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Vacina BCG completa 100 anos em 2021 e professor de Medicina da FEMA alerta para a importância da vacinação

Imunizante contra o vírus da tuberculose é disponibilizado gratuitamente pelo SUS desde 1976 Criada em 1921 em Paris no Instituto Pasteur, a vacina BCG (Bacilo Calmette-Guérin) completou 100 anos de existência no último dia 1º de julho. O imunizante protege contra o vírus da tuberculose e é disponibilizado gratuitamente a crianças de 0 a 4 anos pelo Sistema Único de Saúde do Brasil desde 1976. No entanto, mesmo sendo um imunizante que protege contra a tuberculose, uma doença infecto contagiosa, a porcentagem de crianças vacinadas vem caindo nos últimos anos. Segundo o DataSUS, em 2020 apenas 73,38% das crianças com idade oportuna se vacinaram, já em 2018 esse número foi bem maior, 99,72%. Olhando por esse lado, é importante reforçar ainda mais o quanto a Vacina BCG é importante, uma vez que essa ela previne formas graves da Tuberculose, suas sequelas e até mesmo a morte em crianças de até 4 anos, sendo essa faixa etária a que mais corre risco de complicações da doença. De acordo com o Dr. Hugo Belavenute Pinto, professor do curso de Medicina da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) e coordenador do Internato de Pediatria da instituição,“ a tuberculose é transmitida de pessoa a pessoa pelo ar, por meio de tosse, espirro ou fala e afeta principalmente os pulmões. Mas também pode comprometer ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). É por esse motivo que a vacinação é recomendada o quanto antes, ainda na maternidade, porque a tuberculose é altamente transmissível, e o contato com algum adulto infectado evolui de forma muito mais grave no recém-nascido, provocando sequelas ou alta mortalidade. A tuberculose está entre as 10 causas de morte no mundo: foram 10 milhões de casos e mais de 1 milhão de óbitos em 2019, embora haja vacina e tratamento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)”, explica o médico. “No Brasil, a doença é um sério problema de saúde pública, com maiores índices entre populações mais vulneráveis, como indígenas, moradores de rua e pessoas com HIV. Em 2020, o país registrou 66.819 casos novos de tuberculose. Em 2019, foram notificados cerca de 4,5 mil óbitos pela doença, segundo o Ministério da Saúde”, conta o acadêmico de Medicina, Marco Antônio Carvalho Gonçalves. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), além das crianças de 0 a 5 anos, a vacina também está recomendada na população adulta que convive com pessoas que possuem Hanseníase. Já suas contra-indicações são pessoas imunodeprimidas e recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que possam causar imunodepressão do feto durante a gestação e prematuros, até que atinjam 2 kg de peso. O imunizante pode ser encontrado também em Unidades Básicas de Saúde e clínicas privadas de vacinas.

UNITAU – Dia Nacional da Ciência marca acessibilidade do conhecimento

Comemorado no dia 08 de julho, a data tem como objetivo dar visibilidade às produções científicas e divulgar esse conhecimento para a comunidade de forma democrática A Profa. Dra. Sheila Cavalca Cortelli, Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade de Taubaté (UNITAU), reforça a importância da data e o papel fundamental do cientista nesse processo. “Cabe a nós, pesquisadores, falar sobre ciência de forma simples e acessível para que, gradativamente, ela se torne parte do cotidiano da população.  A figura do profissional cientista deve ser simplificada também”. A ciência nunca esteve tão em foco como agora, isso porque a pandemia causada pelo coronavírus mostrou que a vida depende da ciência. A pesquisa científica desempenha um papel de transformação dos aspectos sociais, econômicos e ambientais.  “Quando falamos em pesquisa, aliamos tanto a científica quanto a tecnológica, que gera riquezas e traz soluções. A pesquisa só tem sentido quando, em algum momento de sua evolução, beneficia a comunidade em algum nível. Essa é uma das prerrogativas da Universidade”, comenta a professora. Apesar de ser fonte de conhecimento para muitas questões da humanidade e as respostas resultarem em melhorias e evoluções, o cenário atual não é dos melhores para os pesquisadores. Em momentos de crise econômica, os recursos financeiros ficam mais escassos e a disponibilidade tende a se concentrar em poucas áreas. Isso torna o desafio de captar recursos e comprovar a relevância de uma pesquisa em particular ainda maior. “Temos de lutar a fim de impedir a estagnação das áreas do conhecimento mais afetadas. Particularmente, o Brasil ainda carece de aporte da iniciativa privada nos segmentos de pesquisa e desenvolvimento. Essa situação já foi pior, mas precisa avançar e muito”, ressalta a Pró-reitora. Neste momento de calamidade no país, a ciência é a saída. Prova disso são as vacinas e os medicamentos produzidos para combater o coronavírus, além dos avanços em questões comportamentais, como, por exemplo, o distanciamento social, a importância da higiene e o uso de máscaras. Pesquisadores da pós-graduação em Odontologia da UNITAU, por exemplo, participam de uma investigação científica para avaliar a contaminação de ambientes clínicos pelo SARS-CoV-2, causador da pandemia. Essa pesquisa integra um amplo projeto de abrangência nacional coordenado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), com a participação de  outras instituições. Com um olhar otimista e voltado para o futuro, a professora Sheila acredita em uma ciência cada vez mais próxima da comunidade e a pesquisa contribuindo com a construção de pessoas mais conscientes, tanto na perspectiva individual quanto na coletiva. “A geração e transferência de conhecimento por meio da ciência e da pesquisa definem um país. E, sobretudo, como ele é visto pelo mundo”, finaliza.

FEMA na Assistência Pós-Covid-19

Ambulatório de Atenção à Pacientes com Sequelas de Covid-19 deu início aos seus atendimentos no dia 07 de julho de 2021, alunos do curso de Fisioterapia fazem parte do corpo clínico A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), ciente da intensa taxa de transmissão da Covid-19 no território das Américas e que o aumento do conhecimento sobre a doença causada pelo vírus trouxe à tona outros fatores relacionados à covid, como complicações e sequelas, seguindo as orientações da Organização Pan-Americana de Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), começará a oferecer a partir do dia 07 de julho de 2021, em parceria com o curso de Fisioterapia da instituição, atendimento ambulatorial à indivíduos que foram acometidos pela covid-19. O Ambulatório de Atenção à Pacientes com Sequelas de Covid-19 tem como objetivo atender à demanda em saúde do município, prestando atendimento à comunidade carente de maneira continuada, preparando também os alunos do curso de Fisioterapia da instituição para que se tornem profissionais de saúde atentos às necessidades da população, estabelecendo os pacientes do SUS na centralidade do processo de atenção e promoção da saúde. Os protocolos de avaliação e intervenção foram previamente elaborados pelos alunos com orientação e supervisão da professora e coordenadora do curso de Fisioterapia da FEMA, Me. Maria Eulália Baleotti e da professora Dra. Cássia Regina Saade Pacheco. Os pacientes serão avaliados, e segundo informações obtidas sobre seu estado de funcionalidade, serão orientados e acompanhados até a alta fisioterápica, os atendimentos serão realizados na instituição Fema/Imesa, pelos alunos do 4º ano, 8º semestre do curso de fisioterapia acompanhados das professoras responsáveis. Para Baleotti, “o que esperamos é poder contribuir de maneira significativa na melhora da qualidade de vida dos pacientes que foram acometidos pela covid-19 e que estão apresentando sequelas. Sem o apoio da FEMA, que não está medindo esforços em contribuir e enriquecer ainda mais o papel social de nossa instituição, esse projeto não seria possível”, finaliza a coordenadora.

Alunos e docente de Educação Física da UniFAI apresentam trabalho em Simpósio Internacional de Atividade Física Adaptada

Trata-se do maior evento internacional que compete à área de atividade física adaptada, que trabalha com pessoas com deficiência em todas as esferas A Prof.ª Dra. Gabriela Gallucci Toloi Cardoso e os alunos Matheus Borges Iwazaki e Vinícius Natan Calixto de Souza, ambos atualmente no 7º termo do curso de Bacharelado em Educação Física, participaram de maneira remota de um simpósio internacional, representando o Brasil e o Centro Universitário de Adamantina (UniFAI). “É o maior evento internacional que compete à área de atividade física adaptada, a qual trabalha com pessoas com deficiência em todas as esferas. É extremamente importante para mim, como professora universitária, participar desse evento e representar a minha universidade”, explicou a Prof.ª Dra. Gabriela Toloi. Eles apresentaram o artigo “Proposta de atividades motoras adaptadas ao aluno com autismo visando apoio às atividades pedagógicas e sociais durante a quarentena da Covid-19”, que integrou o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) dos dois estudantes no curso de Licenciatura em Educação Física. “A partir da qualidade do TCC que o Vinícius e o Matheus fizeram, eu ofereci a eles essa possibilidade. Nós trabalhamos juntos no TCC e na reestruturação para esse novo formato que foi on-line, a nossa pesquisa teve coleta de dados, optou por algumas características de diferenciação por conta da Covid-19 [novo coronavírus] e o resultado foi extremamente significativo não só para eles, mas também para a família e o aluno com autismo que participou da pesquisa. Então, achei que a gente poderia tentar enviar esse trabalho para o ISAPA”, detalhou a docente. Realizado a cada dois anos, o International Symposium of Adapted Physical Activity (ISAPA – Simpósio Internacional de Atividade Física Adaptada, em tradução livre) deste ano foi organizado pela Universidade de Jyväskylä, na Finlândia, entre os dias 15 e 18 de junho e contou com a participação de centenas de estudantes do mundo todo, entre eles, 36 sul-americanos, sendo 24 brasileiros, nove chilenos, dois venezuelanos e um colombiano. O Brasil é o terceiro país com maior número de participantes, apenas atrás da Finlândia e dos Estados Unidos. Dez instituições brasileiras foram representadas no evento em 2021: Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com oito participantes; Universidade de Campinas (Unicamp), com cinco; Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com três; Universidade de São Paulo (USP), com dois; Universidade Católica de Brasília (UCB), com um; Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) com um; Universidade Federal do Pará (UFPA) com um; Universidade Federal de Viçosa (UFV), com um; HSA, com um; e UniFAI, com um participante (apenas a docente foi inscrita). Os participantes previamente inscritos são convidados pelo Comitê Organizador a enviar propostas de resumos para apresentações orais e pôsteres, bem como sessões inovadoras e mini simpósios on-line. O tema do ISAPA 2021 On-line foi “Parcerias de Qualidade em Atividade Física Adaptada: Mais Fortes Juntos!”. “Obviamente que partiu de grande dedicação de minha parte a reestruturação da nomenclatura inteira na língua inglesa e nos formatos do simpósio que é bem diferente do TCC que eles apresentaram. Mas os alunos participaram de maneira integral e se sentiram muito felizes com isso e a minha maior vitória e maior expectativa era por eles mesmo. O ápice de tudo isso foi quando nós fizemos a apresentação juntos, uma vez que essa apresentação pôde ser gravada e enviada ao simpósio ‘a priori’ do dia da apresentação, porque eles não tiveram a oportunidade de acompanhar e participar por conta do valor bastante expressivo [da inscrição]”, disse Gabriela. “Quero agradecer a professora Gabriela por proporcionar isso. Foi uma experiência incrível, foi algo especial por ter esse reconhecimento e ver nosso esforço ser recompensado com uma apresentação em um congresso internacional, pois nunca imaginei algo assim. Esse congresso contribui de forma positiva, pois é difícil ter essa oportunidade de apresentação internacional, podendo, assim, trazer diversas oportunidades futuras e, é claro, agregando valor na área profissional, na área pessoal e também é uma experiência de vida”, declarou Matheus Iwazaki. “Desde que ingressei na faculdade, de maneira nenhuma poderia sequer imaginar que teria essa oportunidade. Para mim foi um privilégio e uma grande honra. A orientação da Prof.ª Dra. Gabriela foi o que possibilitou o desenvolver desse trabalho, culminando no surgimento e realização deste sonho. Foi um grande desafio em todos os quesitos, mas também agradeço ao meu companheiro de trabalho, Matheus, por sempre me auxiliar em toda esta caminhada. Uma chance única e, graças a Deus, abraçamos com todas as forças”, comemorou Vinícius Natan. Segundo o site oficial do evento (em inglês), “o programa científico concentra-se em vários campos disciplinares e perspectivas”. Neste ano, os temas abordados foram: “Atividade física adaptada e envelhecimento”; “Políticas e práticas esportivas para deficientes”; “Equidade, igualdade e direitos humanos na atividade física adaptada”; Práticas inclusivas na pesquisa”; “Educação e atividades ao ar livre”; “Parceria de qualidade em Educação Física Adaptada”; “Desenho universal para aprendizagem e participação”; entre outros. “A educação física é uma área rica em conteúdo, na qual o profissional tem a possibilidade de trilhar muitos caminhos, cada área de atuação é fundamental para a saúde e educação. Fato é, que vemos diversos estudos científicos sendo desenvolvidos, ter tido essa experiência aumenta significativamente meus conhecimentos empíricos, aprimorando minhas habilidades, o ato de pesquisar também ensina o pesquisador. Sei que muitas coisas boas ainda estão por vir, sou imensamente grato por ter tido esta oportunidade”, detalhou Vinícius Natan. “Foi bastante emocionante vê-los ali participando e se sentindo orgulhosos pelo trabalho que eles fizeram no qual eu simplesmente fui a porta-voz na língua inglesa. Essa é minha meta como professora: poder propiciar aos alunos cada vez mais qualidade no ensino e em outras esferas, como participar de um simpósio internacional”, completou Gabriela Toloi.

UNITAU fala sobre a origem e as consequências da discriminação racial

A temática abordada é para comemorar o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, em 3 de julho Segundo o Artigo 1º do Estatuto da Igualdade Racial, a discriminação racial é toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica. O Estatuto ainda afirma que essa exclusão fere os direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social e cultural. Mesmo com a libertação dos escravos em 1888, a distinção e o preconceito racial ainda são facilmente identificados na sociedade brasileira. A fim de estimular a reflexão para o combate à discriminação racial e garantir que todas as pessoas tenham seus direitos devidamente compridos, no dia 3 de julho de 1951, foi instituída a primeira lei contra o racismo no Brasil. Inicialmente, a lei estabelecia como violação penal qualquer prática consequente de preconceito por raça ou cor, mas foi modificada em 1985, transformando essas práticas em crime inafiançável e ampliando as penas para até cinco anos de prisão. Portanto, no dia 3 de julho é comemorado o “Dia nacional de combate à discriminação racial”. O Prof. Dr. Moacir José dos Santos, docente no curso de História e diretor do Instituto Básico de Humanidades (IBH) da Universidade de Taubaté (UNITAU), explica que o racismo presente na sociedade brasileira corresponde às características atuais do país, como as barreiras de ascensão social, que excluem a população negra do processo econômico, social e cultural. “Nós podemos observar, por intermédio de indicadores sociais, como a questão do acesso ao saneamento básico, à segurança, à educação, inclusive quanto à mortalidade por conta da Covid-19 é maior nas populações que sofrem preconceito”, ressalta. O racismo foi por muito tempo naturalizado na sociedade e, muitas vezes, o debate sobre esse tema causa constrangimento ou irritação, porque provoca nas pessoas a necessidade de refletir sobre suas ações. Atualmente, é perceptível a necessidade de enfrentar o racismo, e diversos setores da sociedade brasileira já adquiriram práticas que vão contra a essa ideologia. “O racismo estrutural é uma forma de estabelecer barreiras para os grupos que sofrem o preconceito. Então, ele torna a sociedade mais desigual e dificulta o acesso a oportunidades, não apenas econômicas e de educação, mas o próprio tratamento perante a lei. Nós percebemos que os grupos que sofrem racismo na sociedade brasileira o sofrem de uma maneira constante, e isso dificulta a maneira como as pessoas buscam oportunidades, então, de fato, o racismo prejudica o desenvolvimento da sociedade”, esclarece o professor Moacir. “Eu acredito que além de debater o tema do racismo estrutural, para que as pessoas possam identificá-lo e combatê-lo, as políticas públicas que permitem acesso às universidades,à educação e a oportunidades econômicas devem reduzir as diferenças de oportunidades entre os grupos que sofrem racismo e aqueles que o não sofrem. É preciso a atuação do Estado a partir de políticas públicas que tenham continuidade durante vários governos, isso pode garantir o combate efetivo do racismo estrutural”, finaliza o historiador. O Prof. Me. Ernani Assagra Marques Luiz, especialista em ciências criminais e docente no curso de Direito na UNITAU, expõe que as leis agem para garantir comportamentos que deveriam ser voluntários, mas não são. No caso do racismo, as sentenças podem ser recebidas por dois campos diferentes. No âmbito criminal, a pena de privação de liberdade é aplicada ao agente que praticou a conduta. Já no âmbito cível, o agente pode receber uma sentença que o obriga a indenizar a pessoa ou grupo ofendido, sendo que esta condenação pode atingir até os herdeiros do agressor no limite dos seus bens. “Quando o comportamento humano não é voluntário, no caso de igualdade entre as pessoas, o Direito entra em cena para obrigar esse comportamento, o que chamamos tecnicamente de ‘ação afirmativa’, como no caso da lei Maria da Penha, que protege as mulheres; da mesma forma, a Lei 7.716/89 obriga o tratamento igualitário entre pessoas que se diferenciam pela sua cor da pele, pela etnia, pela religião ou pela nacionalidade”, pontua o advogado. O docente também explica que, quando a discriminação atinge uma única pessoa, o agente que pratica essa conduta pode receber uma pena de 1 a 3 anos e multa. Já quando a discriminação atinge um grupo de pessoas, a depender da forma como ocorreu, a pena pode chegar a até 5 anos. “A principal causa de racismo nos dias atuais ainda se baseia na cultura de que algumas pessoas devem ser subservientes a outras, resquício, por exemplo, da época da escravidão. Mesmo que a lei condicione as pessoas a agirem de forma igualitária, qualquer discriminação, e isso inclui o racismo, só terá solução quando for trabalhado na base da educação, tornando-se a igualdade entre as pessoas algo natural no comportamento humano e não impositivo legal”, reflete o professor Ernani.

AIMES realiza encontro online sobre LGPD e Segurança da Informação

O evento ocorreu com o apoio da Infinity ITServices A Associação das Instituições Municipais de Ensino Superior de São Paulo (AIMES) realizou no último dia 29, um encontro sobre LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e Segurança da Informação no universo das Instituições Municipais de Ensino Superior, destinado aos reitores das Universidades associadas e profissionais das áreas de Tecnologia da Informação e Direito, incluindo professores e alunos. O evento ocorreu gratuitamente de forma online e recebeu o apoio da Infinity  ITServices. Para compor a mesa de debates, foram convidados os palestrantes: Cibele Malvone, diretora e conselheira do Movimento de Defesa da Advocacia-MDA. A especialista em Direito Processual Civil pela PUC-SP e em Direito Empresarial pela FGV-SP abordou os aspectos legais, riscos e conformidade da LGPD às Instituições Municipais de Ensino Superior; Gustavo Chamadoira, gerente de Engenharia da Fortinet, empresa líder global em soluções em Cybersegurança. O profissional tratou sobre os desafios e soluções da segurança da informação no setor da educação; Gustavo J. Martins, perito em Computação Forense. O especialista em Cybersegurança palestreou sobre o assunto e a conscientização dos usuários; Adiel Guerreito Ortiz, consultor de tecnologia, negócios e inovação da Consulting & GO. Com experiência de mais de 30 anos na área de Tecnologia da Informação, o especialista abordou sobre a iniciação e adequação à LGPD. Além das palestras, os participantes concorreram a prêmios ao final do evento. O encerramento ficou por conta de Rodolfo Bento Matos, que é sócio-proprietário da Infinity ITServices. Para o presidente da AIMES Eduardo Vella, o encontro foi um sucesso e teve adesão de muitos participantes. “Apesar da pandemia, conseguimos realizar um evento extremamente importante e com um grande número de pessoas interessadas acerca desta nova etapa da LGPD”, enfatiza. Para quem não conseguiu acompanhar as palestras ao vivo, o evento está disponível neste link.

UNITAU – Psicóloga lista 10 dicas para a escolha da graduação

As dicas foram dadas por meio de uma live no Instagram com a participação de professores da instituição Para auxiliar no momento da escolha profissional, a Universidade de Taubaté (UNITAU) promoveu, durante os dias 15, 16 e 17 de junho, a “Jornada do futuro”, uma série de lives realizadas no instagram da UNITAU, com a participação de especialistas no assunto. Os professores trouxeram dicas de como enfrentar o momento e decidir pelo curso certo. Eles ainda conversaram sobre o mercado de trabalho, os desafios durante a pandemia e as oportunidades que virão. A segunda live foi marcada por reflexões importantes feitas pela Profa. Dra. Adriana Leônidas de Oliveira, docente no curso de Psicologia da UNITAU. A psicóloga, especializada em psicomotrocidade, listou 10 dicas sobre “Como escolher o curso certo” e respondeu, em tempo real, as dúvidas dos internautas. Confira as dicas a seguir: 1 – Busque o autoconhecimento “Procurem pistas dentro de vocês. Olhe para você. O autoconhecimento é a base que vocês precisam para tomar as decisões mais adequadas. É difícil fazermos escolhas, se não nos conhecermos.” 2 – Avalie os seus interesses e as suas habilidades “É muito importante vocês avaliarem quais os interesses, as preferências e as habilidades que você tem para fazer várias atividades. Interesse é tudo aquilo que você gosta de fazer e habilidade é tudo aquilo que você tem facilidade para fazer.” 3 – Informe-se sobre as diferentes áreas do conhecimento e os cursos de cada área “Nós temos três grandes áreas e dentro delas temos vários cursos. A área de exatas é aquela que usa a matemática, o raciocínio lógico. Temos muitos cursos nessa área, como o de Matemática, o de Física, os das Engenharias e os cursos relacionados à computação. A área de humanas visa compreender os relacionamentos do ser humano, para viver em sociedade, compreender suas necessidades e seus interesses. Temos vários cursos interessantes na área de humanas: Administração, Economia, Ciências Contábeis, Pedagogia, Letras, Publicidade, Jornalismo, Relações Públicas… E a terceira grande área, a da biociências, que estuda a diversidade da vida, para entender como ela funciona. Temos cursos como o de Medicina, o de Enfermagem, o de Psicologia, o de Odontologia, o de Nutrição, o de Fisioterapia, de Educação Física e o de Biologia.” 4 – Pesquise as profissões do seu interesse “Essa pesquisa é muito importante para evitar que vocês acreditem em determinados mitos. Como, por exemplo, quando falamos do curso de Letras, muitas pessoas pensam que quem estuda necessariamente vai ser professor. Mas o profissional de Letras pode trabalhar em muitas outras áreas.” 5 – Fique por dentro do mercado de trabalho “Procurem conhecer o mercado de trabalho tanto atualmente, como no futuro. Isso é bem importante para vocês terem essa dimensão de perspectivas futuras do mercado em que vocês vão atuar.” 6 – Analise o seu curso de interesse “Busquem informações sobre ocurso em que vocês têm interesse. As características do curso vão dar diferentes possibilidades de atuação. A grade curricular, por exemplo, vai dar uma noção de qual é o enfoque que o curso dá e até para saber se vai ao encontro do que você tem interesse naquela área.” 7 – Faça uma pesquisa detalhada sobre as instituições de ensino “Na hora de escolher o curso, é muito importante você escolher a universidade certa, uma universidade de qualidade, que tenha história, tradição. Faça uma visita ao departamento em que você quer estudar. Todos os departamentos da UNITAU estão abertos para vocês.” 8 – Aprenda a lidar com as pressões “Esse momento de escolha do curso, da profissão é um momento em que muitas vezes vocês sentem muita pressão externa. É muito importante vocês conseguirem identificar o que é a sua vontade, o seu sonho, e qual é a vontade e o sonho do outro.” 9 – Considere a sua satisfação pessoal “Na nossa futura profissão, é muito importante a gente ter satisfação e ser feliz. A felicidade tem de ser o peso maior na nossa decisão. Os profissionais satisfeitos são os melhores profissionais em qualquer área.” 10 – Não se preocupe se você errar “Uma preocupação muito comum das pessoas nesse momento de escolher é de escolher errado. Se você escolher errado, não tem problema nenhum. Muitas pessoas acham que decidir a graduação é tudo ou nada, mas não precisa ser assim. Se você perceber, ao longo do caminho, que a escolha que você fez não é a aquela que está deixando você feliz, é possível mudar.” Essas e outras informações ainda estão disponíveis no IGTV do instagram da UNITAU. Confira e transforme a sua carreira.

FEMA abre inscrições para Transferência Externa no curso de Medicina

FEMA prorrogou o prazo para inscrições de Transferência Externa de Medicina para até 8 de julho de 2021 A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) comunica que o Processo Seletivo para preencher as vagas de Transferência Externa para o curso de graduação em Medicina, do Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis (IMESA/FEMA) com ingresso para o segundo semestre de 2021 estão com inscriçoes prorrogadas até o dia 8 julho de 2021. Para se inscrever no Processo Seletivo para transferência externa do curso de Medicina é necessário que os candidatos estejam regularmente matriculados em Cursos de Medicina em qualquer instituição de ensino superior brasileira, devidamente autorizada pelo Ministério da Educação do Brasil ou órgão correlato. As provas do Processo Seletivo serão aplicadas no dia 13/07/2021, no câmpus da FEMA. Elas serão divididas em duas etapas, sendo a primeira uma Prova Escrita, que ocorrerá às 8h30, no bloco 11 e a segunda uma Prova Prática, também no bloco 11. As disponibilidades para cada módulo/semestre são: 2ª Etapa/semestre – 01 vaga 3ª Etapa/semestre – 01 vaga 5ª Etapa/semestre – 01 vaga 6ª Etapa/semestre – 01 vaga 7ª Etapa/semestre – 01 vaga 8ª Etapa/semestre – 01 vaga Para realizar as inscrições basta o candidato dirigir-se à Seção de Alunos da FEMA, das 8 às 12 horas e das 13h às 17 horas, no período de 24 de junho a 08 de julho de 2021. Para mais informações, como quais documentos são necessários, podem ser conferidas no edital do Processo Seletivo para Transferência Externa através do site www.fema.edu.br. CLIQUE AQUI PARA VER O EDITAL

Alunos e egressos da UNITAU se destacam no mundo esportivo internacional

Seja na área de Educação Física ou Fisioterapia, os alunos conseguem conciliar as atividades acadêmicas e profissionais com o próprio apoio da Universidade Assim como muitas profissões, a carreira de um atleta exige muito foco e disciplina logo cedo. Nos primeiros anos de vida, já pode ser perceptível o empenho e a dedicação para determinados esportes. Porém, para se aprofundarem na carreira e adquirirem cada vez mais experiência, muitos buscam por uma graduação. A Universidade de Taubaté (UNITAU), por exemplo, forma, há anos, diversos atletas e profissionais que atuam no mundo todo. O Prof. Me. Edésio da Silva Santos, diretor do Departamento de Educação Física da UNITAU, ressalta a importância da graduação para o atleta, pois isso possibilitará muitas oportunidades para ele. “A diferença do atleta que tem graduação para aquele que não tem é gritante. Um atleta, quando para de jogar, se sente perdido em relação ao que fazer, já o atleta graduado pode se tornar técnico, personal, professor, ou ainda pode escolher outra profissão dentro da área dele”, diz. O professor ainda conta que muitos atletas que já passaram pela UNITAU tiveram, inclusive, o incentivo financeiro por meio da bolsa atleta, disponibilizada pela Pró-reitoria Estudantil da Universidade. “Eu vejo o Tatá e tenho muito orgulho. Foi nosso aluno e hoje está na seleção brasileira! Vai representar o Brasil no Japão. É uma honra para o país e para todos nós. Para nós, professores, é um trabalho que nos deixa muito felizes. Não só por esses que são conhecidos, mas por todos aqueles que conseguiram atingir, pelo esporte, os seus maiores objetivos”, expõe. O egresso do curso de Educação Física Marcus Ricardo de Oliveira, mais conhecido como Tatá e atual técnico da seleção brasileira de handebol, iniciou sua carreira com o esporte desde cedo. Além de ter feito parte do time de handebol de Taubaté, passou por diversos outros, como o de Pindamonhangaba, o Clube Vasco da Gama, o de São José dos Campos e o de Guaratinguetá. Em 2007, Marcus foi nomeado treinador da equipe de handebol de Taubaté, enquanto ainda era estudante. Logo em seguida, em 2008, concluiu sua graduação na UNITAU.  “Como eu já era muito ligado na parte organizacional da equipe, gostava de dar treino junto com o treinador e estudava bastante a modalidade handebol, decidi que, para eu ter um pouco mais de êxito e uma carreira como treinador, teria de fazer o curso de Educação Física. Então, escolhi a Universidade de Taubaté por ser bem conceituada na área e consegui uma bolsa de estudo, a bolsa atleta, que me ajudou muito”, relembra. A ginasta Jade Louize Lopes de Aguiar está no último ano do curso de Educação Física e também é uma atleta que teve contato com o esporte desde cedo e, atualmente, participa de competições e torneios. “Eu tinha por volta de seis anos quando tive o primeiro contato com a ginástica, porém não levei adiante. Voltei a treinar com onze anos, mas não oficialmente. Bem mais velha, com quinze anos, procurei pela ginástica rítmica de Taubaté e estou nela até hoje”, conta. A aluna comenta que optou por realizar a graduação para expandir o seu horizonte em relação ao mundo esportivo. “Ao longo dos anos, tive a oportunidade de me apaixonar cada vez mais pelo esporte. Surgiu em mim a vontade de ser técnica de ginástica rítmica, então optei pela graduação. A UNITAU me proporcionou diversas oportunidades”, menciona. A Profa. Dra. Alex Sandra Oliveira de Cerqueira Soares, diretora do Departamento de Fisioterapia da UNITAU, relata que o curso recebe muitos atletas e ex-atletas que têm uma grande vocação para trabalhar na área, mas também menciona que outros estudantes ingressam com outros interesses e, quando se aproximam do universo da Fisioterapia esportiva, se encantam pela área de atuação. Os universitários ainda vivenciam a área em projetos de extensão, como o “InformaDor”, que trabalha com a prevenção de lesões. “O esporte ensina que a dedicação e o empenho são necessários para alcançar todos os objetivos e, junto disso, vem o senso de equipe. Acho que isso forma grandes pessoas”, complementa a docente. “Fico muito feliz de saber que os alunos se destacam hoje, pois os conceitos básicos e essenciais que oferecemos a eles na graduação tornaram-se a base que eles levam para a vida profissional e ainda têm a sede por aprender”, finaliza. Um dos egressos do curso de Fisioterapia que se destacou no meio esportivo após a graduação foi Victor Campos de Faria, que concluiu o curso em 2020. O fisioterapeuta relembra que jogava futebol desde criança e, quando cresceu, decidiu que iria trabalhar na área. A trajetória de Victor se iniciou em 2018, quando estagiou na categoria de base do Esporte Clube Taubaté (ECT). Em 2019, subiu para a equipe principal do ECT e assumiu também a equipe do futebol feminino. Já em 2021, participou de um processo seletivo no Sport Club Corinthians Paulista, no qual foi aprovado e assumiu a equipe principal de futsal do time.  “O curso de Fisioterapia foi um divisor de águas na minha carreira. Desde o início da graduação, sempre tive o interesse pela fisioterapia esportiva e queria trabalhar com isso. A Universidade me abriu portas para participar de congressos, cursos relacionados à área, fazer contatos com muitos profissionais e visitar centros de reabilitação”, relata o profissional. Rodolfo Aparecido de Melo Monteiro é mais um exemplo de que a graduação foi fundamental na carreira. O ex-aluno do curso de Fisioterapia, da turma de 2010, conta que, após inúmeras visitas a treinamentos da equipe brasileira de judô, foi convidado para atuar em um evento em São Paulo, junto à seleção brasileira de judô. Foi aprovado e, desde então, faz parte da equipe médica da seleção. “No momento da matrícula, eu já imaginava trabalhar na área do esporte, só não esperava que o destino iria me colocar junto a uma seleção brasileira olímpica. Hoje, é o mais alto patamar dentro da profissão, podendo colaborar no tratamento de atletas reconhecidos mundialmente e representando seu país”, conta.  Rodolfo evidencia que o corpo docente do curso e o contato que teve com a

Farmácia da UniFAI aplica avaliação interdisciplinar e cria ferramenta para avaliar o processo ensino-aprendizagem

Avaliação Institucional Farmacêutica (AIF) tem por objetivo a integralização de todas as disciplinas cursadas pelos acadêmicos O curso de Bacharelado em Farmácia do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) realizou no dia 22 de junho, a primeira Avaliação Institucional Farmacêutica (AIF). Essa avaliação tem por objetivo a integralização de todas as disciplinas cursadas pelos acadêmicos evidenciando a interdisciplinaridade no processo ensino-aprendizagem. A avaliação, dependendo do termo em que o aluno está matriculado, é composta por questões de múltiplas escolhas desenvolvidas por meio da Taxonomia de Bloom, a mesma utilizada para a elaboração do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), do termo de matrícula do aluno e dos termos cursados anteriores ao semestre atual. Nesse sentido, um aluno matriculado no 9º termo realizará a avaliação contendo questões do 1º, 3º, 5º, 7º e 9º termos, por exemplo. Segundo o coordenador do curso, Prof. Dr. Bruno Ambrósio da Rocha, desenvolvedor da ideia e aprovada pelos docentes e acadêmicos do curso, a AIF permitirá avaliar o processo ensino-aprendizagem, defasagens de aprendizado (vertente de amplo impacto no contexto pandêmico) e a correlação interdisciplinar do curso (pilar de sustentação). “Adicionalmente, destaca-se que mesma pautará estratégias a serem desenvolvidas pela coordenação, núcleo docente estruturante, colegiado de curso, docentes e alunos, de reforço acadêmico; de minicursos/workshop e/ou intensivos de estudos objetivando zelar pelo aperfeiçoamento e qualidade da formação farmacêutica”, explicou. O aluno Maurício Nagatani, do 9º termo, destacou o seu contentamento com o curso de Farmácia ao dizer que “as inovações e as adequações perante o curso são de extrema importância para o futuro da formação acadêmica”. Ele salientou ainda que “esse tipo de avaliação faz com que podemos revelar o grau de ensino e quais meios devem ser seguidos para atingir a qualidade deseja do curso”. “Esta avaliação é um marco diferenciador do curso de Farmácia do Centro Universitário de Adamantina permitindo a visualização da integração disciplinar desde o ciclo básico até ao ciclo farmacêutico de formação do profissional farmacêutico”, emendou o Prof. Dr. Bruno da Rocha. O coordenador do curso pontuou ainda que a avaliação também possibilita uma autoanálise quando ao processo de aprendizagem durante a formação farmacêutica, possibilitando uma comunicação/interação cada vez mais direta entre os envolvidos voltadas para a melhora crescente do curso. “A Avaliação Institucional Farmacêutica é uma forma de garantir o acompanhamento da evolução do aluno, assim como estimular o estudo e atualizações constantes não apenas dos conteúdos atuais, como também do que foi visto em anos anteriores”, disse a Prof.ª Dra. Mayra de Almeida Paio, docente do 3º e do 7º termos). Ela ainda enfatizou que a avaliação “além de um instrumento que prepara o aluno para o Enade e o mercado de trabalho, também é possível destacar que irá auxiliar na formação de uma visão integrada do curso de Farmácia como um todo, e não desmembrado nas diversas disciplinas”. Avaliação Enade do curso de Farmácia A última avaliação do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, realizada em 2019, atribui conceito 3 ao curso de Farmácia da UniFAI. Essa avaliação pontua as instituições com conceitos entre 1 e 5, sendo 1 um curso de qualidade ruim/insatisfatório e 5 um curso de qualidade excelente. Ao mesmo tempo, a presenta avaliação conceitua a formação social/humanística e a formação profissional dos acadêmicos e, neste contexto, o curso de Farmácia da UniFAI conquistou conceito semelhante à média estadual e federal dos cursos de Farmácia existentes. No entanto, a coordenação, o núcleo docente estruturante, os docentes e os alunos sabem que a qualidade do curso pode melhorar cada dia mais e, diante dessa prerrogativa, estão desenvolvendo ferramentas metodológicas para garantir a qualidade da formação Farmacêutica nesta Instituição de Ensino Superior. “Dentre essas ferramentas metodológicas, a AIF marca o início de uma dessas propostas pois, por meio dela, diversas atitudes poderão ser desenvolvidas voltadas única e exclusivamente para a qualidade da formação dos nossos alunos”, concluiu o Prof. Dr. Bruno da Rocha.