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AIMES-SP

UNITAU – Florestas colaboram com a melhoria da qualidade de vida

O Dia de proteção às florestas é comemorado, anualmente, em 17 de julho e tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da preservação As florestas e os biomas abrigam diversas espécies da fauna e da flora, além de nos beneficiarem com a melhoria da qualidade de vida humana. Na cultura popular brasileira, a proteção das florestas é personificada pela figura mística do curupira. Esse espírito mágico habita as florestas e ajuda a protegê-las. Por esse motivo, 17 de julho também é considerado o Dia do curupira, o “protetor das florestas”. “Quando nós pensamos na importância e nos benefícios das florestas, aqui no Brasil, principalmente, a Mata Atlântica e a Amazônia, estamos nos referindo a desde coisas básicas até a características de nível mundial. De maneira geral, o público costuma não receber muita informação, mas diversas espécies animais e vegetais contêm substâncias que podem ter interesses para a alimentação humana e para a fabricação de remédios. A riqueza é encontrada também nas proteínas, nos lipídeos, nas substâncias orgânicas que existem dentro de uma floresta e que podemos utilizar, por exemplo, para a cura de doenças gravíssimas”, comenta o Prof. Dr. Júlio Cesar Voltolini, docente no curso de Biologia na Universidade de Taubaté (UNITAU). As florestas proporcionam para a humanidade os chamados serviços ecossistêmicos, que são diversos benefícios, como matéria-prima, regulação do clima, biodiversidade, turismo, entre outros. Elas cobrem 30% do planeta Terra, mas cerca de 80% de todos os seres vivos terrestres habitam esse ambiente. Atualmente, o grande problema enfrentado é a destruição e o desmatamento, que consiste na retirada da cobertura vegetal parcial ou total de um determinado lugar, e está relacionado a diversas causas, como a urbanização, a mineração, a expansão do agronegócio, e seus impactos são inúmeros. Para o professor, a destruição desses habitats é considerada a principal causa de extinção das espécies do planeta, e isso diz respeito às florestas e aos biomas, que estão diminuindo aos poucos. “O que acontece com essa diminuição é que antes nós tínhamos áreas contínuas enormes e agora existem o que chamamos de fragmentação ou ilha de vegetação, que são pequenos pedaços divididos por ações humanas. Com isso, as espécies que ali existem estão isoladas geneticamente e são impedidas de se reproduzirem. Muitas delas ainda sofrem também com a invasão em estradas, fazendas, rodovias, que podem causar a morte dos animais. Portanto, o que nós temos é não só a diminuição de habitats, mas também a dizimação das espécies animais e vegetais”, ressalta. Os cuidados que devemos tomar estão diretamente relacionados também ao nosso bem-estar e à qualidade de vida. As florestas contribuem para a manutenção e para o equilíbrio da temperatura, da umidade do ar e do regime de chuvas. Elas impedem que as temperaturas cheguem a níveis elevados e que aconteça um desequilíbrio. As áreas sem vegetação recebem grande incidência da luz solar, tornando o ambiente extremamente quente e seco. Já a vegetação forma uma camada de proteção que impede o excesso de calor e mantém a umidade em níveis altos. “Existem coisas em diferentes escalas para frear o avanço do desmatamento, e a conscientização é a principal delas. A população deve cobrar para que os governos invistam em leis e fiscalizações contra essas atividades ilegais. Além disso, a educação sobre as florestas precisa ser mais frequente dentro das escolas, desde as atividades teóricas, até as práticas. Os alunos precisam vivenciar a experiência de estar dentro da floresta e conhecer a fauna e a flora brasileira, com atividades que destaquem a importância das matas”, destaca o professor. Mas essa proteção deve começar também no dia a dia de cada um. Com simples atitudes podemos colaborar para a preservação da extensa fauna e flora brasileira e mundial. Confira algumas ações simples para adotar durante a rotina: Preserve as árvores e as vegetações; Reutilize, reaproveite e recicle tudo que for possível; Reduza o consumo de água e de energia elétrica; Opte pela compra de materiais orgânicos; Não jogue lixo no meio ambiente; Cuide bem dos animais. Foto: Leonardo Oliveira

FEMA promove I Oficina de Trabalho para Gestores Públicos de Assis e Região

A I Oficina de Trabalho para Gestores Públicos de Assis e Região foi realizada na manhã do dia 16 de julho de 2021 e contou com a presença de representantes de 12 cidades da região de Assis A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) realizou, no dia 16 de julho de 2021, das 8h30 às 12h, nas dependências do Auditório da FEMA, a I Oficina de Trabalho para Gestores Públicos de Assis e Região. O encontro foi promovido em conjunto com as coordenações dos Cursos de Saúde da instituição, liderado pelas professoras Arlete Aparecida Marçal, Shirlene Pavelqueires e Patrícia do Amaral Oishi, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Assis e dos 12 outros municípios que fazem parte da Microrregião de Assis. De acordo com Shirlene Pavelqueires, a oficina teve como objetivo identificar as necessidades de saúde de cada um dos municípios que são atendidos pela rede de saúde de Assis, principalmente aquelas reprimidas, de forma que se torne possível elaborar intervenções que contribuam ainda mais com os atendimentos regionais, organizando a rede do SUS integrado, pautando sempre os princípios de universalidade, integralidade e equidade, que são as bases do Sistema Único de Saúde brasileiro. “Por conta dessa parceria da FEMA com a Secretaria de Saúde, nós temos o grande trunfo de ter o curso de Medicina espalhado em praticamente todos os serviços de saúde oferecidos pelo município, seja na UPA, no Hospital Regional, na Santa Casa, Ambulatório de Especialidades e até mesmo nas Unidades Básicas de Saúde. E é por isso que estamos promovendo essa oficina, pois precisamos identificar quais são as principais demandas dos 12 municípios que fazem parte da nossa Regional de Saúde, para que juntos possamos melhorar ainda mais o atendimento”, conta a professora do curso de Medicina. Durante a oficina, os gestores representantes dos 12 municípios tiveram 40 minutos para escrever em um papel todas as características de suas populações, quais são os serviços de saúde que eles conseguem oferecer e quais são as dificuldades que eles estão enfrentando, como também quais são os empecilhos encontrados ao tentar encaminhar pacientes para o município-sede, que é Assis. Segundo a coordenação, as respostas serão encaminhadas à uma plenária que servirá como um ponto de partida para melhorar cada vez mais o atendimento na região. Para Cristiani Silvério de Andrade, Secretária Municipal de Saúde de Assis, “é muito importante para nós a realização desse evento, que por conta da pandemia, tivemos que adiar por um bom tempo. Estamos em um momento oportuno e é muito importante para nós esse apoio que recebemos da FEMA para que esta ação fosse realizada. Com a pandemia um pouco mais controlada, nós conseguimos dar um pouco mais de atenção às outras demandas que temos na saúde, que não são poucas e que acabaram represadas por conta desse momento que estamos passando. E, ter esse momento aqui com todos os gestores é de uma importância singular, por que é a partir dele que poderemos começar a pensar em um SUS regional, interligado e que funciona, e quem ganha com isso é a população”, comenta a secretária. “Nós estamos nos preparando para sair desse momento de pandemia, que foi muito difícil para todo mundo, mais ainda para os gestores de saúde de toda a região, que tiveram uma carga de trabalho extraordinária durante todos esses meses para segurar a contaminação em nossa região. Mas é hora de olhar adiante, de olhar para o futuro, hora de olhar para as outras patologias e como a Saúde em si vai transitar nesse novo mundo, nesse novo horizonte a partir de agora. Então, é com muito orgulho que a FEMA abre esse espaço para que esses especialistas, técnicos e gestores discutem as bases desse novo jeito de trabalhar, pensando no bem de toda a comunidade externa, não só de Assis, mas de toda a região”, finaliza o presidente da FEMA, Arildo Almeida.

Reitora da UNITAU participa de encontro com Ministro da Educação

O objetivo do encontro foi para apresentar reinvindicações da AIMES A reitora da Universidade de Taubaté (UNITAU), Profa. Dra. Nara Lucia Perondi Fortes, participou na tarde de quarta-feira, dia 14 de julho, de um encontro em Brasília com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, para a apresentação de reivindicações das Instituições que integram a AIMES (Associação das Instituições de Ensino Superior Municipais). Profa. Nara, que segue em seu terceiro ano de gestão na maior universidade municipal do país, também é vice-presidente da Associação das Instituições Municipais de Ensino Superior de São Paulo (Aimes-SP). Ela integrou uma comitiva composta pela diretoria da Associação nacional das instituições municipais de ensino superior (Animes). Durante o encontro, foram apresentados ao ministro e equipe dados a respeito do setor e algumas dificuldades enfrentadas, entre elas a falta de orçamento público para custeio e exclusão dos editais e das políticas públicas educacionais e de pesquisas, gerenciadas pelo MEC/FNDE/INEP. O ministro Milton Ribeiro se comprometeu em incluir um ou mais representantes indicados pela Animes no Conselho responsável pela gestão e fiscalização dos recursos do FNDE. Também devem ocorrer reuniões com a equipe técnica do MEC para a busca de uma forma legal que permita o repasse de recursos financeiros para as IES municipais. Entre as sugestões apresentadas para viabilizar esta possibilidade está a compra de vagas ociosas das instituições por parte do Governo Federal. “O ministro foi muito atencioso conosco e ficou sensibilizado com a abrangência de nossas instituições no Brasil. Somadas todas as instituições municipais, temos mais de 200 mil alunos. Ele disse que o nosso modelo é muito interessante e que, agora com a câmara técnica, vamos desenvolver os estudos para viabilizar a oferta de nossas vagas ociosas para o governo federal, em uma espécie de Prouni para as Instituições de ensino superior municipais”, afirma a reitora da UNITAU.

Vacina BCG completa 100 anos em 2021 e professor de Medicina da FEMA alerta para a importância da vacinação

Imunizante contra o vírus da tuberculose é disponibilizado gratuitamente pelo SUS desde 1976 Criada em 1921 em Paris no Instituto Pasteur, a vacina BCG (Bacilo Calmette-Guérin) completou 100 anos de existência no último dia 1º de julho. O imunizante protege contra o vírus da tuberculose e é disponibilizado gratuitamente a crianças de 0 a 4 anos pelo Sistema Único de Saúde do Brasil desde 1976. No entanto, mesmo sendo um imunizante que protege contra a tuberculose, uma doença infecto contagiosa, a porcentagem de crianças vacinadas vem caindo nos últimos anos. Segundo o DataSUS, em 2020 apenas 73,38% das crianças com idade oportuna se vacinaram, já em 2018 esse número foi bem maior, 99,72%. Olhando por esse lado, é importante reforçar ainda mais o quanto a Vacina BCG é importante, uma vez que essa ela previne formas graves da Tuberculose, suas sequelas e até mesmo a morte em crianças de até 4 anos, sendo essa faixa etária a que mais corre risco de complicações da doença. De acordo com o Dr. Hugo Belavenute Pinto, professor do curso de Medicina da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) e coordenador do Internato de Pediatria da instituição,“ a tuberculose é transmitida de pessoa a pessoa pelo ar, por meio de tosse, espirro ou fala e afeta principalmente os pulmões. Mas também pode comprometer ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). É por esse motivo que a vacinação é recomendada o quanto antes, ainda na maternidade, porque a tuberculose é altamente transmissível, e o contato com algum adulto infectado evolui de forma muito mais grave no recém-nascido, provocando sequelas ou alta mortalidade. A tuberculose está entre as 10 causas de morte no mundo: foram 10 milhões de casos e mais de 1 milhão de óbitos em 2019, embora haja vacina e tratamento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)”, explica o médico. “No Brasil, a doença é um sério problema de saúde pública, com maiores índices entre populações mais vulneráveis, como indígenas, moradores de rua e pessoas com HIV. Em 2020, o país registrou 66.819 casos novos de tuberculose. Em 2019, foram notificados cerca de 4,5 mil óbitos pela doença, segundo o Ministério da Saúde”, conta o acadêmico de Medicina, Marco Antônio Carvalho Gonçalves. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), além das crianças de 0 a 5 anos, a vacina também está recomendada na população adulta que convive com pessoas que possuem Hanseníase. Já suas contra-indicações são pessoas imunodeprimidas e recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que possam causar imunodepressão do feto durante a gestação e prematuros, até que atinjam 2 kg de peso. O imunizante pode ser encontrado também em Unidades Básicas de Saúde e clínicas privadas de vacinas.

UNITAU – Dia Nacional da Ciência marca acessibilidade do conhecimento

Comemorado no dia 08 de julho, a data tem como objetivo dar visibilidade às produções científicas e divulgar esse conhecimento para a comunidade de forma democrática A Profa. Dra. Sheila Cavalca Cortelli, Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade de Taubaté (UNITAU), reforça a importância da data e o papel fundamental do cientista nesse processo. “Cabe a nós, pesquisadores, falar sobre ciência de forma simples e acessível para que, gradativamente, ela se torne parte do cotidiano da população.  A figura do profissional cientista deve ser simplificada também”. A ciência nunca esteve tão em foco como agora, isso porque a pandemia causada pelo coronavírus mostrou que a vida depende da ciência. A pesquisa científica desempenha um papel de transformação dos aspectos sociais, econômicos e ambientais.  “Quando falamos em pesquisa, aliamos tanto a científica quanto a tecnológica, que gera riquezas e traz soluções. A pesquisa só tem sentido quando, em algum momento de sua evolução, beneficia a comunidade em algum nível. Essa é uma das prerrogativas da Universidade”, comenta a professora. Apesar de ser fonte de conhecimento para muitas questões da humanidade e as respostas resultarem em melhorias e evoluções, o cenário atual não é dos melhores para os pesquisadores. Em momentos de crise econômica, os recursos financeiros ficam mais escassos e a disponibilidade tende a se concentrar em poucas áreas. Isso torna o desafio de captar recursos e comprovar a relevância de uma pesquisa em particular ainda maior. “Temos de lutar a fim de impedir a estagnação das áreas do conhecimento mais afetadas. Particularmente, o Brasil ainda carece de aporte da iniciativa privada nos segmentos de pesquisa e desenvolvimento. Essa situação já foi pior, mas precisa avançar e muito”, ressalta a Pró-reitora. Neste momento de calamidade no país, a ciência é a saída. Prova disso são as vacinas e os medicamentos produzidos para combater o coronavírus, além dos avanços em questões comportamentais, como, por exemplo, o distanciamento social, a importância da higiene e o uso de máscaras. Pesquisadores da pós-graduação em Odontologia da UNITAU, por exemplo, participam de uma investigação científica para avaliar a contaminação de ambientes clínicos pelo SARS-CoV-2, causador da pandemia. Essa pesquisa integra um amplo projeto de abrangência nacional coordenado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), com a participação de  outras instituições. Com um olhar otimista e voltado para o futuro, a professora Sheila acredita em uma ciência cada vez mais próxima da comunidade e a pesquisa contribuindo com a construção de pessoas mais conscientes, tanto na perspectiva individual quanto na coletiva. “A geração e transferência de conhecimento por meio da ciência e da pesquisa definem um país. E, sobretudo, como ele é visto pelo mundo”, finaliza.

FEMA na Assistência Pós-Covid-19

Ambulatório de Atenção à Pacientes com Sequelas de Covid-19 deu início aos seus atendimentos no dia 07 de julho de 2021, alunos do curso de Fisioterapia fazem parte do corpo clínico A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), ciente da intensa taxa de transmissão da Covid-19 no território das Américas e que o aumento do conhecimento sobre a doença causada pelo vírus trouxe à tona outros fatores relacionados à covid, como complicações e sequelas, seguindo as orientações da Organização Pan-Americana de Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), começará a oferecer a partir do dia 07 de julho de 2021, em parceria com o curso de Fisioterapia da instituição, atendimento ambulatorial à indivíduos que foram acometidos pela covid-19. O Ambulatório de Atenção à Pacientes com Sequelas de Covid-19 tem como objetivo atender à demanda em saúde do município, prestando atendimento à comunidade carente de maneira continuada, preparando também os alunos do curso de Fisioterapia da instituição para que se tornem profissionais de saúde atentos às necessidades da população, estabelecendo os pacientes do SUS na centralidade do processo de atenção e promoção da saúde. Os protocolos de avaliação e intervenção foram previamente elaborados pelos alunos com orientação e supervisão da professora e coordenadora do curso de Fisioterapia da FEMA, Me. Maria Eulália Baleotti e da professora Dra. Cássia Regina Saade Pacheco. Os pacientes serão avaliados, e segundo informações obtidas sobre seu estado de funcionalidade, serão orientados e acompanhados até a alta fisioterápica, os atendimentos serão realizados na instituição Fema/Imesa, pelos alunos do 4º ano, 8º semestre do curso de fisioterapia acompanhados das professoras responsáveis. Para Baleotti, “o que esperamos é poder contribuir de maneira significativa na melhora da qualidade de vida dos pacientes que foram acometidos pela covid-19 e que estão apresentando sequelas. Sem o apoio da FEMA, que não está medindo esforços em contribuir e enriquecer ainda mais o papel social de nossa instituição, esse projeto não seria possível”, finaliza a coordenadora.

Alunos e docente de Educação Física da UniFAI apresentam trabalho em Simpósio Internacional de Atividade Física Adaptada

Trata-se do maior evento internacional que compete à área de atividade física adaptada, que trabalha com pessoas com deficiência em todas as esferas A Prof.ª Dra. Gabriela Gallucci Toloi Cardoso e os alunos Matheus Borges Iwazaki e Vinícius Natan Calixto de Souza, ambos atualmente no 7º termo do curso de Bacharelado em Educação Física, participaram de maneira remota de um simpósio internacional, representando o Brasil e o Centro Universitário de Adamantina (UniFAI). “É o maior evento internacional que compete à área de atividade física adaptada, a qual trabalha com pessoas com deficiência em todas as esferas. É extremamente importante para mim, como professora universitária, participar desse evento e representar a minha universidade”, explicou a Prof.ª Dra. Gabriela Toloi. Eles apresentaram o artigo “Proposta de atividades motoras adaptadas ao aluno com autismo visando apoio às atividades pedagógicas e sociais durante a quarentena da Covid-19”, que integrou o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) dos dois estudantes no curso de Licenciatura em Educação Física. “A partir da qualidade do TCC que o Vinícius e o Matheus fizeram, eu ofereci a eles essa possibilidade. Nós trabalhamos juntos no TCC e na reestruturação para esse novo formato que foi on-line, a nossa pesquisa teve coleta de dados, optou por algumas características de diferenciação por conta da Covid-19 [novo coronavírus] e o resultado foi extremamente significativo não só para eles, mas também para a família e o aluno com autismo que participou da pesquisa. Então, achei que a gente poderia tentar enviar esse trabalho para o ISAPA”, detalhou a docente. Realizado a cada dois anos, o International Symposium of Adapted Physical Activity (ISAPA – Simpósio Internacional de Atividade Física Adaptada, em tradução livre) deste ano foi organizado pela Universidade de Jyväskylä, na Finlândia, entre os dias 15 e 18 de junho e contou com a participação de centenas de estudantes do mundo todo, entre eles, 36 sul-americanos, sendo 24 brasileiros, nove chilenos, dois venezuelanos e um colombiano. O Brasil é o terceiro país com maior número de participantes, apenas atrás da Finlândia e dos Estados Unidos. Dez instituições brasileiras foram representadas no evento em 2021: Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com oito participantes; Universidade de Campinas (Unicamp), com cinco; Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com três; Universidade de São Paulo (USP), com dois; Universidade Católica de Brasília (UCB), com um; Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) com um; Universidade Federal do Pará (UFPA) com um; Universidade Federal de Viçosa (UFV), com um; HSA, com um; e UniFAI, com um participante (apenas a docente foi inscrita). Os participantes previamente inscritos são convidados pelo Comitê Organizador a enviar propostas de resumos para apresentações orais e pôsteres, bem como sessões inovadoras e mini simpósios on-line. O tema do ISAPA 2021 On-line foi “Parcerias de Qualidade em Atividade Física Adaptada: Mais Fortes Juntos!”. “Obviamente que partiu de grande dedicação de minha parte a reestruturação da nomenclatura inteira na língua inglesa e nos formatos do simpósio que é bem diferente do TCC que eles apresentaram. Mas os alunos participaram de maneira integral e se sentiram muito felizes com isso e a minha maior vitória e maior expectativa era por eles mesmo. O ápice de tudo isso foi quando nós fizemos a apresentação juntos, uma vez que essa apresentação pôde ser gravada e enviada ao simpósio ‘a priori’ do dia da apresentação, porque eles não tiveram a oportunidade de acompanhar e participar por conta do valor bastante expressivo [da inscrição]”, disse Gabriela. “Quero agradecer a professora Gabriela por proporcionar isso. Foi uma experiência incrível, foi algo especial por ter esse reconhecimento e ver nosso esforço ser recompensado com uma apresentação em um congresso internacional, pois nunca imaginei algo assim. Esse congresso contribui de forma positiva, pois é difícil ter essa oportunidade de apresentação internacional, podendo, assim, trazer diversas oportunidades futuras e, é claro, agregando valor na área profissional, na área pessoal e também é uma experiência de vida”, declarou Matheus Iwazaki. “Desde que ingressei na faculdade, de maneira nenhuma poderia sequer imaginar que teria essa oportunidade. Para mim foi um privilégio e uma grande honra. A orientação da Prof.ª Dra. Gabriela foi o que possibilitou o desenvolver desse trabalho, culminando no surgimento e realização deste sonho. Foi um grande desafio em todos os quesitos, mas também agradeço ao meu companheiro de trabalho, Matheus, por sempre me auxiliar em toda esta caminhada. Uma chance única e, graças a Deus, abraçamos com todas as forças”, comemorou Vinícius Natan. Segundo o site oficial do evento (em inglês), “o programa científico concentra-se em vários campos disciplinares e perspectivas”. Neste ano, os temas abordados foram: “Atividade física adaptada e envelhecimento”; “Políticas e práticas esportivas para deficientes”; “Equidade, igualdade e direitos humanos na atividade física adaptada”; Práticas inclusivas na pesquisa”; “Educação e atividades ao ar livre”; “Parceria de qualidade em Educação Física Adaptada”; “Desenho universal para aprendizagem e participação”; entre outros. “A educação física é uma área rica em conteúdo, na qual o profissional tem a possibilidade de trilhar muitos caminhos, cada área de atuação é fundamental para a saúde e educação. Fato é, que vemos diversos estudos científicos sendo desenvolvidos, ter tido essa experiência aumenta significativamente meus conhecimentos empíricos, aprimorando minhas habilidades, o ato de pesquisar também ensina o pesquisador. Sei que muitas coisas boas ainda estão por vir, sou imensamente grato por ter tido esta oportunidade”, detalhou Vinícius Natan. “Foi bastante emocionante vê-los ali participando e se sentindo orgulhosos pelo trabalho que eles fizeram no qual eu simplesmente fui a porta-voz na língua inglesa. Essa é minha meta como professora: poder propiciar aos alunos cada vez mais qualidade no ensino e em outras esferas, como participar de um simpósio internacional”, completou Gabriela Toloi.

UNITAU fala sobre a origem e as consequências da discriminação racial

A temática abordada é para comemorar o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, em 3 de julho Segundo o Artigo 1º do Estatuto da Igualdade Racial, a discriminação racial é toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica. O Estatuto ainda afirma que essa exclusão fere os direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social e cultural. Mesmo com a libertação dos escravos em 1888, a distinção e o preconceito racial ainda são facilmente identificados na sociedade brasileira. A fim de estimular a reflexão para o combate à discriminação racial e garantir que todas as pessoas tenham seus direitos devidamente compridos, no dia 3 de julho de 1951, foi instituída a primeira lei contra o racismo no Brasil. Inicialmente, a lei estabelecia como violação penal qualquer prática consequente de preconceito por raça ou cor, mas foi modificada em 1985, transformando essas práticas em crime inafiançável e ampliando as penas para até cinco anos de prisão. Portanto, no dia 3 de julho é comemorado o “Dia nacional de combate à discriminação racial”. O Prof. Dr. Moacir José dos Santos, docente no curso de História e diretor do Instituto Básico de Humanidades (IBH) da Universidade de Taubaté (UNITAU), explica que o racismo presente na sociedade brasileira corresponde às características atuais do país, como as barreiras de ascensão social, que excluem a população negra do processo econômico, social e cultural. “Nós podemos observar, por intermédio de indicadores sociais, como a questão do acesso ao saneamento básico, à segurança, à educação, inclusive quanto à mortalidade por conta da Covid-19 é maior nas populações que sofrem preconceito”, ressalta. O racismo foi por muito tempo naturalizado na sociedade e, muitas vezes, o debate sobre esse tema causa constrangimento ou irritação, porque provoca nas pessoas a necessidade de refletir sobre suas ações. Atualmente, é perceptível a necessidade de enfrentar o racismo, e diversos setores da sociedade brasileira já adquiriram práticas que vão contra a essa ideologia. “O racismo estrutural é uma forma de estabelecer barreiras para os grupos que sofrem o preconceito. Então, ele torna a sociedade mais desigual e dificulta o acesso a oportunidades, não apenas econômicas e de educação, mas o próprio tratamento perante a lei. Nós percebemos que os grupos que sofrem racismo na sociedade brasileira o sofrem de uma maneira constante, e isso dificulta a maneira como as pessoas buscam oportunidades, então, de fato, o racismo prejudica o desenvolvimento da sociedade”, esclarece o professor Moacir. “Eu acredito que além de debater o tema do racismo estrutural, para que as pessoas possam identificá-lo e combatê-lo, as políticas públicas que permitem acesso às universidades,à educação e a oportunidades econômicas devem reduzir as diferenças de oportunidades entre os grupos que sofrem racismo e aqueles que o não sofrem. É preciso a atuação do Estado a partir de políticas públicas que tenham continuidade durante vários governos, isso pode garantir o combate efetivo do racismo estrutural”, finaliza o historiador. O Prof. Me. Ernani Assagra Marques Luiz, especialista em ciências criminais e docente no curso de Direito na UNITAU, expõe que as leis agem para garantir comportamentos que deveriam ser voluntários, mas não são. No caso do racismo, as sentenças podem ser recebidas por dois campos diferentes. No âmbito criminal, a pena de privação de liberdade é aplicada ao agente que praticou a conduta. Já no âmbito cível, o agente pode receber uma sentença que o obriga a indenizar a pessoa ou grupo ofendido, sendo que esta condenação pode atingir até os herdeiros do agressor no limite dos seus bens. “Quando o comportamento humano não é voluntário, no caso de igualdade entre as pessoas, o Direito entra em cena para obrigar esse comportamento, o que chamamos tecnicamente de ‘ação afirmativa’, como no caso da lei Maria da Penha, que protege as mulheres; da mesma forma, a Lei 7.716/89 obriga o tratamento igualitário entre pessoas que se diferenciam pela sua cor da pele, pela etnia, pela religião ou pela nacionalidade”, pontua o advogado. O docente também explica que, quando a discriminação atinge uma única pessoa, o agente que pratica essa conduta pode receber uma pena de 1 a 3 anos e multa. Já quando a discriminação atinge um grupo de pessoas, a depender da forma como ocorreu, a pena pode chegar a até 5 anos. “A principal causa de racismo nos dias atuais ainda se baseia na cultura de que algumas pessoas devem ser subservientes a outras, resquício, por exemplo, da época da escravidão. Mesmo que a lei condicione as pessoas a agirem de forma igualitária, qualquer discriminação, e isso inclui o racismo, só terá solução quando for trabalhado na base da educação, tornando-se a igualdade entre as pessoas algo natural no comportamento humano e não impositivo legal”, reflete o professor Ernani.

AIMES realiza encontro online sobre LGPD e Segurança da Informação

O evento ocorreu com o apoio da Infinity ITServices A Associação das Instituições Municipais de Ensino Superior de São Paulo (AIMES) realizou no último dia 29, um encontro sobre LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e Segurança da Informação no universo das Instituições Municipais de Ensino Superior, destinado aos reitores das Universidades associadas e profissionais das áreas de Tecnologia da Informação e Direito, incluindo professores e alunos. O evento ocorreu gratuitamente de forma online e recebeu o apoio da Infinity  ITServices. Para compor a mesa de debates, foram convidados os palestrantes: Cibele Malvone, diretora e conselheira do Movimento de Defesa da Advocacia-MDA. A especialista em Direito Processual Civil pela PUC-SP e em Direito Empresarial pela FGV-SP abordou os aspectos legais, riscos e conformidade da LGPD às Instituições Municipais de Ensino Superior; Gustavo Chamadoira, gerente de Engenharia da Fortinet, empresa líder global em soluções em Cybersegurança. O profissional tratou sobre os desafios e soluções da segurança da informação no setor da educação; Gustavo J. Martins, perito em Computação Forense. O especialista em Cybersegurança palestreou sobre o assunto e a conscientização dos usuários; Adiel Guerreito Ortiz, consultor de tecnologia, negócios e inovação da Consulting & GO. Com experiência de mais de 30 anos na área de Tecnologia da Informação, o especialista abordou sobre a iniciação e adequação à LGPD. Além das palestras, os participantes concorreram a prêmios ao final do evento. O encerramento ficou por conta de Rodolfo Bento Matos, que é sócio-proprietário da Infinity ITServices. Para o presidente da AIMES Eduardo Vella, o encontro foi um sucesso e teve adesão de muitos participantes. “Apesar da pandemia, conseguimos realizar um evento extremamente importante e com um grande número de pessoas interessadas acerca desta nova etapa da LGPD”, enfatiza. Para quem não conseguiu acompanhar as palestras ao vivo, o evento está disponível neste link.

UNITAU – Psicóloga lista 10 dicas para a escolha da graduação

As dicas foram dadas por meio de uma live no Instagram com a participação de professores da instituição Para auxiliar no momento da escolha profissional, a Universidade de Taubaté (UNITAU) promoveu, durante os dias 15, 16 e 17 de junho, a “Jornada do futuro”, uma série de lives realizadas no instagram da UNITAU, com a participação de especialistas no assunto. Os professores trouxeram dicas de como enfrentar o momento e decidir pelo curso certo. Eles ainda conversaram sobre o mercado de trabalho, os desafios durante a pandemia e as oportunidades que virão. A segunda live foi marcada por reflexões importantes feitas pela Profa. Dra. Adriana Leônidas de Oliveira, docente no curso de Psicologia da UNITAU. A psicóloga, especializada em psicomotrocidade, listou 10 dicas sobre “Como escolher o curso certo” e respondeu, em tempo real, as dúvidas dos internautas. Confira as dicas a seguir: 1 – Busque o autoconhecimento “Procurem pistas dentro de vocês. Olhe para você. O autoconhecimento é a base que vocês precisam para tomar as decisões mais adequadas. É difícil fazermos escolhas, se não nos conhecermos.” 2 – Avalie os seus interesses e as suas habilidades “É muito importante vocês avaliarem quais os interesses, as preferências e as habilidades que você tem para fazer várias atividades. Interesse é tudo aquilo que você gosta de fazer e habilidade é tudo aquilo que você tem facilidade para fazer.” 3 – Informe-se sobre as diferentes áreas do conhecimento e os cursos de cada área “Nós temos três grandes áreas e dentro delas temos vários cursos. A área de exatas é aquela que usa a matemática, o raciocínio lógico. Temos muitos cursos nessa área, como o de Matemática, o de Física, os das Engenharias e os cursos relacionados à computação. A área de humanas visa compreender os relacionamentos do ser humano, para viver em sociedade, compreender suas necessidades e seus interesses. Temos vários cursos interessantes na área de humanas: Administração, Economia, Ciências Contábeis, Pedagogia, Letras, Publicidade, Jornalismo, Relações Públicas… E a terceira grande área, a da biociências, que estuda a diversidade da vida, para entender como ela funciona. Temos cursos como o de Medicina, o de Enfermagem, o de Psicologia, o de Odontologia, o de Nutrição, o de Fisioterapia, de Educação Física e o de Biologia.” 4 – Pesquise as profissões do seu interesse “Essa pesquisa é muito importante para evitar que vocês acreditem em determinados mitos. Como, por exemplo, quando falamos do curso de Letras, muitas pessoas pensam que quem estuda necessariamente vai ser professor. Mas o profissional de Letras pode trabalhar em muitas outras áreas.” 5 – Fique por dentro do mercado de trabalho “Procurem conhecer o mercado de trabalho tanto atualmente, como no futuro. Isso é bem importante para vocês terem essa dimensão de perspectivas futuras do mercado em que vocês vão atuar.” 6 – Analise o seu curso de interesse “Busquem informações sobre ocurso em que vocês têm interesse. As características do curso vão dar diferentes possibilidades de atuação. A grade curricular, por exemplo, vai dar uma noção de qual é o enfoque que o curso dá e até para saber se vai ao encontro do que você tem interesse naquela área.” 7 – Faça uma pesquisa detalhada sobre as instituições de ensino “Na hora de escolher o curso, é muito importante você escolher a universidade certa, uma universidade de qualidade, que tenha história, tradição. Faça uma visita ao departamento em que você quer estudar. Todos os departamentos da UNITAU estão abertos para vocês.” 8 – Aprenda a lidar com as pressões “Esse momento de escolha do curso, da profissão é um momento em que muitas vezes vocês sentem muita pressão externa. É muito importante vocês conseguirem identificar o que é a sua vontade, o seu sonho, e qual é a vontade e o sonho do outro.” 9 – Considere a sua satisfação pessoal “Na nossa futura profissão, é muito importante a gente ter satisfação e ser feliz. A felicidade tem de ser o peso maior na nossa decisão. Os profissionais satisfeitos são os melhores profissionais em qualquer área.” 10 – Não se preocupe se você errar “Uma preocupação muito comum das pessoas nesse momento de escolher é de escolher errado. Se você escolher errado, não tem problema nenhum. Muitas pessoas acham que decidir a graduação é tudo ou nada, mas não precisa ser assim. Se você perceber, ao longo do caminho, que a escolha que você fez não é a aquela que está deixando você feliz, é possível mudar.” Essas e outras informações ainda estão disponíveis no IGTV do instagram da UNITAU. Confira e transforme a sua carreira.