização e, de alguma forma, aumentar a representatividade. Nós, mulheres, temos de ser fortes e as mulheres negras precisam ser mais fortes ainda, mas não é o sentimento que eu queria ter, eu não quero ser forte, eu só quero ser uma mulher negra e viver como todo mundo. Então, poder falar sobre um assunto tão relevante foi algo que me construiu na vida profissional e na minha vida pessoal também”, reflete Adrielle. As alunas irão apresentar o trabalho de graduação no próximo mês, em dezembro, para uma banca examinadora composta por professores da área de Relações Públicas.

Medicina da FEMA e IMESA é reconhecida pelo Conselho Estadual de Educação

Um dos pilares da Medicina é o aprendizado prático com atendimento humanizado à população de Assis e região O Conselho Estadual de Educação reconheceu esta semana o curso de Medicina do Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis (IMESA), unidade de ensino da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA). O reconhecimento exige boa integração do curso com o Sistema de Saúde local, o que ocorre por meio das diversas policlínicas instaladas pela FEMA no município de Assis, com atendimento gratuito à população, feito pelos alunos, sob a supervisão dos professores. O diretor do IMESA e diretor acadêmico da FEMA, Gerson José Beneli, explica: “ao instalar o curso de Medicina, optamos por realizar o atendimento de forma integrada ao Sistema de Saúde existente em Assis. Ou seja, em vez de instalar um único hospital universitário e concentrar ali o atendimento e aprendizado, demos preferência ao atendimento capilarizado no município, dando prioridade ao acesso da população aos serviços de saúde prestados pelos estudantes.” Atendimento humanizado e avançada estrutura de laboratórios Segundo o coordenador do curso de Medicina, Prof. Dr. Jairo Reis, o plano pedagógico do curso de Medicina tem como um de seus pilares o respeito e acolhimento. “Desde o primeiro dia de aula, os estudantes aprendem os preceitos do bom atendimento: saber ouvir, receber e conduzir os pacientes”, explica. Além da atuação nas policlínicas, os estudantes têm acesso ao Laboratório Morfofuncional e a clínicas de simulação com equipamentos que facilitam o aprendizado prático. É possível visualizar a estrutura de salas e laboratórios do curso de Medicina da FEMA, bem como dos demais cursos da instituição, por meio do Tour Virtual 360, no endereço https://fema.edu.br/femavirtual2021/tour.html

FEMA forma primeira turma de Medicina

Colação de grau terá público reduzido e transmissão ao vivo Neste sábado (20), às 19h, acontece a solenidade de Colação de Grau da primeira turma de Medicina da FEMA – Fundação Educacional do Município de Assis, com público reduzido e transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da FEMA. Instituída em 2015, a classe, conhecida como T1, convidou o professor Dr. Ricardo Estefani para nomeá-la, o professor Dr. Carlos Sartorão Filho como patrono e a professora Dra. Maria da Penha Belavenuta para ser a paraninfa. Nas palavras do diretor acadêmico da FEMA e diretor do IMESA (Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis), Gerson José Beneli, a cerimônia é um momento de grande celebração para os discentes: “A colação de grau é o coroamento da luta ao longo do curso universitário. É quando os alunos e suas famílias podem comemorar a conquista do tão sonhado diploma universitário”, completa o Profesor Dr. Novos médicos tiveram formação humanista e aprendizado prático Um dos pilares que orientou a formação dos nossos futuros médicos é o atendimento com respeito e acolhimento. “Desde o primeiro dia de aula, os estudantes aprendem os preceitos do bom atendimento: saber ouvir, receber e conduzir os pacientes”, explica o Coordenador do curso de Medicina da FEMA, Dr. Jairo Reis. Como exemplo das atividades práticas que compõem o plano pedagógico do curso estão as policlínicas, que realizam atendimentos na cidade de Assis, feitos pelos estudantes sob a supervisão dos professores. “Nós identificamos que a abordagem humanizada na prática da Medicina não apenas promove o bem-estar e a dignidade, como torna o atendimento mais eficaz. O trabalho nas clínicas e ambulatórios é essencial para esse aprendizado”. Em complemento aos atendimentos, os alunos também fizeram uso do Laboratório de Práticas em Ciências da Saúde, um espaço com tecnologia de ponta que permitir aos estudantes colocar em prática os conteúdos assimilados nas aulas teóricas. Próximo passo No Brasil, a duração mínima dos cursos de Medicina é de 6 anos. Após a formação, é possível desenvolver atividade como clínico geral ou fazer especializações a partir da residência médica, que pode durar de 2 a 5 anos. Conheça a FEMA Para conhecer a estrutura de salas, estúdios e laboratórios da FEMA, é possível fazer uma visita remota por meio do Tour Virtual 360 acessando endereço https://fema.edu.br/femavirtual2021/tour.html com o celular smartphone ou computador.

Uni-FACEF e Prefeitura de Morro Agudo divulgam abertura de inscrições para processo seletivo de Residência Médica

A Prefeitura Municipal de Morro Agudo (SP), em parceria com o Uni-FACEF, informa que estão abertas as inscrições para seleção de candidatos para o preenchimento de vagas de Médicos Residentes, no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade R1, daquele município. Clique no link abaixo e leia o Edital. EDITAL PROCESSO SELETIVO RESIDENCIA MEDICA EM MFC MORRO AGUDO R1 2022 Inscrições Os interessados devem inscrever-se até as 23h59 do dia 17 de dezembro de 2021. Segundo os organizadores, não será cobrada taxa de inscrição. https://www.morroagudo.sp.gov.br/portal/noticias/0/3/18668/residencia-medica—r1-2022

Aluna apresenta em quatro eventos científicos

Pesquisa foi desenvolvida no Programa de Iniciação Científica da FEMA A estudante Jéssica Vasconcelos Claudio, do 2º ano do curso de Fisioterapia da FEMA, desenvolveu o trabalho intitulado “Imersão em água fria sobre parâmetros hemodinâmicos: revisão sistemática com meta-análise”, sob orientação do professor Dr. Alan José Barbosa Magalhães. Realizado por meio do Programa de Iniciação Científica (PIC) da FEMA, o trabalho foi apresentado XIV Fórum Científico FEMA, no Encontro Nacional de Ensino, Pesquisa e Extensão 2021 (ENEPE 2021), da Unoeste de Presidente Prudente, e no 29º Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP (SIICUSP), no campus de Ribeirão Preto. No próximo dia 19 de novembro, o trabalho também será apresentado no 76º Congresso Brasileiro de Cardiologia (SBC 2021), da Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Para mim foi gratificante aprender mais sobre estudos científicos e desenvolver esse trabalho ao longo desse ano de 2021. Eu só tenho a agradecer à FEMA, ao PIC e ao professor Alan pela oportunidade”, disse a estudante. Entenda as conclusões da pesquisa: A revisão sistemática com meta-análise é um trabalho científico no qual é realizado levantamento bibliográfico e uma análise estatística (meta-análise). A Imersão em Água Fria consiste na imersão dos membros superiores ou inferiores, em uma temperatura que pode variar entre 5 e 15° C, no período de 9 a 15 minutos. A técnica é muito utilizada por praticantes de exercício de diversas modalidades para acelerar a recuperação muscular e metabólica. Entretanto, nesta pesquisa, a estudante observou que a imersão de partes do corpo em água fria, na tentativa de acelerar a recuperação pós-exercício, não apresentou melhora significativa quando comparada à imersão em água em temperatura ambiente. As inscrições para o Programa de Iniciação Científica da FEMA estão abertas até 10 de dezembro de 2021, com oferta de 60 bolsas para estudantes de onze cursos da instituição – Administração, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Publicidade e Propaganda, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Direito, Enfermagem, Fisioterapia, Fotografia, Medicina e Química Industrial. Professores e estudantes interessados em participar podem submeter seus projetos pelo site da FEMA.

Atividade interdisciplinar com alunos do ensino médio relaciona física e nutrição

Alunos do terceiro ano do ensino médio do Colégio Viver e Aprender, da cidade de Campos do Jordão, participaram de uma aula prática no laboratório de técnica dietética, do departamento de Nutrição da Universidade de Taubaté (UNITAU), e aprenderam a calcular a densidade energética e a melhorar suas escolhas alimentares. “A definição de densidade energética ajuda muito nas escolhas alimentares mais adequadas. Quando os alimentos possuem alta densidade energética, uma pequena quantidade dessa comida tem muitas calorias, ou seja, comemos uma quantidade de comida que não nos sacia, mas ingerimos mais calorias do que é necessário”, explica a Profa. Dra. Fabíola Figueiredo Nejar, docente do curso de Nutrição da UNITAU e uma das organizadoras da atividade. A proposta da aula foi a construção de dois bolos. Antes de inserir os ingredientes, os alunos deveriam pesar os alimentos em uma balança e logo após fazer o cálculo da densidade energética. Ao final da atividade, os alunos puderam comer suas criações. No começo da aula foram estabelecidas as regras de convivência, quando foram explicados todos os protocolos de biossegurança devido à covid-19 e combinado que, na hora de comer, todos deveriam manter o distanciamento, não sendo permitido provar os ingredientes durante o preparo. Os estudantes ficaram eufóricos com a atividade por ser sua primeira excursão em quase dois anos de pandemia. “Foi muito divertido poder sair do colégio depois de tanto tempo, ainda mais sendo o último ano. Estamos conseguindo criar memórias”, declara Mickaelli Maria de Palma Francisco, de 17 anos, aluna do terceiro ano do ensino médio. De acordo com a Profa. Dra. Amanda Romão de Paiva, professora no colégio e docente no curso de Física da UNITAU, a ideia do projeto surgiu em 2019 com alunos da universidade, mas, por conta da pandemia, teve uma pausa em seu primeiro ano de realização. “Alunos do curso de Física e de Nutrição da UNITAU se integraram com essa atividade que fizemos hoje, e agora que conseguimos voltar com as atividades presenciais, achei importante envolver alunos que estão se formando no ensino médio. Eles podem entrar no ambiente universitário e ver as possibilidades, podem ver que todos são capazes de ingressar em uma faculdade”. É muito importante trazer essa integração e mostrar aos alunos que a universidade é algo possível. Luís Felipe de Sousa, do terceiro ano do ensino médio, afirma que já tem perspectivas para seu futuro. “Gostei muito de poder cozinhar com meus amigos, porque faço bastante isso em casa. Planejo fazer faculdade de gastronomia e me aprofundar mais no assunto”. Ao final, os alunos concluíram que os bolos, mesmo sendo de sabores diferentes e preparados de forma distinta, não possuem tanta diferença na densidade energética. “Eles devem ser ingeridos em conjunto com outros alimentos, como uma fruta, aveia, linhaça ou suco não coado, porém nunca isoladamente. Também pode ser comido antes de uma atividade física, pois assim terá um gasto energético maior”, ressalta a professora Fabíola. “Aprendi que a culinária não é apenas fazer comida para se alimentar. Tem a parte da física, de medir todos os ingredientes para o bolo dar certo. Essa integração entre mim e meus colegas também me ensinou bastante sobre como me relacionar em equipe”, conta o estudante Pedro Lerin.

Docente da Unifadra é uma das autoras do Guia Prático de Prescrição de Exercício Físico para Grupos Especiais

Lançado recentemente pela Editora CRV, o Guia Prático de Prescrição de Exercício Físico para Grupos Especiais é uma obra organizada em 10 capítulos escritos por pesquisadores, cada um dentro de sua especialidade, e foca a atividade física e o exercício como forma de alcançar e manter a saúde. A Profa. Dra. Iara Buriola Trevisan, docente da Unifadra Dracena, participa do livro tratando do tema “Exercício físico e doenças respiratórias”, juntamente com Juliana Souza Uzeloto. Organizado por Nancy Preising Aptekmann, este guia aborda a relação entre o exercício e outros fatores como a gestação e as doenças comuns na população. De maneira muito detalhada, os autores tratam como a prática dirigida do exercício físico pode prevenir e auxiliar no tratamento de doenças como obesidade, diabetes, hipertensão arterial, cardiopatias, doenças respiratórias, renais, psiquiátricas e câncer, além de outras doenças comuns ao envelhecimento. Iara Buriola Trevisan e Juliana Souza Uzeloto, no capítulo 7, apontam o exercício físico como uma ferramenta crucial para o tratamento de doenças respiratórias. As autoras evidenciam a importância da avaliação nesta população, sugerindo diversas ferramentas para avaliar a capacidade funcional, a força muscular periférica e respiratória, além dos sintomas de dispneia e fadiga. Elas ressaltam que uma avaliação direcionada ajuda no planejamento para prescrever o exercício físico, seja aeróbio, resistido e/ou respiratório, de acordo com as evidências científicas da área. Além disso, também descrevem uma breve explicação sobre as principais pneumopatias. Iara Buriola Trevisan é docente da Unifadra e tutora no curso de Medicina, além de docente no CEP/UME. Graduada em Fisioterapia pelo Centro Universitário de Adamantina (2012), ela é mestra em Avaliação e Intervenção em Fisioterapia pela FCT/UNESP – Campus de Presidente Prudente (2016) e doutora em Avaliação e Intervenção em Fisioterapia pela FCT/UNESP – Campus de Presidente Prudente (2019). Suas linhas de pesquisa incluem temas como tabagismo, atividade física, sono, poluição atmosférica, cortadores de cana-de-açúcar, inflamação nasal e sistêmica. O diretor acadêmico da Unifadra Prof. Dr. Enio Garbelini parabeniza a Profa. Dra. Iara Buriola Trevisan e demais autores do Guia pela relevância do trabalho, principalmente pelo tema abordado “Exercício físico e doenças respiratórias”, tão importante durante a pandemia e pós-pandemia que estamos vivendo.

Datas marcam combate ao racismo e celebram a cultura afro-brasileira

O dia 18 de novembro nos relembra a importância das discussões e de ações relacionadas à discriminação racial no Brasil. O dia nacional de combate ao racismo também celebra a cultura afro-brasileira e os avanços na luta do povo negro contra a desigualdade. Já em 20 de novembro, temos o dia nacional da consciência negra, que coincide com a morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Zumbi foi o maior líder do Quilombo dos Palmares. Essas comunidades, instaladas em locais de difícil acesso, eram formadas por escravos que fugiam dos seus senhores. Estima-se que o Quilombo dos Palmares durou cerca de 100 anos e abrigou entre 20 e 30 mil habitantes, sendo o maior e mais duradouro quilombo registrado. A Profa. Dra. Maria Fátima de Melo Toledo é docente no curso de História da Universidade de Taubaté (UNITAU). Ela atua no ramo de pesquisas históricas, principalmente na área de História do Brasil Colonial e leciona a disciplina História da África. A historiadora conta que, com a morte de Zumbi dos Palmares, ele se tornou um grande símbolo da resistência negra do Brasil.  A data de sua morte passou a ser um dia de memória da história dos africanos e afrodescendentes no país. “Essa data não deveria ser importante só para as comunidades negras, mas para todos os brasileiros. O dia da consciência negra é um dia para tomar consciência da condição histórica imposta aos homens e mulheres negros no Brasil e não nos esquecermos disso”, argumenta. A historiadora complementa que é muito importante relembrar essa data, porque ainda hoje são perceptíveis as desigualdades sociais e econômicas entre negros e brancos no Brasil. “Essa data é um elemento a mais nisso tudo. O que pode auxiliar de fato no combate ao racismo é a criação de políticas públicas nas mais diferentes áreas, especialmente na educação, que incorporem uma série de discussões que passam pela questão étnico-racial”, pontua. Em 2003, foi sancionada a lei 10639/03, que alterou a lei de Diretrizes e bases da educação e tornou obrigatória a presença da temática “História e cultura afro-brasileira e africana’ nas escolas. “Esse decreto foi um grande avanço, a iniciativa do estado foi fantástica. O grande problema é que, de uns anos para cá, tudo isso foi desmantelado, toda uma estrutura criada para combater oficialmente a discriminação racial foi deixada de lado”, diz. Uma iniciativa da aluna Victoria Souza Pereira, do décimo semestre do curso de Psicologia, promoveu, em maio deste ano, o combate à discriminação racial dentro da Universidade. O projeto “Sankofa” idealizado pela estudante teve como objetivo oferecer um espaço de interação e de acolhimento entre os alunos negros da Instituição para compartilharem ideias e opiniões. Os encontros online do projeto tiveram sete etapas e discutiram sobre identidade, emancipação da população negra e a importância da união. “Desenvolver projetos como esse dentro das universidades é muito importante pela representatividade e não só existir por existir, mas, sim, por fazer algo concreto, por fazer com que os jovens negros sejam escutados, acolhidos, que sejam vistos pela sua potencialidade e que possam, nesse ambiente ‘hostil’, fazer trocas e percepções para que seja possível a manutenção deles nas universidades”, expõe a futura psicóloga. Durante essas datas comemorativas e até mesmo antes, diversas instituições e profissionais da região do Vale do Paraíba e de todo o Brasil se sensibilizam com a causa e realizam trabalhos e homenagens com essa temática. Esse é o caso do Prof. Dr. Júlio Cesar Voltolini, docente no curso de Biologia da UNITAU e também fotógrafo. O biólogo foi convidado pelo Centro Cultural e Biblioteca Zumbi dos Palmares para organizar a exposição fotográfica “Muhatu”, que ocorreu no dia 13 de novembro. “As fotos retratam três gerações de mulheres que viveram momentos diferentes do Brasil, mas com algo em comum: o preconceito e a falsa igualdade. Dar voz e imagem a elas é um ato de resistência e devemos trabalhar nisso, juntos, desde o início, dentro das escolas”, comenta o professor.

O Uni-FACEF se prepara para receber o V FÓRUM INTERNACIONAL DE CIDADES CRIATIVAS

O evento deve reunir cerca de 300 pessoas pensando em soluções de economia criativa Promovido pelo NEPEC (Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Economia Criativa), e com o apoio do Uni-FACEF, ACIF, Sebrae, o “V Fórum Internacional de Cidades Criativas” vai acontecer entre os dias 1 e 3 de dezembro, no Uni-FACEF (Unidade II). Além dos palestrantes convidados, o Fórum terá também a presença de Décio Coutinho, colunista de Economia Criativa, da Rádio BandNews (Goiânia). Especialista em “Sociedades Pós-industriais e Organizações Criativas”, na Itália, Décio Coutinho também é administrador, com Mestrado em Antropologia. Gestor de Projetos de Economia Criativa e Cidades Criativas; Gestor da Incubadora “Goiás Criativo”; palestrante no Fórum Mundial de Turismo e Cultura; curador de quatro edições do FICC (Fórum Internacional de Cidades Criativas); delegado do Brasil no Culture Summit Abu Dhabi 2019; liderança do Prêmio Brasil Criativo 2019; líder do Dia Mundial da Criatividade Goiânia 2020; e membro da RBCIH-Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas. Objetivos do Fórum A coordenadora do NEPEC, Tânia Mara Pinto de Sousa (Mestre em Desenvolvimento Regional, pelo Uni-FACEF), disse em recente entrevista à Acif, que o Fórum visa “reunir criativos e lideranças para discutir a respeito do importante momento que estamos vivendo, buscando possibilidades de desenvolver outras frentes de economia, tendo a criatividade como mola-propulsora de um desenvolvimento pungente e regenerativo”. Antes do grande encontro de dezembro, o NEPEC e os parceiros promoveram eventos fim de preparar Franca. O Fórum e todas as atividades preparatórias contam, também, com o apoio da Prefeitura de Franca, Ciesp, Comdecom, Senac, Sesi, Senai, Unesp, Mulheres do Brasil e patrocínio do Colégio Copérnico/Faculdade Metropolitana. Inscrições As vagas são limitadas e os interessados devem inscrever-se pelo site: https://nepecfrancasp.com.br/