Aluno da UNITAU partilha experiência como empreendedor em evento do HITT
Em abril de 2021, Robinson Oliveira Felix iniciou o desafio de desenvolver sua startup, a Clapes me soluções financeiras inteligentes. O aluno do primeiro ano de EAD de Gestão Financeira da Universidade de Taubaté (UNITAU) encontrou no Hub de Inovação Tecnológica de Taubaté (HITT) o ambiente acolhedor para transformar seu sonho em realidade. A experiência de Robinson foi uma das compartilhadas a convidados na última sexta-feira, dia 17 de dezembro, durante evento de apresentação dos 17 novos projetos aprovados na primeira turma do 3º edital de desenvolvimento de startups do HITT. “O HITT é muito importante para a troca de conhecimentos. Muitas vezes, não encontramos solução para um problema, mas sentamos com os nossos parceiros e conseguimos resultados”, afirma Robinson. O HITT é um espaço de inovação e tecnologia mantido pela Prefeitura de Taubaté, com gestão da Fundação de apoio à pesquisa, tecnologia e inovação (Fapeti), da UNITAU. O hub está localizado no 2º piso do Via Vale Garden Shopping, que também é parceiro da iniciativa. Atualmente, o HITT abriga 11 startups residentes responsáveis pela geração de 420 empregos e cumpre sua função de ser um ambiente acolhedor para tornar realidade projetos que tragam o desenvolvimento regional e melhorem a vida das pessoas. “Defendo que a Universidade de Taubaté esteja inserida nessa pauta da inovação, não somente com a gestão do HITT, mas também com o desenvolvimento de projetos”, destaca a reitora da Universidade, Profa. Dra. Nara Lucia Perondi Fortes. Setores como o agronegócio, a educação, o desenvolvimento de cidades inteligentes, a promoção da saúde, a indústria 4.0, as finanças, a energia e o saneamento estão entre os que apresentam maior potencial de geração de novos negócios. “Nós apoiamos a inovação. A gente busca pessoas que pensam diferente, que têm potencial para novos modelos de negócios. Temos, no HITT, apoio em mentorias, consultorias, possibilidades de interação e network, salas para reuniões, todo um ambiente para que os projetos possam ser desenvolvidos”, complementa o gestor do HITT, Altair Emboava. Mais informações sobre o HITT você encontra aqui.
Parceria entre a Enfermagem Uni-FACEF e fundação promove a responsabilidade social
A parceria possibilitou, aos estudantes, diversas práticas e uma rica vivência O Departamento de Enfermagem do Uni-FACEF estabeleceu importante parceria com a Fundação Espírita Judas Iscariotes, buscando o fortalecimento da aproximação dos estudantes junto aos cenários de práticas. Durante os meses de outubro e novembro desse ano, os estudantes colocaram em prática os projetos de intervenção, elaborados durante a disciplina de Projeto Integrador, e que compreendiam atividades junto aos moradores do Serviço de Residência Terapêutica, com foco em saúde da mulher (Outubro Rosa), higiene e autocuidado, o uso do lúdico no contexto da saúde mental, além da capacitação dos profissionais em primeiros socorros: parada cardiorrespiratória, convulsões e engasgo, preparando os colaboradores, para que, diante de uma situação de emergência, saibam agir oportunamente, prestar os cuidados imediatos até que o Serviço de Emergência (SAMU) chegue ao local e, assim, evitar possíveis complicações ou agravamentos. Todas as atividades foram supervisionadas pelas Professoras Ma. Patrícia Reis Alves dos Santos e Dra. Márcia Giacomini, com o apoio da coordenadora do Departamento, a Profa. Dra. Livia Maria Lopes Gazaffi. Parceria foi fundamental para formação dos futuros enfermeiros Esta importante parceria estabelecida entre o Uni-FACEF e a Fundação Espírita Judas Iscariotes foi de extrema importância, uma vez que oportunizou o protagonismo dos estudantes em seu processo de ensino-aprendizagem, possibilitando o compartilhamento dos conteúdos trabalhados no semestre, assim como foi uma vivência riquíssima para o crescimento pessoal, de vida e cidadania, superando todas as expectativas. Agradecimento Agradecemos a todos os colaboradores e ao presidente da Fundação Judas Iscariotes, Sr. Cloves Plácido Barbosa, pelo acolhimento e pela troca de experiências com nossos estudantes e professores.
FEMA divulga Anais do XIV Fórum Científico
Realizado, virtualmente, entre os dias 13 e 14 de outubro de 2021, o Fórum Científico proporcionou aos pesquisadores, estudantes e profissionais de Assis e região, oportunidades para expor e discutir os problemas relacionados aos tópicos mais atuais da Ciência e da Tecnologia O XIV Fórum Científico da Fundação Educacional Município de Assis (FEMA), realizado entre os dias 13 e 14 de outubro de 2021, de forma remota, reuniu trabalhos relacionados a Programas de Iniciação Científica e de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) em fase de finalização, nas áreas de Administração e Ciências Contábeis, Publicidade e Propaganda, Direito, Informática (Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Ciência da Computação), Química Industrial, Enfermagem, Fisioterapia e Medicina e, agora, já se encontram em resumos disponíveis gratuitamente no Anais do Fórum Científico, publicado no site da FEMA no final de novembro. Para o responsável pelo Fórum, o vice-diretor acadêmico Alex Poletto, “é uma felicidade poder ver a qualidade dos trabalhos apresentados no nosso evento, ao longo daqueles três dias de atividades. Já são 14 anos de Fórum, gerando contribuições relevantes na área de pesquisa, e preciso agradecer a toda a Comissão Organizadora, os coordenadores de curso, a direção acadêmica e executiva que tornou este evento possível esse ano, com uma programação que envolveu mais de 100 trabalhos de diversos cursos da instituição“, comenta Poletto. Na nova edição dos anais do Fórum, que pode ser acessado através deste link, é possível ter acesso aos resumos dos 100 trabalhos apresentados durante a 14ª edição do evento. São pesquisas nas áreas das Ciências Gerenciais, Comunicação, Direito, Enfermagem, Fisioterapia, Informática, Medina e Química Industrial. “Estamos sempre trabalhando e estimulando pesquisas que dão maior atenção à interdisciplinaridade. Por exemplo, tivemos pesquisas envolvendo alunos e professores dos cursos de Química e Enfermagem, Informática e Medicina, Direito e Enfermagem e por aí vai”, finaliza Poletto. Conforme a Comissão Organizadora, este processo de interdisciplinaridade se tornou ainda mais intenso nos últimos três anos, permitindo que uma área possa colaborar com outra, propondo soluções, produtos e serviços que podem ser futuramente utilizados no mercado de trabalho. O Fórum Científico é realizado e organizado pela FEMA desde 2008 e faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, o MCTI.
Edição especial 2021 da Revista Intelecto
A atual edição teve como cerne a pandemia e as tecnologias de enfrentamento à crise, textos de todas as áreas do conhecimento puderam ser submetidos A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), por meio do Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis (IMESA), disponibilizou uma edição especial da Revista Intelecto, que já está em seu 4º ano. A publicação é voltada para a arte, ciência e a cultura e pretende promover e disseminar as pesquisas de inúmeras áreas produzidas na FEMA para todo o Brasil. Na edição de 2021, a Revista Intelecto teve como tema principal “Inovação no Âmbito da Pandemia” e foi voltada a analisar e refletir as tecnologias no âmbito da pandemia, bem como suas consequências e/ou futuras. O prazo máximo para as submissões de textos foi até o dia 13 de outubro de 2021. De acordo com o vice-diretor acadêmico e organizador da Revista Intelecto, Alex Poletto, foram aceitos trabalhos de todas as áreas do conhecimento, uma vez que cada uma delas entende, pensa e analisa a crise causada pela pandemia de formas diferentes, “para que pudéssemos abranger o maior número de reflexões, para a edição de 2021 da Revista Intelecto optamos por flexibilizar o modelo acadêmico de artigos científicos”, explica Poletto. Dessa forma, foram aceitos textos submetidos em outros gêneros, como relatos ou ensaios. “Com essa iniciativa, esperamos contribuir ainda mais nas discussões sobre o assunto, proporcionando um espaço de divulgação do pensamento e mantendo sempre a interdisciplinaridade da Revista Intelecto”, finaliza o vice-diretor. Dito e feito, na edição disponibilizada no site da FEMA, a publicação apresenta 11 novas pesquisas de autoria de professores e alunos da própria instituição, realizadas e finalizadas entre 2020 e 2021. “Tudo o que vivemos nestes últimos dois anos, tornou o momento que vivemos excepcional e é consenso entre toda a comunidade acadêmica que é impossível mensurar quais serão as consequências que virão desse período de pandemia. Cabe então, aos pensadores contemporâneos das diversas áreas do conhecimento cogitar qual será o futuro da humanidade”, comenta o vice-diretor. Entre os assuntos abordados nesta edição especial da revista estão a humanização do trabalho de enfermagem no contexto da pandemia; a proeminência do home office durante este período; as tecnologias de ensino utilizadas no ensino superior; violência contra a mulher; vacinas como meio de imunização e muitos outros temas. Ao todo, mais de 30 autores participaram desta edição especial, entre alunos e professores. “Para este ano de 2021, propomos uma revista temática e motivamos os autores a pensar sobre suas pesquisas no âmbito da pandemia de covid-19, pois é evidente que, desde o início da pandemia, ocasionada pela covid-19, a população mundial vem sendo posta diante de inúmeros desafios e as tecnologias, neste contexto de crise, ganharam importância fundamental, seja na corrida por vacinas eficientes, seja na superação das limitações impostas pelo isolamento social – na educação, no trabalho, enfim, diversas áreas. Acredito que, visto a relevância do tema para a pesquisa e comunidade geral, a Revista Intelecto vem proporcionar algumas reflexões acerca das tecnologias, no âmbito da pandemia. Bem como, suas consequências imediatas ou futuras. Assim, pensamos em contribuir para a literatura da área e trazer à luz discussões sobre a covid-19 e seus impactos na sociedade“, analisa o professor Sidney de Paulo, um dos organizadores da Revista Intelecto. “Para esta edição, nós levamos em consideração todos os desafios que nos foram impostos pela pandemia e que, muitas vezes, foi marcada pela tristeza da perda, do luto e da desesperança, algo sem precedentes históricos. É por esse motivo que, por meio de todo esse material que produzimos e disponibilizamos através da Revista Intelecto, esperamos contribuir de alguma forma para o desenvolvimento do país, produzindo material científico e ajudando no avanço das inúmeras áreas do conhecimento, beneficiando a sociedade, não só agora durante a pandemia, mas até depois, quando tudo isso passar. Eu, em nome de toda a Comissão Organizadora da Revista Intelecto, agradeço à Direção Acadêmica e Executiva da FEMA por todo o apoio que recebemos para realizar esse trabalho, bem como também, todos os coordenadores de todos os cursos e toda a comunidade acadêmica, formada por alunos e professores, pois sem eles, nada disso seria possível, obrigado pela dedicação e por todo esforço, mesmo nestes tempos tão difíceis”, finaliza Poletto. A Revista Intelecto é uma produção da FEMA/IMESA e suas edições são disponibilizadas, anualmente, via on-line e podem ser acessadas gratuitamente pelo site da FEMA. A edição mais recente da Revista está localizada na aba ATUAL. Clique aqui e acesse a Revista Intelecto.
Alunos de biologia participam de experimentação em estuário da praia dura em Ubatuba
Estudantes do 7º e do 8º período do curso de bacharelado em Ciências Biológicas, da Universidade de Taubaté (UNITAU), puderam vivenciar na última semana, uma experimentação no estuário da praia Dura em Ubatuba (SP). A aula prática, que faz parte do conteúdo programático das disciplinas de introdução à oceanografia e de biologia marinha, trouxe muitas informações e dicas do Prof. Dr. Valter José Cobo, sobre ecologia de manguezais. O professor ressalta que experiências em ambientes ecológicos são essenciais para que o aluno entenda e aplique os conhecimentos adquiridos em sala de aula. “Após as novas diretrizes em relação à pandemia, foi possível retomar essa aula. Conseguimos levar os alunos até Ubatuba com o auxílio da Pró-reitoria de Administração da UNITAU, que viabilizou o transporte. Com isso, esse destaque ambiental recebeu a nossa atenção para uma aula prática de campo”, relata. “Para o processo pedagógico isso é inestimável porque, por mais que tenhamos acesso à tecnologia, a experimentação e a vivência de campo, ainda são insubstituíveis”, evidencia o biólogo. Ele ainda explica que estuários são ambientes que são constituídos no encontro da desembocadura de rios e mares. No local, se formam ambientes muito importantes, em que se desenvolvem os bosques de manguezais. “Esse ambiente tem uma série de características particulares, que nós pudemos verificar. Conferimos os fenômenos biológicos que discutimos na teoria”, pontua o docente. Para a formanda Marcela Moreira dos Santos, a experiência trouxe um novo olhar sobre a profissão e reafirmou seu interesse pela pesquisa. “Era uma aula que estávamos esperando muito. Foi tudo o que esperávamos e mais um pouquinho. Estar no mangue foi enriquecedor para nós”, conta. “Eu gosto muito da área marinha e pretendo trabalhar com alguma coisa relacionada à ecologia. Vivenciar o quanto é rica a região do manguezal despertou ainda mais o interesse pela área da pesquisa”, afirma Marcela, que já deu início a sua carreira de pesquisadora a partir de seu Trabalho de Graduação (TG), desenvolvendo uma pesquisa sobre a frequência de ocorrência de aves dispersoras e polinizadoras em fragmentos urbanos e periurbanos em Taubaté. Confira as disciplinas teóricas e práticas desenvolvidas no curso de licenciatura e bacharelado em Ciências Biológicas da UNITAU.
Alunos e professores da UNITAU aprovam experiência em apoio à copa internacional de mountain bike
Estudantes e professores da Universidade de Taubaté (UNITAU) que participaram como voluntários na Copa internacional de mountain bike (CIMTB) aprovaram a experiência proporcionada pelo evento. Durante os três dias de competição, as equipes puderam colocar em prática os conhecimentos acadêmicos adquiridos em sala de aula. A copa foi disputada entre os dias 3 e 5 de dezembro no Parque do Itaim e contou com a participação de cerca de 600 ciclistas inscritos. Alunos de diversos cursos puderam ajudar no atendimento aos atletas e ao público, além de na logística, na premiação e no apoio a outros setores. A voluntária Rebeca Tamires da Silva Malta, do 6° período de Enfermagem, destacou a oportunidade do conhecimento prático obtido. “A professora pode explicar para nós o que fazer e como fazer na prática. É um tipo de atendimento ao paciente com que a gente não teve contato antes. Acho muito legal essa oportunidade que a Universidade nos dá”, afirma Rebeca. Os alunos puderam lidar com situações diferentes daquelas da sala de aula ou até mesmo dentro do estágio. “A proposta de trazer os alunos foi para que eles pudessem ter uma vivência de atendimento à população, dentro de um ambiente esportivo, e de como lidar com diferentes situações. Então, eles agiram em todas as partes, eles trabalharam no gerenciamento do local, fazendo relatórios, cuidando e organizando o material e atendendo os casos”, explica a Profa. Dra. Vânia Maria de Araújo Giaretta, do Departamento de Enfermagem da UNITAU, que também atuou como voluntária. Outra voluntária na competição e colega do Departamento de Enfermagem, a Profa. Ma. Ana Cláudia de Lima Lara, reforçou a riqueza do aprendizado. “Proporciona para os alunos uma experiência, uma vivência diferente do estágio”. A terceira e última etapa da copa aconteceram pela primeira vez em Taubaté. Coube à Pró-Reitoria de Extensão (PREX) da UNITAU auxiliar a prefeitura e a organização da competição. O Prof. Me. Maurício Leonel Galdino, do Departamento de Educação Física da UNITAU, conta estar à disposição para o evento do ano que vem. “A UNITAU, por meio da PREX, participa de várias ações em contato com a comunidade. Esses eventos são oportunidades únicas para agregar valor na formação dos profissionais. Foi a primeira vez que Taubaté participou dessa competição, que existe há mais de 20 anos, então os professores já se colocaram à disposição para o evento de 2022”.
Cursos de especialização da UNITAU complementam formação profissional
Em meio a um cenário de crescimento consolidado de profissionais com especialização nos últimos cinco anos e de um mercado cada vez mais exigente, a Universidade de Taubaté (UNITAU) abre o período de matrículas para os cursos de pós-graduação lato sensu em 2022. A oferta de cursos de especialização da UNITAU conta com 30 opções disponíveis nas áreas de administração e negócios, meio ambiente, comunicação e marketing, educação, engenharia, saúde e tecnologia. Os cursos são ajustados às necessidades de cada segmento, com modalidades presenciais, aulas remotas síncronas e EAD. As aulas estão previstas para começar entre fevereiro e março. O planejamento da Universidade está em sintonia com uma pesquisa divulgada neste mês pelo Instituto Semesp. O levantamento demonstra que houve uma expressiva evolução desse segmento nos últimos anos e ainda há boas perspectivas para os cursos de lato sensu. Em 2021, considerando apenas a população com 24 anos ou mais no Brasil, estima-se que 6,3 milhões (4,5%) já tenham frequentado um curso de especialização como nível de instrução mais elevado, número 3,5 vezes menor que a graduação (cerca de 22 milhões). O país registrou um crescimento de 97,8% no número de estudantes em cursos de especialização no comparativo entre os anos de 2016 e 2021. “O mundo globalizado tem imposto padrões de qualidade a serem atingidos, tanto no meio empresarial quanto na prestação de serviços. Aliado a isso, o padrão do consumidor também mudou, ele está mais atento. Precisamos oferecer soluções, produtos e serviços que atendam a esse consumidor mais exigente”, afirma a Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da UNITAU, Profa. Dra. Sheila Cavalca Cortelli. A pesquisa do Semesp também traz duas percepções interessantes em relação à faixa etária dos estudantes. Em uma ponta está a maior participação dos estudantes na faixa etária entre 25 e 39 anos (57%) em 2021. Na outra ponta, chama a atenção o progressivo crescimento de estudantes com faixa etária acima dos 40 anos nos últimos cinco anos, saltando de 25,5%, em 2016, para 30,7%, neste ano. “Após os períodos mais graves da pandemia, penso que essa participação do público mais jovem nos cursos de especialização acontece por dois motivos: tanto por motivos de readequação social quanto também para suprir conteúdos que eventualmente tenham sido prejudicados na graduação durante o isolamento e as aulas remotas por dificuldades de adaptação. Já na faixa acima dos 40 anos, temos a consciência desses profissionais que a permanência deles nos postos de trabalho depende dessa qualificação, espantando um pouco aquele fantasma de substituição por profissionais com menor qualificação”, complementa a Pró-Reitora. Para a Professora Sheila, além das possibilidades de elevação do salário e de promoções na carreira, a especialização também pode representar um deslocamento horizontal do profissional para outras atividades com maior interesse. “Há a satisfação pessoal e a oportunidade de dar uma guinada na carreira. Com uma especialização, eu posso me deslocar horizontalmente em uma empresa e buscar outras funções. Com isso, mantenho-me motivado diante de novos desafios”. Mais informações sobre os cursos de pós-graduação oferecidos pela UNITAU, você encontra aqui.
Consciência solidária fortalece a sociedade
O termo solidariedade tem sua origem em expressões do latim como solidum (totalidade, segurança) ou solidus (sólido, inteiro), podendo ser compreendido como o empenho pelo bem comum. Ou seja, é a ação, pelo bem de todos e de cada um, de sermos responsáveis uns pelos outros. Para minimizar problemas globais e promover a cultura da solidariedade, a Organização das nações unidas (ONU) estabeleceu o dia 20 de dezembro como o Dia mundial da solidariedade humana. Nesse dia, é reforçado com os governos o compromisso, por meio de acordos internacionais, para contribuir no combate à pobreza. E as pessoas são incentivadas a debater sobre os meios de promover a solidariedade. Émile Durkheim foi um sociólogo, considerado o “pai da Sociologia”. Para ele, o que une os indivíduos à sociedade é a solidariedade. Em uma de suas teorias, ele explica que, quando a identidade social se dá porque as pessoas são semelhantes entre si e existe um mecanismo baseado em crenças comuns e em valores sociais que determinam qual padrão deve ser seguido, isso é denominado de solidariedade mecânica. As transformações sociais enfraqueceram a solidariedade mecânica, com a sua substituição pela solidariedade orgânica. “A solidariedade orgânica, também observada por Durkheim, é uma ampliação da consciência. Por meio dela, as pessoas se percebem membros de uma mesma sociedade e se sentem responsáveis a terem determinadas atitudes positivas por perceberem que algo pode ser feito para a construção de uma sociedade melhor. Ocorre esse processo orgânico, as pessoas são diferentes e se complementam”, afirma o filósofo e doutor em educação, Prof. Cesar Augusto Eugenio, da Universidade de Taubaté (UNITAU). Peter Albert David Singer é o filósofo vivo de maior repercussão segundo a revista New Yorker e foi citado como uma das pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Em uma de suas reflexões sobre a desigualdade social, ele explica que se desenvolve naqueles que são muito ricos a cultura da ostentação, da luxúria e do desperdício. Os estudos dele mostram que os países ricos consomem muito mais em quantidade do que os países pobres, sendo eles mais numerosos. E que, se determinados ricos utilizassem 2% da sua fortuna, o que não afetaria a sua riqueza, resolveria o problema da fome no mundo. Para ele, a consciência solidária iria transformar a cultura do desperdício. Dentre as teorias de Peter Singer, o professor César Eugênio também destaca que é necessário incorporar o sentimento de ser útil ao mundo. “Solidariedade é predisposição ao despojamento, à entrega, ao encontro com o outro e, sobretudo, a percepção e a consciência de que o outro compartilha da mesma vida que nós”. Segundo o professor, pequenas ações geram mudanças de comportamento e fazem as pessoas se sentirem melhores na medida em que elas percebem que essas atitudes são positivas e transformadoras. “O primeiro passo para ser solidário é começar a desenvolver a consciência do despojamento. A percepção do outro dá um novo significado à vida”, finaliza o professor. Um dos exemplos da prática da solidariedade por alunos e professores da UNITAU é a participação no projeto Rondon. Essa é uma ação do Governo Federal que envolve a participação voluntária de estudantes universitários na busca de soluções para o desenvolvimento de comunidades. Foram aprovadas para 2022 duas propostas da UNITAU. A estudante de Direito Nathália da Cruz Muniz, que participará da primeira expedição em Grão Mogol, município em Minas Gerais, explica o quanto o projeto contribuiu para a sua percepção de solidariedade, olhando para a necessidade do próximo. “O Projeto Rondon, assim como outras ações sociais, é um grande incentivo para que as pessoas não pensem somente em si. Ele nos abre os olhos e expande nosso campo de visão crítica. É importante sermos lembrados que tudo não se resume só a nós, mas também aos outros”, diz. A universitária do curso de Medicina Sarah Soares de Mello Mendes Moreira também participa do projeto, na operação “Amapá mais forte”, em Calçoene. Ela afirma que a proposta está relacionada com ser solidário, pois o princípio básico é o voluntariado. “O projeto nos proporciona uma troca de conhecimentos única. É um momento de reconhecer as diferenças e de valorizar a troca de informações e de culturas. Esse tipo de experiência é muito importante em nossa formação, pois o objetivo, tanto de nossa jornada acadêmica, quanto do projeto Rondon, é ser útil aos outros”, comenta a aluna. Quer desenvolver uma consciência solidária? Confira, abaixo, algumas dicas destacadas pelo professor Cesar Eugenio. A solidariedade se amplia na percepção do outro, as pessoas se ajudam independentemente da classe social a quem pertencem. Mudança de atitude. Mudança de visão. Mudança de percepção de mundo. Desenvolvimento das virtudes da tolerância. A solidariedade é uma grande mola para a transformação social.
Vice-diretor acadêmico é avaliador do CEE
No quadro de avaliador especialista do Conselho Estadual de Educação para a área de Tecnologia da Informação desde 2008, Alex Poletto já participou de dezenas de avaliações em todo o estado de São Paulo – a mais recente foi na USP de Ribeirão Preto O vice-diretor acadêmico da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), prof. Dr. Alex Poletto, foi selecionado pelo Conselho Estadual de Educação (CEE), no mês de novembro, para participar da avaliação de dois cursos da área de Tecnologia da Informação. O primeiro curso avaliado, no dia 12 de novembro, foi o de Sistemas de Informação da Universidade de Taubaté (Unitau) e o segundo curso avaliado foi o de Ciência da Computação da Universidade de São Paulo (USP), no campus de Ribeirão Preto, no dia 19 de novembro de 2021. Segundo o professor, as avaliações são feitas a partir de visitas agendadas pelo CEE, que acontecem em diferentes etapas, “nós visitamos o campus, as instalações físicas, laboratórios, analisamos a formação e titulação do corpo docente, grade curricular de disciplinas e suas ementas, referências bibliográficas, conteúdo programado, realizamos reuniões com os dirigentes, coordenação do curso, professores, alunos e funcionários, enfim. Analisamos, do começo ao fim, o projeto pedagógico e a infraestrutura disponibilizada por cada instituição ao seu respectivo curso que está sendo avaliado. Ao final, nós colocamos todas as considerações e recomendações em um relatório e o enviamos ao CEE, que decide ou não pela renovação, ou reconhecimento do curso”, conta Poletto. De acordo com Alex, ele é avaliador do CEE desde 2008, ano seguinte em que obteve o título de doutor em Engenharia Elétrica: Sistemas Digitais, na USP e, desde então, consta na base de avaliadores do conselho, “eu defendi a tese do meu doutorado no final de 2007, mas precisamente no dia 7 de dezembro e, assim que tive a aprovação, já fiz o meu pedido para ser avaliador especialista do CEE. Depois disso, eles avaliaram o meu currículo e, não muito depois, já aceitaram o meu pedido. Então, dentro de pouquíssimo tempo, eu já estava figurando na base de avaliadores do sistema do conselho. De lá para cá, já são 14 anos trabalhando em conjunto com o CEE, avaliando cursos que fazem parte da área de tecnologia da informação, tanto em instituições públicas como em privadas, em institutos municipais, centros universitários, basicamente, onde solicitarem”, explica o vice-diretor que, desde 2008, já participou de incontáveis avaliações de cursos nas mais diversas instituições no estado de São Paulo inteiro. Alex ressalta ainda que participar dessas avaliações é sempre uma boa experiência e ajuda a trazer novidades para os cursos de TI, “como estamos sempre conhecendo outros cursos, outras ementas, outros projetos, têm sempre uma coisa ou outra que vale a pena avaliar se funcionaria aqui em nosso campus. Eu, como sou vice-diretor da FEMA e já fui coordenador dos cursos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas e de Ciência da Computação da nossa instituição, não posso, obviamente, avaliar os nossos próprios cursos. Mas, sempre estamos em outras instituições, conhecendo as propostas das ementas de cada um dos cursos, avaliando as disciplinas e os trabalhos realizados por cada um, nós acabamos conhecendo algo novo e, dependendo do caso, às vezes nós chegamos até implantar aqui na FEMA. Todo o networking que ser avaliador do CEE me proporciona é usado para melhorar ainda mais os nossos cursos, por mais que os cursos da FEMA sejam já muito bem avaliados pelo CEE, procuramos melhorar sempre”, conta o professor. Recentemente, o CEE renovou o reconhecimento do curso de Ciência da Computação da FEMA por mais 4 anos e, além da renovação, o Conselho Estadual de Educação também aprovou a alteração na oferta das aulas que eram ministradas aos sábados, remanejando-as para o online, a íntegra dessa notícia você pode conferir aqui.
FEMA inaugura oficialmente Hub de inovação
A instituição realizou a cerimônia de inauguração na noite de 8 de dezembro e contou com a presença de diversas figuras importantes da cidade A Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) inaugurou oficialmente o HUB Inova FEMA, um mecanismo que incentiva e apoia o empreendedorismo universitário. O evento foi realizado nas dependências da própria instituição, a partir das 19h do dia 8 de dezembro de 2021. Diversas autoridades municipais e figuras importantes da instituição marcaram presença na data. O HUB Inova FEMA tem como objetivo auxiliar na criação de novos negócios (como empresas filiadas, startups e spin-offs), produtos, serviços e soluções que em seu processo de construção e execução possam beneficiar tanto a universidade quanto a sociedade. Para o diretor acadêmico da FEMA, Gerson Benelli, a inauguração desse “espaço é a realização de um sonho de muitos anos. Nós sempre quisemos proporcionar um espaço de conhecimento e de inovação aos nossos alunos que, nós sabemos, são ávidos por desenvolver experiências novas, tecnologias novas, em todas as áreas de conhecimento. Então, tenho certeza de que essa contribuição será efetiva a partir de hoje. A FEMA, por conta de seu DNA público, tem a obrigação de conduzir nosso desenvolvimento, bem como o desenvolvimento regional. Então, nós somos uma instituição de ensino de caráter regional, e temos que ajudar o poder público a fazer essa indução de desenvolvimento, e eu tenho certeza que o Hub estará preparado pra isso”, comenta o diretor. A inauguração contou também com a presença do prefeito de Assis, José Fernandes, que parabenizou a instituição e, em especial, o presidente da FEMA, Arildo Almeida que também estava presente, “tenho a certeza de que esse espaço irá fomentar grandes empreendedores, não só para Assis, mas como em toda a nossa região. Aqui, nós temos as melhores cabeças e as melhores pessoas, então participar dessa inauguração, desse espaço maravilhoso, com certeza é estar um passo à frente”, parabenizou o prefeito. O presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Vinicius Simili, também participou da inauguração e destacou que a “FEMA tem sido uma grande protagonista em nossa cidade, em vários aspectos. Foi assim com o curso de medicina e será assim agora com o Hub de Inovação, que vai fazer com que todo conhecimento gerado, aqui dentro e na cidade, possa contagiar toda a região”, falou o vereador. Marcelo Arruda, Head de Inovação do HUB Inova FEMA, comentou que agora o momento é de atrair novos investidores e gerar novas oportunidades, “esse é o meu papel dentro do hub, identificar oportunidades para a FEMA, sejam elas com empresas, instituições, ou com qualquer player que a gente acredite que seja importante trazer pra conversar, dialogar e encontrar oportunidades. Diversas oportunidades, nas mais diversas áreas, diverso retorno. Trazer outros hubs de inovação, seja a nível nacional ou internacional”. O espaço oferecerá a alunos, professores, pesquisadores e empresas um local físico compartilhado e privativo para que esse público possa trabalhar e desenvolver pesquisas, projetos, negócios, produtos, serviços, dentre outras atividades que envolvam inovações, criatividade e troca de experiências. Tudo isso com integração entre os cursos da FEMA, tendo como mentores professores e profissionais. O vice-diretor acadêmico e coordenador do Hub Inova FEMA, Prof. Dr. Alex Poletto, declarou que “o Hub é um ambiente que há muitos anos estava sendo pensado, de oferecermos aos nossos alunos e professores um espaço que integrasse os cursos, e que possibilitasse colocar em produção os projetos nascidos de nosso Programa de Iniciação Científica (PIC) e dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), agregando a participação de empresas, com a finalidade de criar novos produtos, novos serviços, novos negócios e startups. Eu, enquanto coordenador, tenho essa nova missão, de proporcionar todas as condições necessárias para que essas ações sejam possíveis”, disse Alex. Para o presidente da FEMA, Arildo Almeida, “é uma emoção extraordinária receber pessoas da comunidade aqui, para entregarmos um sonho. Um sonho que começou há muitos anos atrás, que era ter um espaço focado em inovação, criatividade e transformação, para vermos as dores das pessoas, dos negócios, das empresas, e poder contribuir na solução desses problemas. Nós precisamos de ideias, ideias inovadoras, e as ferramentas estão aqui no hub. Basta juntarmos uma boa ideia com uma boa tecnologia. Realmente, é um dia gratificante para a comunidade interna da FEMA e para sociedade do Vale Paranapanema. O Vale do Silício começou há alguns anos, do nada no meio do deserto, partindo desse raciocínio. E depois do hub tem mais um desafio, que é fazer a vila tecnológica virar realidade. Assim que as startups iniciarem seu processo de transformação e criação (das startups se transformarem em uma empresa), avançaremos para essa próxima etapa”, finalizou o presidente. Desde o lançamento interno do HUB Inova FEMA, que aconteceu em maio de 2021, a FEMA tem trabalhado na criação de um ambiente seguro de inovação para receber ideias de negócios, onde os projetos podem se tornar uma startup.