AIMES-SP

UNITAU alinha produção científica à agenda 2030 da ONU

Nos mestrados acadêmico e profissional em Ciências Ambientais, por exemplo, foram apresentadas nesse mesmo período um total de 64 dissertações que abrangeram 9 dos 17 objetivos da Agenda 2030 Levantamento da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) demonstra que as atividades de iniciação científica desenvolvidas pela Universidade de Taubaté (UNITAU) estão alinhadas com a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) e já atingem a grande maioria dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS). Os 17 objetivos são integrados e indivisíveis e mesclam, de forma equilibrada, as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. O documento “Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável” foi adotado na Assembleia Geral da ONU em 2015. De acordo com o levantamento da PRPPG, foram produzidas, entre 2017 e 2020, um total de 573 teses e dissertações na UNITAU, atingindo 16 objetivos propostos pela Agenda 2030. Entre as atividades, apresentam maior destaque aquelas cujos objetivos estão relacionados à educação de qualidade (ODS 4 – 260 teses/dissertações), à indústria, à inovação e à infraestrutura (ODS 9 – 87 teses/dissertações) e ao trabalho decente e ao crescimento econômico (ODS 8 – 60 teses/dissertações). “A gente percebe que os maiores desafios da Universidade, assim como os de muitos municípios, são aumentar o engajamento de trabalhos alinhados a ODS com características sociais”, afirma o coordenador adjunto do Mestrado Profissional em Ciências Ambientais, Prof. Dr. Paulo Fortes Neto. Nos mestrados acadêmico e profissional em Ciências Ambientais, por exemplo, foram apresentadas nesse mesmo período um total de 64 dissertações que abrangeram 9 dos 17 objetivos da Agenda 2030. A maioria das dissertações está alinhada com três objetivos: ODS 3 (saúde e qualidade de vida), ODS 6 (água potável e saneamento) e ODS 15 (proteger a vida silvestre).  “Essa foi a primeira medição que a gente fez. Esse levantamento refletiu que pontos devemos reforçar. Cada curso deve buscar condições para que os trabalhos caminhem em sentidos complementares, tentar direcionar os estudantes para buscar um ou mais objetivos”, reforça o pesquisador. A próxima análise do professor deve abranger o envolvimento dos municípios da RMVale com a Agenda 2030. Essa análise terá como base o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR), ferramenta criada pelo Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com o Sustainable Development Solutions Network (SDSN) e Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Confira abaixo os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. ODS 1 – Erradicar a pobreza ODS 2 – Erradicar a fome ODS 3 – Saúde e qualidade de vida ODS 4 – Educação de qualidade ODS 5 – Igualdade de gênero ODS 6 – Água potável e saneamento ODS 7 – Energias renováveis e acessíveis ODS 8 – Trabalho digno e crescimento econômico ODS 9 – Indústria, inovação e infraestruturas ODS 10 – Reduzir as desigualdades ODS 11 – Cidades e comunidades sustentáveis ODS 12 – Produção e consumo sustentáveis ODS 13 – Ação climática ODS 14 – Proteger a vida marinha ODS 15 – Proteger a vida silvestre ODS 16 – Paz, justiça e instituições eficazes ODS 17 –  Parcerias e meios de implementação

UNITAU inova e lança curso de pós-graduação em Ciências da Saúde

O curso é derivado do Programa de Pós-graduação strictu senso (mestrado e doutorado) em Odontologia em duas áreas: clínica odontológica e promoção, prevenção e tratamento em saúde Neste momento em que a geração de conhecimento de qualidade ganha maior relevância e a interdisciplinaridade se torna regra entre os pesquisadores, a Universidade de Taubaté (UNITAU) lança um novo curso de Pós-graduação em Ciências da Saúde. Serão duas áreas de concentração: clínica odontológica e promoção, prevenção e tratamento em saúde. Este curso é derivado do programa de Pós-graduação stricto sensu em Odontologia, que completa 30 anos de criação em 2021. Esta vinculação vai permitir a manutenção da chancela da Coordenação de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior (Capes). Há 17 anos, este programa recebe o conceito 4 por parte da Capes. Para a Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da UNITAU, Sheila Cortelli, esse desenho permitirá a manutenção do nível de excelência oferecido pela Universidade ao aprimoramento dos profissionais de Odontologia, ao mesmo tempo em que agrega possibilidades para outros segmentos da área da saúde, ampliando o leque de atuação. “Ao estimular a colaboração entre diversos perfis, esse novo curso contribui para o desenvolvimento de um conceito ampliado do que é saúde e de uma visão mais integrada do ser humano. Ao longo dos anos, a UNITAU ofereceu uma formação sólida a dentistas de vários estados e agora essa oportunidade se estende a outras profissões. Só pensando em nossos ex-alunos de graduação, a quantos médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e enfermeiros podemos, a partir de agora, dar continuidade em sua formação acadêmica”, avalia. Segundo a Pró-reitora, o curso de Ciências da Saúde já começa com outro atrativo, a oferta de 10 bolsas Capes, das quais quatro de mestrado (R$ 1.500,00) e seis de doutorado (R$ 2.200,00). A concessão das bolsas deve obedecer a alguns critérios específicos e será oferecida aos candidatos aprovados no processo seletivo. “O auxílio financeiro garante maior dedicação dos bolsistas ao desenvolvimento científico e tecnológico. Quando da conclusão do curso, a sociedade se beneficia não apenas do conhecimento gerado ao longo de anos de pesquisa, mas também ao receber recursos humanos qualificados com senso crítico mais apurado”. Ao todo, cerca de 30 novas disciplinas devem ser incorporadas ao curso. A ideia é reforçar a interdisciplinaridade por meio de temas convergentes. Para a formatação do curso, a PRPPG também se preocupou em reunir um time de pesquisadores da Universidade que possam estimular o desenvolvimento de atividades de relevância entre os alunos. Na linha de Ciências Ambientais na Saúde, por exemplo, os pesquisadores deverão avaliar o uso de produtos naturais, bem como a destinação final de resíduos sólidos e líquidos no impacto ambiental e serviços de saúde, além dos diferentes eventos atmosféricos relacionados à saúde humana.  “Houve um crescimento gigantesco na área da saúde com a colaboração de profissionais de diferentes áreas. Nada se resolve isoladamente. Vejo, com este curso, a possibilidade de irradiar conhecimento e agregar profissionais em todas as áreas da saúde”, afirma o Prof. Dr. Marcos Roberto Furlan, que integra o corpo docente dos mestrados acadêmico e profissional em Ciências Ambientais. Já os estudos em Epidemiologia e Clínica na saúde humana buscarão quantificar fatores de risco, estratégias de prevenção e de prognóstico de doenças crônicas comuns à população brasileira. “Nossa região não dispunha de um curso com essa formatação. Iremos abordar questões relacionadas ao Covid, processos infecciosos em tempos de pandemia em um ambiente multidisciplinar, com a correlação de vários fatores. Esse é um grande avanço para nossa Universidade”, comenta o Prof. Dr. Gilson Fernandes Ruivo, do Departamento de Medicina da UNITAU. Na área de Clínica odontológica, as linhas de pesquisa seguem avaliações do comportamento biomecânico, parâmetros clínicos e laboratoriais envolvidos nas diferentes etapas dos tratamentos, bem como o estudo das propriedades dos materiais empregados, os métodos diagnósticos e as modalidades terapêuticas. “Mantivemos a mesma estrutura do curso anterior e agora englobamos uma vocação multidisciplinar. Não é mais um curso voltado a cirurgiões dentistas, mas a todos aqueles que têm interesse na área da saúde humana”, avalia o coordenador-geral do Doutorado em Odontologia da UNITAU, Prof. Dr. José Roberto Cortelli. O período de inscrição dos candidatos para o programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde está aberto e segue até 1º de julho. A expectativa é de que as atividades comecem a partir de agosto. Mais informações sobre o programa, disciplinas e corpo docente você encontra nos links do mestrado e do doutorado.

FEMA – Curso de roteiro oferece 15 bolsas gratuitas

Serão aceitas as notas dos últimos anos do exame. Candidatos também podem apresentar o histórico escolar como forma de ingresso O projeto do Polo Audiovisual do Velho Oeste, financiado pela FEMA, acaba de divulgar as inscrições para seu primeiro curso de roteiro para cinema. Serão 15 bolsas gratuitas disponibilizadas a candidatos de todo o Vale do Paranapanema. O curso será realizado virtualmente em seis encontros, às segundas e quartas-feiras do mês de junho (23/06; 28/06; 30/06; 05/07; 07/07; 04/08), no horário das 19h às 21h, e irá oferecer as bases para a escrita de um roteiro, como gêneros dramáticos, estrutura narrativa, desenvolvimento de personagens, diálogos e cenas. O curso será ministrado por Priscila Sales, doutoranda em história e pesquisadora em cinema pela Unesp Assis e coordenadora de formação do Polo Audiovisual do Velho Oeste. Ao final das atividades, os participantes serão levados a produzir um roteiro coletivo de curta-metragem a ser filmado pelo grupo, e receberão, ainda, um certificado de conclusão emitido pela FEMA. As inscrições devem ser feitas pelo site www.polodovelhooeste.org/cursos, e além de dados cadastrais, os candidatos deverão enviar textos curtos de apresentação que serão avaliados pela comissão de seleção. Das 15 bolsas oferecidas, 10 serão reservadas a candidatos(as) que estudaram em escola pública, mulheres, negros, indígenas e público LGBTQIA+. O Polo Audiovisual do Velho Oeste é uma iniciativa fruto da parceria entre a FEMA e a Oeste Cinema, e prevê para 2021 uma série de outros cursos em áreas específicas do audiovisual a fim de formar novos profissionais da área na região de Assis.

Unifadra realizará palestra sobre a orientação pedagógica na Educação Infantil

A palestra será online AO VIVO e não ficará disponível para visualização posterior O curso de Pedagogia da Unifadra convida para uma webpalestra no dia 1º de junho, terça-feira, às 19h, com o tema “O processo de orientação pedagógica na Educação Infantil”. Andréia Guilhen Pinto, doutoranda e mestra em Educação pela Unesp, será a palestrante da noite e abordará o assunto a fim de contribuir no processo de construção de conhecimentos sobre a atuação na educação infantil. Professora de Educação Infantil na Prefeitura Municipal de Presidente Prudente, Andréia tem experiência na área da Educação atuando principalmente nos temas: formação de professores, início de carreira, identidade profissional, representações e saberes. A coordenadora do curso de Pedagogia da Unifadra, Profa. Dra. Vanessa Ribeiro Andreto, ressalta que o evento também servirá como um suporte teórico e prático para as discussões de estágio nessa etapa de ensino. Palestra: O processo de orientação pedagógica na Educação InfantilConvidada: Profa. Ma. Andréia Guilhen PintoQuando: 1º de junho, terça-feira, às 19hAssista em: https://meet.google.com/wuc-bgut-zjp

Curso de Farmácia da UniFAI inicia projeto inspirado na Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do SUS

Existe a expectativa de que o Herbário da UniFAI se torne autossustentável, podendo ser aberto à população O curso de Farmácia do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI), em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão, iniciou no último sábado, 15, as atividades do Projeto Fitoterápico junto aos acadêmicos do 1º, 3º, 7º e 9º termos. A proposta conta com a colaboração dos docentes Prof. Me. Rodolfo Kasuyoshi Kohori, Prof.ª Ma. Fernanda Blini Marengo Malheiros e do coordenador do curso, Prof. Dr. Bruno Ambrósio da Rocha. “O projeto tem como características norteadores a multidisciplinariedade e a integração de todos os anos da formação farmacêutica. Por meio desse projeto, os alunos se tornam protagonistas da pesquisa e desenvolvimento de fármacos, tão característico do profissional farmacêutico”, explicou o coordenador. Segundo o Prof. Dr. Bruno da Rocha, os acadêmicos serão responsáveis desde o plantio e cultivo de plantas medicinais, preparo delas para extração do insumo farmacêutico ativo (princípio ativo), desenvolvimento de medicamentos, controle de qualidade e dispensação deles para a entidades assistenciais, unidades básicas de saúde e aos moradores de Adamantina. “O projeto baseia-se no Programa Farmácia Viva, integrante da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do Sistema Único de Saúde [SUS], o qual visa complementar e, até mesmo, utilizar como terapêutica as plantas medicinais nas doenças de acometimento da população”, salientou o Prof. Me. Rodolfo Kohori. Para a acadêmica do 1º termo do curso de Farmácia, Júlia Fornari Rodrigues, “o projeto irá agregar muito conhecimento na formação acadêmica e ainda apresenta um tema atual dentro da área da Saúde”. O Prof. Dr. Bruno da Rocha destacou que “existe a expectativa de que o Herbário da UniFAI se torne autossustentável, podendo ser aberto à população adamantinense que, após encontros realizados pelos acadêmicos sobre supervisão dos professores, possa ser orientada quanto ao uso correto e seguro das plantas medicinais”.

Engenheiro agrônomo da UNITAU esclarece a importância da preservação das abelhas ao equilíbrio mundial

Estima-se que 73% de todas as espécies vegetais do planeta dependem da polinização feita por elas As abelhas são os insetos polinizadores mais importantes para o equilíbrio do meio ambiente, dos seres humanos e para a produção de alimentos. Estima-se que 73% de todas as espécies vegetais do planeta dependem da polinização feita por elas e, no Brasil, mais da metade das 141 espécies de plantas também necessitam da ação das abelhas.Algodão, café, caju, cebola, chuchu, coco, girassol, goiaba, jabuticaba, laranja, limão, melão, pêssego, tomate, berinjela e cacau são alguns dos alimentos polinizados por elas. Mas esses insetos voadores, que são essenciais para o mundo todo, desaparecem cada vez mais e por vários motivos. Com isso, a Organização das nações unidas (ONU) instituiu o dia 20 de maio como “Dia mundial das abelhas”, algo para conscientizar a população sobre a sua importância para os ecossistemas e no combate à fome no mundo, além de influenciar uma mudança nas atitudes da sociedade. O Prof. Dr. João Carlos Nordi, coordenador do curso superior de Tecnologia em Apicultura e Meliponiculturada Universidade de Taubaté (UNITAU), na modalidade EAD, explica como esses insetos polinizadores atuam no meio ambiente e na produção de alimentos.“A melancia é um excelente exemplo que mostra o trabalho fundamental das abelhas. Foi desenvolvida uma melancia sem sementes e ela não teve muita adesão, porque ela não era doce, então se estabeleceu essa relação com a semente e a doçura do fruto. Cada semente da melancia é produto de uma polinização, então como ela tem centenas de sementes, são feitas centenas de polinizações. Então, se eu não tiver as abelhas em quantidade suficiente, eu vou ter um comprometimento na qualidade do fruto e na quantidade de vitaminas também”, exemplifica o botânico. Um fenômeno chamado distúrbio do colapso das colmeias vem se intensificando com o tempo e ele é responsável pelo desaparecimento de muitas abelhas. Uma das causas desse fenômeno está relacionada com as más práticas no campo, quando as aplicações de agroquímicos e inseticidas não seguem as normas técnicas e recomendações agronômicas. A devastação do meio ambiente também tem grande influência sobre esse processo, pois as abelhas necessitam das plantas para a polinização e, com a falta de vegetação, a vida das abelhas é comprometida. Em dezembro de 2018, mais de 500 milhões de abelhas foram encontradas mortas por apicultores em apenas quatro estados brasileiros, segundo o levantamento da Agência pública e repórter Brasil. No estado de São Paulo, as perdas de abelhas giram em torno de 10 milhões. No Mato Grosso do Sul, 45 milhões. Em Santa Catarina, 50 milhões e no Rio Grande do Sul, 400 milhões. A causa da morte de cerca de 85% dessas abelhas foi o contato ou a ingestão de produtos químicos, agroquímicos e, principalmente, inseticidas. “Espero que o homem ainda esteja em sã consciência e não deixe esse processo do desaparecimento das abelhas acelerar. Albert Einstein já dizia que, se as abelhas desaparecessem, o ser humano teria um tempo de sobrevida de 4 anos, porque haveria fome no mundo e não teria mais a produção de diversos alimentos essenciais. O que seria produzido por outros polinizadores, que representam uma quantidade muito pequena, não seria suficiente para alimentar a população. Nós não podemos deixar que isso se torne uma realidade, está nas nossas mãos a reversão desse processo”, alerta o professor. Para preservar a vida desses insetos, deve haver boas práticas no campo e um planejamento de quando ocorrerá a pulverização por parte do agricultor, para que o apicultor tenha tempo de prender suas abelhas durante esse período e depois as solte. A preservação ambiental também é essencial para combater esse processo.  A UNITAU oferece diversas disciplinas, cursos e ações que estudam e que cuidam da sobrevivência das abelhas. Dentre eles, estão os cursos de Agronomia, Tecnologia em Apicultura e Meliponicultura, Tecnologia em Agroecologiae o curso de pós-graduação em Apicultura e Meliponicultura. Além dos cursos oferecidos, a Universidade abriga um centro de estudos apícola e um projeto de extensão chamado “Desenvolvimento sustentável da apicultura no vale do Paraíba e arranjo produtivo local”, que já conquistou um prêmio em primeiro lugar de sustentabilidade pelo Congresso de extensão do estado de São Paulo. As atividades desenvolvidas na UNITAU se destacaram pelo processo e pela qualidade. A Secretaria de desenvolvimento econômico do estado de São Paulo ofereceu recursos ao projeto de extensão para a criação de um entreposto de mel na Universidade. “O objetivo é recolher todo o mel e pólen da região para processá-los e fazer com que os apicultores saiam da clandestinidade e comercializem os seus produtos”, pontua o professor. O docente também conta que esse projeto irá oferecer bolsas de estudos para os alunos do curso de Agronomia, para trabalhar dentro do entreposto. “Ficamos muito felizes com todo o apoio e a parceria da Universidade e da reitoria”, conclui.

FEMA inaugura nova ala SUS na Santa Casa

Foram entregues espaços totalmente reformados e renovados: 23 quartos de enfermarias com 2 leitos e um sanitário cada, 2 salas de consultas de enfermagem, 4 salas de estudo para professores e estudantes de Medicina da FEMA, além de uma cozinha hospitalar e um refeitório A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), em parceria com a Santa Casa de Assis, inaugurou na tarde da segunda-feira, 17 de maio de 2021, em uma solenidade emocionante, a nova ala SUS da Santa Casa, que passou por uma grande reforma e ampliação. Os novos espaços contemplam 23 quartos de enfermarias com 2 leitos e um sanitário cada, 2 salas de consultas de enfermagem, 4 salas de estudo para professores e estudantes de Medicina da FEMA, uma cozinha hospitalar e um refeitório. Esta obra de ampliação da estrutura hospitalar da Santa Casa atingiu a todas as áreas de atendimento do Sistema Único de Saúde, o SUS, e foi financiada pela FEMA, como contrapartida de um convênio assinado entre as duas instituições, que tem como objetivo promover o internato de estudantes do curso de Medicina, oferecendo assim integração e desenvolvimento das habilidades, conhecimento e conduta médico-hospitalar no exercício profissional. O presidente da FEMA, Arildo Almeida, diz que se sente emocionado por fazer parte de um dia histórico como este, afinal essa reforma e ampliação leva mais acesso à saúde de qualidade a pacientes que tanto precisam, os do SUS. “Nós estamos oferecendo, enquanto instituição de ensino, o nosso melhor não só na ciência, mas também na estrutura. São leitos com tecnologia de ponta, enfermarias equipadas com os mais modernos aparelhos e nossos professores médicos e alunos da Medicina 100% à disposição de pessoas que necessitam de uma saúde pública de qualidade. Além de tudo isso ter sido feito em tempo recorde. E em plena pandemia de coronavírus podermos oferecer mais qualidade e dignidade para os pacientes da Santa Casa é uma alegria imensa”, ressalta Arildo. Telma Carneiro Spera de Andrade, provedora da Santa Casa, explica que a cooperação mútua oficializada por este convênio de reforma da ala SUS representa uma grande conquista para a saúde de Assis e região, em especial aos usuários do Sistema Único de Saúde. “Estes pacientes têm agora uma estrutura mais moderna e confortável no setor de internação e com mais profissionais médicos, que estão sendo capacitados dentro de uma instituição que há 100 anos prioriza o atendimento de saúde para todos, com humanização e qualidade. Estamos oferecendo mais conforto, segurança e qualidade com quartos com apenas dois leitos por enfermaria. Antes, alguns quartos chegavam a ter 7 leitos e hoje são apenas dois, oferecendo mais conforto e dignidade aos pacientes”, celebra Telma. Estiveram presentes no evento o presidente da FEMA, Arildo Almeida, o diretor executivo, Eduardo Vella, o diretor acadêmico, Gerson José Beneli, o vice-diretor acadêmico, Alex Poletto, o coordenador do curso de Medicina, Dr. Jairo dos Reis, além dos representantes da Santa Casa, como Telma Carneiro Spera de Andrade, provedora, dentre outros importantes membros do Conselho de Administração, como o presidente, Paulo José Delchiaro, e personalidades médicas de Assis, como o Dr. Roberto de Mello. Ainda marcaram presença autoridades municipais, como o prefeito de Assis, José Fernandes, acompanhado do vice-prefeito, Dr. Aref Sabeh, que já foi presidente do conselho de administração da Santa Casa, e da secretária da saúde, Cristiani Silvério de Andrade Bussinati, dentre outros.

Grupo de Estudos de Direitos Humanos da UniFAI realiza atividade em parceria com a ESMP

Enfoque dos debates foi o combate ao racismo; evento on-line é uma das atividades de extensão vinculada ao Núcleo de Cidadania e Ação Social (UniFAI-Cidadã) Na manhã do último sábado, 15 de maio, foi realizado o primeiro encontro do Grupo de Estudos de Direitos Humanos, com enfoque no combate ao racismo, do curso de Direito do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI). Trata-se de uma das atividades de extensão vinculada ao Núcleo de Cidadania e Ação Social (UniFAI-Cidadã), supervisionado pela Prof.ª Dra. Fernanda Stefani Butarelo. As atividades do Grupo de Estudos estão sendo desenvolvidas em parceria com a Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo (Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional), conforme Termo de Cooperação Técnica firmado entre as partes em 4 de novembro de 2019. O tema do Grupo é: “A defesa da igualdade formal e material entre negros e brancos”. O objetivo do Grupo de Estudos é incentivar, a partir das reflexões propostas, estudos e pesquisas que contribuam para a formação jurídica, bem como para a elaboração de trabalhos acadêmicos, com vistas a publicações e à produção de material de conscientização da sociedade sobre o tema. O encontro de sábado, realizado de forma remota, também foi um momento de celebrar a relevante parceria entre as Instituições e contou com a presença do reitor da UniFAI, Prof. Dr. Paulo Sergio da Silva, e do procurador de Justiça e diretor da Escola Superior do Ministério Público (ESMP), doutor Paulo Sérgio de Oliveira e Costa. Participaram também os promotores de Justiça, doutor José Roberto Fumach Júnior, assessor da ESPM, doutor Rodrigo de Andrade Fígaro Caldeira, coordenador regional da ESPM, e doutor Marlon Roberth de Sales, titular da 3ª Promotoria de Justiça de Adamantina (Promotoria da Cidadania). Estiveram presentes no encontro, o coordenador do curso de Direito, Prof. Me. Igor Terraz Pinto, e os professores mestres José Eduardo Lima Lourencini e Antonio Carlos Bassio Haddad. A exposição do tema foi realizada pela promotora de Justiça do Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância do Ministério Público do Estado de São Paulo e assessora do Centro de Apoio Operacional Criminal do Núcleo Racismo, especialista e mestranda em Direito Constitucional, doutora Maria Fernanda Balsalobre Pinto, e pelo promotor de Justiça doutor Filipe Viana de Santa Rosa, que tem formação em Criminologia e Investigação Criminal pela Universidade de Múrcia, na Espanha. Ambos atuam em Promotorias de Justiça de São Paulo, capital. Os 57 alunos inscritos no Grupo de Estudos participaram ativamente das atividades e, representados pelo aluno do 5º termo do curso de Direito, Ary Reinaldo Turra Boechat, agradeceram a oportunidade de aprofundar o conhecimento sobre o tema essencial para a formação jurídica e humana dos estudantes. O reitor, Prof. Dr. Paulo Sergio da Silva, agradeceu a parceria e cumprimentou o curso de Direito pelas atividades extensionistas que são realizadas, essenciais para a formação integral dos discentes. O diretor da ESMP, doutor Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, ressaltou a importância da atividade relacionada com o Grupo de Estudos de Direitos Humanos e afirmou o compromisso pela manutenção da parceria para outras atividades acadêmicas. “A ideia de desenvolver as atividades do Grupo de Estudos de Direitos Humanos, com enfoque no combate ao racismo, em parceria com a ESMP foi compartilhada inicialmente com o doutor Rodrigo Caldeira que ineditamente a abraçou. Em seguida, organizando as atividades, eu tive a alegria de conhecer a doutora Maria Fernanda e o doutor Filipe, Promotores de Justiça atuantes na área, com admirável sensibilidade sobre o tema proposto. Quero agradecer aos representantes do Ministério Público, na pessoa do diretor da Escola, doutor Paulo Sérgio Oliveira e Costa, e aos alunos e professores da UniFAI, na pessoa do reitor, Paulo Sergio da Silva, com a certeza de que o encontro de professores e estudantes de Direito com membros do Ministério Público do Estado de São Paulo, atuantes nas causas de Direitos Humanos, no combate ao racismo e a todas as formas de intolerância, certamente gerará bons frutos, tanto quanto à conscientização e formação humanística dos alunos, como ao despertar para a necessidade de atuar efetivamente em defesa da igualdade de direitos”, registrou a Prof.ª Dra. Fernanda Butarelo, organizadora da atividade extensionista.

‘FOME’ é a nova minissérie da FEMA TV

Série em quatro episódios aborda diversas perspectivas sobre a fome em Assis e Região Estreia em junho uma nova minissérie da FEMA TV. Produzida por estagiários da FEMA que atuam no Polo Audiovisual do Velho Oeste, a série documental traz diversos pontos de vista sobre a fome como ela tem se espalhado e agravado durante a pandemia. Serão quatro episódios que trarão entrevistados de Assis e Região para discorrerem sobre o assunto. De médicos a produtores rurais, historiadores, ativistas, professores e pessoas que passaram a sentir a fome no corpo durante o agravamento da crise sanitária da Covid-19. Além da fome física e da investigação sobre as questões estruturais que, em pleno Século XXI, ainda permitem que pessoas não tenham o que comer, serão abordadas a fome de afeto sentida por professores – que há meses dão aula online para câmeras fechadas – e os conflitos de jornalistas e populares que, mais de um ano após o início da pandemia, sentem fome de boas notícias. O projeto é uma iniciativa do FEMA Cidadania, que em 2021 está recebendo doações de alimentos para a distribuição às famílias afetadas pelo desemprego durante a pandemia. Dia 15 de maio, houve doação no campus da instituição,  conseguindo arrecadar uma tonelada de alimentos que foram doados ao Fundo Social de Solidariedade de Assis. Assista ao trailer de ‘FOME’ aqui. ‘FOME’ estreia em junho nas mídias digitais da FEMA TV. Inscreva-se no canal FEMA TV do Youtube e acompanhe!

Tecendo redes: professores da UniFAI participam de conferência internacional

Congresso organizado por universidades da Moldávia, da Romênia e da Polônia, ocorreu entre os dias 12 e 14 de maio Na última sexta feira, 14, a docente do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) e do Centro Paula Souza, Prof.ª Dra. Izabel Castanha Gil, e os egressos dos cursos de Geografia e História, Luan Calderaro Costa, de Tupã, e Victor Hugo Silva Souza, de Pauliceia, representaram o Brasil no evento científico denominado, em romeno, “Congresul international moldo-polono-roman: Educatia, Politici, Societate” (“Congresso Internacional Moldavo-Polonês-Romeno: Educação, Política, Sociedade”, em tradução livre), promovido pela Universidade Estatal de Tiráspol, em Chisinau, na Moldávia (no Leste Europeu). Os pesquisadores apresentaram o artigo, em inglês, “Study of the place as a strategy for self-knowledge and for the regional unit construction. A Brazilian experience” (Estudo do lugar como estratégia para o autoconhecimento e para a construção da unidade regional. Uma experiência brasileira, em tradução livre). O congresso organizado pela Universidade Estatal de Tiráspol, na Moldávia, em parceria com a Universidade de Craiova, na Romênia, e com a Universidade Pedagógica da Cracóvia, na Polônia, ocorreu entre os dias 12 e 14 de maio. No dia 14 apresentaram os trabalhos da seção “História no contexto dos desafios contemporâneos”. O evento, que teve início às 6 horas, no horário de Brasília (DF), contou com a apresentação de 25 trabalhos de participantes de nove países: Moldávia, Romênia, Polônia, França, Itália, Ucrânia, Federação Russa e Brasil. “O objetivo do congresso era exatamente o intercâmbio de experiências. Professores e pesquisadores de vários países participaram. Estou honrado com a participação dos brasileiros que apresentaram suas vivências na Nova Alta Paulista”, diz Valentin Constantinov, organizador do evento. A apresentação dos brasileiros teve início por volta das 10h30 e durou cerca de 15 minutos. O trabalho apresentava a metodologia de ensino/aprendizagem e pesquisa desenvolvida ao longo dos anos de 2020 e 2021, por meio do projeto Nossa Gente, coordenado pelo professor Victor Hugo Silva Souza, da Escola Estadual Prof. Orlando Guirado Braga, em Pauliceia, e pela Prof.ª Dra. Izabel Castanha Gil. O trabalho tem por objetivo compreender e valorizar a história local, regional e os sujeitos nela envolvidos, fortalecendo a noção de pertencimento. O trabalho, cuja primeira fase, levantamento e compilação dos dados quantitativos já está finalizado, contou com quase 30 pesquisadores voluntários, dentre eles estudantes universitários, do Ensino Médio, professores da rede estadual e membros da comunidade regional. No segundo momento, o artigo apresentou a pesquisa coordenada pelo professor Luan Calderaro Costa, nos primeiros meses do ano de 2021. O trabalho buscava levantar os dados pluviométricos das cidades localizadas entre os rios Peixe e Aguapeí, ao longo das últimas três décadas e a metodologia contou com a participação dos mesmos agentes supracitados. Os resultados obtidos já permitem compreender um pouco melhor o efeito das mudanças climáticas por extremo oeste paulista, no período pesquisado. Atuaram como mediadores o moldavo Prof. Dr. Valentin Constantinov e o docente universitário polonês, Prof. Dr. Dariusz Milewski. Em momento descontraído, depois da apresentação, os pesquisadores discutiram acerca da necessidade de cooperação mútua entre os acadêmicos de diferentes regiões do mundo, que, no geral, são desconsideradas pela comunidade acadêmica da Europa Ocidental e da América do Norte. Os textos apresentados durante a conferência serão publicados em breve em edição especial do evento.