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Unitau e pólis cursos retomam especializações presenciais de medicina do trabalho e de perícias médicas

A Universidade de Taubaté (UNITAU), em parceria com a Pólis cursos, retoma em 2022 as turmas presenciais dos cursos de especialização nas áreas de Medicina do trabalho e de Perícias médicas. Profissionais graduados em Medicina e inscritos no Conselho regional de Medicina (CRM) têm até o dia 20 de dezembro para garantir uma vaga. Quem enviar a documentação até esta data vai pagar a taxa de inscrição somente em fevereiro do ano que vem. As turmas presenciais para 2022 terão polos na capital paulista, em Taubaté, em Campinas, em Santos, em Ribeirão Preto e em São João da Boa Vista. Os cursos de Medicina do trabalho e de Perícias médicas foram os mais procurados ao longo do ano de 2021. Para o ano de 2022, foi realizada uma atualização pedagógica com o objetivo de adequar os cursos às mudanças no âmbito do trabalho, prezando sempre para qualidade da parceria UNITAU e Pólis cursos. O planejamento para a oferta destes e demais cursos de especialização está em linha com as percepções de estudantes universitários e profissionais recém-formados identificadas em pesquisas recentes. Um levantamento do CFA Institute, associação global de profissionais de investimento, feito com mais de 15.000 pessoas de 15 países e divulgado em outubro, identificou que 57% dos entrevistados acreditam que a pós-graduação ou uma certificação profissional representam uma vantagem competitiva na disputa por um emprego. Já a pesquisa de graduação e pós-graduação 2021 do Instituto Semesp apresenta um contínuo crescimento no número de profissionais que frequentou algum curso de especialização nos últimos cinco anos no Brasil. O crescimento entre 2016 e 2021 foi de 97,8%. Mesmo durante a pandemia, houve evolução nesse segmento, com um aumento de 4,72% entre 2020 e 2021. Atualmente, 4,5 % da população de 24 anos, ou mais, do país tem especialização no ensino superior. “A pós-graduação hoje é praticamente uma exigência do mercado de trabalho. Todo estudante recém-formado vê a pós como uma extensão da formação dele. Com a pós, ele quer adquirir mais conhecimentos específicos de uma área que ele viu na graduação. Isso em qualquer área, em todas as profissões de nível universitário”, afirma o Prof. Esp. Waldir Favarin Murari, coordenador científico titular dos cursos. Com mais de 20 anos de experiência na área, o professor Waldir destaca as vantagens do curso no formato presencial. “O presencial traz maior interatividade entre o professor e o aluno. E faz com que os participantes tenham maior liberdade de se comunicar com o professor em termos de dúvidas, experiências profissionais, paradigmas, informações, aspectos do próprio desempenho da atividade médica”. Para quem tem dificuldades no deslocamento para as atividades presenciais, o professor aponta a abertura dos polos. “Por outro lado, o curso presencial não está tão disponível para os alunos que estão fora dos grandes centros, de difícil acesso. Daí a possibilidade de se abrir turmas em locais que têm concentração de interessados. O próprio aluno ou interessado pode trazer mais alunos para o próprio local”. Sobre os dois cursos de especialização, o médico ainda coloca a possibilidade de uma formação conjunta. Caso o interessado opte, por exemplo, em fazer as 1.920 horas de especialização em Medicina do trabalho e as 360 horas de Perícias médicas, incluindo as práticas profissionais, vai totalizar um investimento global em torno de R$ 31 mil. Para se ter uma ideia, a pesquisa do Semesp aponta que o preço médio de uma especialização apenas em Medicina do trabalho no Brasil está em R$ 36.920,00. “Cada curso tem 12 disciplinas e, dessas, seis são comuns. Tanto a Medicina do trabalho quanto as Perícias médicas usam conhecimentos de toda a graduação médica e potenciais especializações que os alunos já tenham. Daí, a gente criar os dois cursos em paralelo, porque é possível ter essa dupla especialização. O médico do trabalho atua tanto na rede pública quanto na rede privada, seja trabalhador celetista ou estatutário. O médico do trabalho pratica ferramentas de gestão em programas corporativos. Já o perito médico pode atuar como assistente judicial, na área da medicina legal, como também pode trabalhar em perícia securitária, perícia previdenciária pública ou privada. E o mais relevante para as duas especialidades: não fazem parte do escopo de convênios médicos”. Mais informações a respeito desses e de outros cursos de especialização oferecidos pela parceria UNITAU/Pólis cursos você encontra aqui.

Uni-FACEF é reconhecido como Instituição que apoia empresas juniores

Uni-FACEF é reconhecido como Instituição que apoia empresas juniores Na terça-feira (30), os chefes dos departamentos de Administração e Engenharia de Produção, respectivamente o Prof. Me. Cyro de Almeida Durigan e o Prof. Dr. Flávio Henrique de Oliveira Costa, representando a Pró-Reitora de Extensão, Profa Dra Melissa Franchini Cavalcanti Bandos, estiveram na capital paulista, onde participaram do “Prêmio FEJESP de Educação Empreendedora“. A Federação Paulista de Empresas Juniores (FEJESP) atua junto às Empresas Juniores do Estado de São Paulo. O evento foi realizado na Escola de Negócios do Sebrae/SP e é “um reconhecimento da Federação de Empresas Juniores do Estado de São Paulo às IES (Instituições de Ensino Superior) que apoiam e possuem Empresas Juniores atuantes”, afirmou o Professor Cyro Durigan. Empresa Júnior Conforme site da FEJESP, empresas juniores “são formadas apenas por estudantes universitários e executam projetos e consultorias para todos os setores do mercado. Como são associações que possuem somente fins educacionais, contratar uma Empresa Júnior é um grande custo benefício, pois possuem preços acessíveis e qualidade garantida pelas melhores faculdades e Universidades do país”. Esse modelo nasceu na França e, segundo o site da FEJESP, o Brasil é o líder mundial em número de empresas juniores. Um empresa júnior possibilita, aos estudantes participantes, a oportunidade de “criar projetos e prestar serviços para micro e pequenas empresas, organizações não-governamentais, startups e comunidades de empreendedores”. Reconhecimento ao Uni-FACEF No evento da FEJESP, o Uni-FACEF recebeu dois certificados de reconhecimento: “Instituição que contribui para a formação empreendedora de seus estudantes” e “Instituição que possui mais de 25% dos cursos contemplados com o Movimento Empresa Junior”. Além do Uni-FACEF, participaram do evento instituições como: USP, Unesp, Unicamp, UFSCar, FGV, PUC-SP entre outras.

Unitau é premiada por promover educação empreendedora

A Universidade de Taubaté (UNITAU) recebeu dupla premiação na noite de terça-feira, 30 de novembro, em evento na capital paulista destinado ao reconhecimento de instituições de ensino superior (IES) comprometidas com uma educação empreendedora. O evento foi organizado pela Federação paulista de empresas juniores (Fejesp) e envolveu 45 IES no Estado. A UNITAU e outras 10 instituições foram premiadas. Um dos certificados recebidos destacou o alto crescimento da performance das empresas juniores instaladas na Universidade. O segundo certificado apontou a contribuição da UNITAU para a formação empreendedora de seus alunos. Empresas juniores são formadas por estudantes universitários e executam projetos e consultorias para todos os setores do mercado. A UNITAU abriga três empresas. A Agrotau Jr., do Departamento de Ciências Agrárias, está na ativa desde abril de 2013. Entre os projetos já realizados estão os de produção de mudas, de jardinagem e de paisagismo, de implantação e de recuperação de pomares e hortas, além de cursos para estudantes. No ano de 2017, foi fundada a Atrium, empresa júnior do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UNITAU. São desenvolvidos ali projetos de arquitetura, levantamentos fotográficos, paisagismo, restaurações, entre outras atividades. A Equipe de Soluções em Engenharia do Campus da Juta começou a funcionar também em 2017. Os estudantes já executaram projetos fotovoltaicos por meio de painéis que convertem luz solar em energia para a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG), além de projetos de iluminação para o estacionamento da Juta. Atualmente, suas atividades estão suspensas, mas a empresa deve ser reativada em 2022. “Estamos dando passos assertivos nesse processo de formação de nosso aluno, aproximando-os do mercado de trabalho, ampliando essa habilidade e competência dele. A empresa júnior é riquíssima sob esse aspecto de empreendedorismo, de aproximação e de preparação para o mercado. Reconhecer que estamos entre as melhores instituições com esses processos é fundamental para a gente seguir melhorando essa construção, ampliando isso para mais setores da Universidade. Temos uma gestão que olhou para isso e deu condições para esses resultados acontecerem”, afirma a Pró-Reitora Estudantil, Profa.Dra. Máyra Dellú. O Movimento Empresa Junior (MEJ) no Brasil já conta com cerca de 30 anos em atividade, mas apresentou um crescimento mais expressivo a partir de 2012.  Hoje, o MEJ reinveste anualmente cerca de R$ 75 milhões em educação empreendedora, por meio de 45 mil projetos espalhados em mais de 1.300 empresas juniores brasileiras. Em São Paulo, o registro é de 208 empresas juniores.

Bajuta traz novas estratégias para construção de veículo off road

Desde 1996, diversos alunos dos cursos de Engenharia da Universidade de Taubaté (UNITAU) participam do projeto “Baja”, promovido pela SAE Brasil. As atividades foram suspensas por um tempo e em 2016 foram retomadas. O programa tem como intuito desafiar estudantes de Engenharia de todo o país a construírem um veículo off road, em que os universitários trabalhem desde o desenvolvimento até a construção e os testes em corridas. Neste ano, a competição aconteceu de forma online e os estudantes não participaram, mas, mesmo assim, estão desenvolvendo o veículo para que os alunos aperfeiçoem suas técnicas e possam ter o contato com a parte prática do curso. Os integrantes da equipe desenvolveram todo o projeto da construção do automóvel de forma remota, com a orientação do Prof. Dr. Fernando Silva de Araújo Porto, e depois voltaram a frequentar o Departamento e os laboratórios para realizarem a parte prática. “Dificuldades foram encontradas, mas foram superadas com muita tranquilidade. A chave de tudo não foi a minha atuação, e, sim, o desempenho firme e dedicado da equipe. As lideranças conseguiram ultrapassar sozinhas as transições internas, estabeleceram as metas, agregaram novos integrantes e se envolveram profundamente no desenvolvimento do projeto”, diz o professor coordenador do “Bajuta”, como foi carinhosamente apelidado por ser desenvolvido no campus da JUTA, na UNITAU.  Fernando Porto ainda complementa que ser orientador dessa equipe é uma experiência muito satisfatória e      realizadora para ele. “Vejo o esforço dos alunos em projetar e construir o veículo como essencial. Um ciclo tem  de ser fechado para se ter um aprendizado e um ganho técnico real. É nessa prática vivenciada pelo Bajuta, que  um grupo de pessoas é transformado em uma equipe coesa e dinâmica, e alunos são forjados como   engenheiros”, reflete. Para o diretor do Departamento de Engenharia Mecânica, Prof. Me. Pedro Marcelo Alves Ferreira Pinto, o projeto  oferece uma base para que os alunos participem de trabalhos científicos, estágios, pesquisas e também oferece  oportunidades para professores buscarem situações reais dentro do projeto para levarem para a sala de aula. “O Baja também é uma forma que eles têm de agregar conhecimento. Todo o esforço para desenvolver esse projeto teve um viés de integração, troca de experiências e discussões muito importantes. Por mais que eles não tenham participado da competição fisicamente neste ano, por conta da pandemia, o cumprimento de todo o processo encerra um ciclo e de certa maneira os prepara para o próximo ano”, opina. Outro professor que também incentiva o projeto, Prof. Me. Leandro Maia Nogueira, conta que um de seus objetivos é que o Baja vire um projeto de extensão. Ele ainda relata que os docentes e coordenadores estão adaptando a grade curricular dos cursos de Engenharia para que haja uma interação direta com o projeto Baja. “Um fator muito positivo é que nessas competições, que ocorrem a nível nacional, as empresas mandam ‘olheiros’ para acompanhar. Então, o Baja acaba sendo uma vitrine para que os alunos sejam descobertos por essas empresas”, expõe o coordenador dos cursos de Engenharia. Etapas do projeto O capitão da equipe explica que a ideia de construir o veículo, mesmo sem a competição, surgiu para trazerem novas estratégias e dinâmicas.  “Antigamente, nós fazíamos por tentativa e erro. Atualmente, organizamos as fases de produção em uma lousa. Basicamente, a primeira fase é o planejamento. Depois passamos para o desenvolvimento, em que nós colocamos o carro em um software 3D e, assim, o projetamos”, explica o aluno Leandro de Oliveira Casemiro da Rocha. “Na fase de construção, fazemos as peças que não compramos e, depois, temos a fase de montagem e detalhamento do chassi, como a pintura. Assim, finalizamos o carro. Após todo esse processo, partimos para a fase de testes, em que nós avaliamos tanto a segurança, quanto a dinâmica do carro”, finaliza. As atividades são divididas conforme a área de estudo de cada universitário. Carlos Enrique Felipe Carvalho dos Santos, por exemplo, é o líder do setor de compósitos. Ele trabalha na área estética e na de estrutura do automóvel, trazendo mais proteção ao piloto. Junto com o projetista, eles desenvolvem as carenagens, que são proteções que ficam em volta do chassi do veículo e impossibilitam que alguns detritos entrem na cabine. “Eu sempre me vi atuando dentro de uma equipe de automobilismo, projetando e construindo um carro para um dia competir. Participar do Baja é um sonho realizado”, menciona. Já Henrique Bernardes Rappa Biondi ocupa o cargo de líder de powertrain e diz que uma das coisas que mais chamou a atenção dele para ingressar no curso era este projeto, pois ele já sabia da existência e conta que, atualmente, tem sido a melhor experiência dele. “No meu setor, desenvolvemos uma caixa de redução, em que conseguimos melhorar o desempenho do veículo. Na competição, o carro precisa de bastante força. Com o motor totalmente original, não conseguimos essa força para passar por certos obstáculos. Por isso, desenvolvemos a caixa, que se tornou essencial para o bom desempenho do veículo. Toda equipe precisa trabalhar em conjunto e isso é muito legal”, cita. Inscrições para novos membros Em agosto de 2022, a equipe planeja ir para um campeonato regional em Sorocaba e irão abrir inscrições para novos membros no início do ano. Em breve, mais informações serão divulgadas no perfil do instagram da equipe e, em caso de dúvidas, entre em contato pelo mesmo local.

Acadêmicos da Unifadra apresentarão nove trabalhos no Congresso Nacional de Iniciação Científica

De 7 a 10 de dezembro, será realizado o 21º Congresso Nacional de Iniciação Científica – CONIC/SEMESP, o maior da modalidade no país. Em formato on-line, o evento deste ano aprovou nove trabalhos de acadêmicos da Unifadra, dos cursos de Enfermagem, Medicina e Psicologia. Segundo a responsável pelo Departamento de Pesquisa da Unifadra Profa. Dra. Priscilla Tartari, a faculdade participa desse congresso desde suas primeiras edições, apresentando trabalhos nas mais diferentes áreas do saber e linhas de pesquisa, com premiações nas edições mais recentes do CONIC: em 2017 (1º lugar), 2018 (10º lugar) e 2020 (2º e 8º lugares). “Neste ano, as áreas de Psicologia e Enfermagem foram as mais exploradas pelos alunos, com trabalhos voltados à saúde e aspectos comportamentais. Além de pesquisas sobre as doenças de Alzheimer e Parkinson, tivemos alunos que buscaram analisar, por exemplo, o impacto que a notícia de uma doença causa no paciente infantil, como a rotina imposta por uma doença impacta a vida de cuidadores, os desafios profissionais na pandemia, a comunicação entre intergestores, os aspectos culturais sobre a homossexualidade. Além disso, na Medicina, tivemos um trabalho que explorou as patologias associadas à síndrome de Down”, ressalta a coordenadora da ação. Divididos em salas virtuais, os seguintes trabalhos científicos da Unifadra Dracena serão apresentados no 21º CONIC: Psico-oncologia infantil: impactos do diagnóstico de leucemia (Psicologia)Yohana Beatriz Alves Martins07/12, 15h45, Sala 20 Cuidados paliativos: a aceitação do paciente, familiares e sociedade (Enfermagem)Vanilza Leite Scarabelli Arcas / Brenda Duarte Alves da Silva / Jaqueline Charalli Parpineli08/12, 16h30, Sala 12 Doença de Alzheimer: impactos físicos, psicológicos e sociais causados em cuidadores (Enfermagem)Vitória Delma Barbosa de Souza / Natália Cardoso Rodrigues08/12, às 16h30, Sala 13 O problema sistêmico na comunicação entre os intergestores nas redes de atenção à saúde (Enfermagem)Allan Barbosa Pereira / Gabrielli Souza Silveira / Guilherme Ayala Barravieira08/12, 16h30, Sala 14 Perfil de uso de medicamentos de pacientes com doença de Parkinson (Enfermagem)Wesley Shigueyuki Steinel Arai / Beatriz Silva Braga / Stefani Sant’anna da Silva08/12, 16h30, Sala 15 Defeito do septo atrioventricular relacionado à síndrome de Down (Medicina)Bruna Frascino Bressan Corrêa / Luiz Eduardo do Carmo Vidal09/12, 14h15, Sala 13 A (des)construção cultural do saber hegemônico acerca da homossexualidade (Psicologia)Leonardo de Moraes Vieira / Luís Fernando Araújo Oliveira Silva09/12, 16h30, Sala 19 O acolhimento psicológico de pacientes com Parkinson e cuidadores em tempos de pandemia pela Covid-19 (Psicologia)Maria Eduarda Garbelini Pinheiro / Amélia Rangel Ramos Pereira / Beatriz Lopes de Souza09/12, 16h30, Sala 19 Os desafios dos profissionais de enfermagem diante da pandemia da Covid-19 (Enfermagem)Renan Nobre Ruedel / Clara Oliveira Curti / Kelly Bianca dos Santos Rehem10/12, 14h15, Sala 14 O diretor acadêmico da Unifadra Enio Garbelini parabenizou a participação dos acadêmicos no CONIC, destacando a qualidade dos trabalhos que estão sendo apresentados pelos acadêmicos da Unifadra Dracena. CONIC/SEMESP Realizado pelo Semesp desde 2001, o Congresso Nacional de Iniciação Científica – CONIC/SEMESP tem como objetivo identificar talentos, estimular a produção de conteúdo científico, além de viabilizar na prática os projetos apresentados pelos alunos, por meio do exercício da criatividade e de conhecimentos adquiridos. O CONIC apoia o desenvolvimento intelectual contínuo dos alunos do Ensino Superior, incentiva a pesquisa, a arte e a cultura e busca facilitar o contato com o que há de mais novo no mercado, ao mesmo tempo em que promove visibilidade e valor aos trabalhos apresentados. Saiba mais: https://www.semesp.org.br/conic

Curso de agronomia da UNITAU cultiva planta regeneradora de solos

Em 2002, durante o 27º Congresso mundial de ciência do solo, em Bangkog, na Tailândia, a Sociedade internacional de ciência do solo (IUSS) idealizou o “Dia mundial do solo”. Para celebrar essa data, foi escolhido o dia 5 de dezembro como uma homenagem ao rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej, que é conhecido pela sua grande dedicação em preservar esse recurso natural. A Assembleia geral das nações unidas oficializou, por meio da resolução nº 68/232, de 20 de dezembro de 2013, o “Dia mundial do solo”, comemorado em 5 de dezembro. Então, em 2014 a data foi comemorada pela primeira vez com o intuito de propagar a importância dos solos para a manutenção da vida no planeta Terra. Em homenagem a essa data comemorativa, o Departamento de Agronomia e de Medicina Veterinária da Universidade de Taubaté (UNITAU) promove uma ação para a recuperação do solo, com o objetivo de cuidar desse recurso natural e tratá-lo adequadamente para evitar sua contaminação, sua erosão e sua degradação. O Prof. Dr. Paulo Fortes Neto, doutor em solos e nutrição de plantas, é um dos organizadores da ação e conta que o curso está desenvolvendo essa atividade desde o inverno, quando plantaram aveia e, em setembro, cultivaram a crotalária, uma leguminosa que auxilia na regeneração do solo. “Essas práticas de manejo, em que plantamos, cortamos e depois jogamos o material por cima do solo tem outro ponto positivo, pois ele acaba incorporando carbono no solo”, cita o professor. Ele ainda relembra de uma experiência que solidificou o estudo. “Quando, por exemplo, eu plantei aveia, ela cresceu e fixou carbono na atmosfera. Depois, entre 60 e 90 dias, eu cortei toda a aveia e aquela matéria orgânica, formada pelos restos da planta colhida, foi se decompondo e boa parte do carbono que foi fixado pela planta foi concentrado no solo”, explica. O doutor em Agronomia conta que outra espécie também passou pelo mesmo processo. “Em setembro, eu plantei a crotalária (leguminosa de rápido crescimento), ela cresceu e já está no ponto de cortar também e ser incorporada ao solo”, descreve. O docente explica que esse processo melhora as condições físicas do solo, facilita a entrada de água, auxilia na respiração das raízes das plantas, o solo se torna mais resistente à seca e, ainda, mais fofo, consequentemente, a planta conseguirá extrair nutrientes com maior facilidade. Como curiosidade, Paulo Fortes também relata que “nós também temos a microbiota do solo, um conjunto de microrganismos, como fungos, bactérias e vírus, as minhocas, as larvas e insetos que estão todos sobrevivendo nesse material”, diz. “Ao cortar a crotalária, provavelmente, irá sair um bloco de terra com a raiz, que contém nódulos com as bactérias que estão fazendo a fixação biológica do nitrogênio”. Após todo o processo realizado, o professor afirmou que será cultivado repolho ou couve-flor no solo. “Na televisão, vemos muitas cenas e propagandas de máquinas colhendo algodão ou milho, sob uma cobertura do solo composta por restos culturais (plantio direto). Já a nossa proposta é o plantio direto para o cultivo de frutas e hortaliças. Ao invés de eu fazer uma grande área como a gente vê na televisão, a gente pode fazer em uma escala menor para os produtores de horta e assim ele economiza água, o uso de agrotóxicos e o uso de adubo”, expõe. O agrônomo também indica porque devemos ter um cuidado tão grande com o solo, pois a degradação pode afetar o seu uso para a produção de alimentos. “O solo é um recurso natural que levou muito tempo para ser formado e ele apresenta características que favorecem o desenvolvimento dos alimentos, que é a base para todo o processo produtivo. Assim, o solo tem um papel fundamental para a sociedade e para o planeta Terra”, pontua. Para o docente, é essencial que essa data seja celebrada e ações referentes a ela sejam feitas para que a população se conscientize e combata alguns problemas, como, por exemplo, o manejado incorreto do solo, o aumento de áreas de solo contaminado e a erosão. Confira 3 atitudes recomendadas pelo professor que a população pode exercer para preservar o solo: – Aplicar matéria orgânica; – Não atear fogo em matas e não desmatar a vegetação – Quando for realizar alguma prática de manejo, sempre obedecer a declividade do terreno, para evitar a erosão Fotos: Renata Moraes

Curso de Ciência da Computação é renovado

Além da renovação, o Conselho Estadual de Educação aprovou a alteração na oferta das aulas que eram ministradas aos sábados, remanejando-as para o online O Conselho Estadual de Educação (CEE-SP) aprovou, por meio do Parecer CEE 240/2021 da Câmara de Educação Superior, relatado pelo conselheiro Cláudio Mansur Salomão, publicado no Diário Oficial do Estado no último dia 27 de novembro de 2021, a renovação de reconhecimento do curso de Ciência da Computação da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) por mais quatro anos. Esse reconhecimento do CEE é o aval do conselho de que a educação e o ensino administrado pela FEMA na área de Ciência da Computação, tanto na grade curricular quanto na metodologia adotada, estão no caminho certo. Conforme a coordenadora dos cursos de Informática da FEMA, professora Diomara Martins Reigato Barros, “a análise feita pelo Conselho Estadual avalia a qualidade do ensino, o período de credenciamento e as propostas pedagógicas, levando em consideração o perfil dos alunos que o curso forma e, quando o Conselho Estadual de Educação nos visita para analisar o curso, eles realmente analisam tudo. Então, ter essa aprovação por mais 4 anos é uma grande vitória, nos traz bastante alegria e reflete toda a nossa seriedade que nós, tanto como coordenadoria quanto os professores do curso, tem com esse trabalho que desempenhamos com orgulho”, comenta a coordenadora. A aprovação da renovação do curso de Ciências da Computação é a prova de que a FEMA tem de entregar sempre a melhor qualidade em seus cursos de graduação, “nosso curso tem colocado no mercado de trabalho grandes profissionais e, até bom a gente destacar que, a grande maioria dos nossos alunos já saem da graduação empregados, em áreas de destaque em grandes empresas, não só da região, como de todo o Brasil. Eles não são aprovados apenas em estágios, são contratados mesmo – e, essa é uma tendência que tem se tornado muito frequente nos últimos anos”, comemora Diomara. Além da renovação do BCC, o CEE também aprovou a alteração da modalidade de oferta das aulas que, até o momento, eram ministradas aos sábados para os estudantes da 2ª e 3ª série do curso. A partir de agora, as aulas serão disponibilizadas aos alunos através das plataformas online, “a carga horária será a mesma, a única coisa que vai mudar na prática é que os alunos não terão de vir até a FEMA aos sábados. Essa é, também, uma grande vitória para nós, pois entendemos que essas disciplinas geravam um grande impedimento para algumas pessoas que vinham de fora ou que desejavam estudar em nosso curso. A FEMA é a única faculdade que oferta aulas aos sábados e as prefeituras da região não disponibilizam meios de transporte para esses alunos virem para cá. Então, entramos com o pedido no CEE para realocar essas aulas para o ambiente online, dessa forma os estudantes terão aulas presenciais durante a semana e poderão escolher quando fazer essas outras disciplinas, uma vez que as aulas serão gravadas”, explica a coordenadora. A coordenação do curso de Ciência da Computação da FEMA agradece a toda a equipe responsável por esse resultado, toda a dedicação dos professores, funcionários e das direções e presidência que sempre demonstraram apoio aos projetos e trabalhos desenvolvidos pelo curso. “É um misto de sentimentos que envolvem alegria e gratidão, pois é resultado de um trabalho em equipe, estou muito agradecida e feliz por todo esse apoio, que sempre nos deram”, finaliza Diomara Barros.

Acadêmicos da Unifadra publicam trabalho no livro Casos Clínicos Comentados em Ginecologia e Obstetrícia

As estudantes do 5º ano de Medicina foram orientadas pelo Prof. Esp. Manoel Carlos Melillo Felzener Lançado pela editora Atheneu, o livro Casos Clínicos Comentados em Ginecologia e Obstetrícia é voltado a exercitar o raciocínio clínico do leitor, testar o seu grau de conhecimento frente aos temas apresentados e motivá-lo ao estudo e à atualização. O caso 35 da seção de Ginecologia, Doenças Malignas da Mama, foi escrito pelas alunas do curso de Medicina da Unifadra Dracena Letícia Caroline Pattini Gavioli, Marcela Schwam e Valentina Lacerda de Oliveira Gregolin, sob a orientação do Prof. Esp. Manoel Carlos Melillo Felzener. Segundo o orientador, as alunas relataram o caso de maneira esmiuçada e didática, abordando desde o diagnóstico da paciente até o tratamento final, e apontaram o embasamento para as decisões que conduziram ao resultado alcançado. O diretor acadêmico da Unifadra Prof. Dr. Enio Garbelini parabeniza as alunas e o Prof. Esp. Manoel Carlos Melillo Felzener, além dos demais autores, pela relevância do trabalho. “Essa publicação valoriza as pesquisas dos acadêmicos e contribui para a formação dos futuros profissionais, bem como incentiva a atualização de quem já atua na área de Ginecologia e Obstetrícia”. No prefácio, o Prof. Dr. Jorge Rezende Filho, livre-docente em Clínica Obstétrica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), ressalta que o livro compila casos clínicos escritos por acadêmicos de Medicina, cursando diversos períodos, de cerca de 20 faculdades brasileiras. Além disso, os textos estão “sempre acompanhados de uma discussão ao final, reforçando os pontos mais importantes, o diagnóstico provável, os diagnósticos diferenciais e a conduta de acordo com as diretrizes mais recentes” da prática médica. Voltado a estudantes de graduação de Ginecologia e Obstetrícia, residentes e candidatos a concursos médicos, a obra também objetiva a atualização e a reciclagem de profissionais que trabalham em Prontos-Socorros e Unidades Básicas de Saúde. O livro é organizado em duas seções (48 casos clínicos em Ginecologia e outros 51 em Obstetrícia) e apresenta 8 editores e 208 colaboradores, trazendo 233 questões de múltipla escolha e respostas comentadas. Lançamento: Casos Clínicos Comentados em Ginecologia e ObstetríciaEditores: Hélio Haddad Filho, Yara Lucia Mendes Furtado de Melo, Agnaldo Lopes da Silva Filho, Aljerry Dias do Rêgo, Fernanda de Souza Hopf, Juliana Carrara Lombardi, Bruna Carrara Lombardi e Islan da Rocha.Ano de edição: 2021 – Editora AtheneuNúmero de páginas: 622 Manoel Carlos Melillo FelzenerGraduado em Medicina pela Universidade José do Rosário Vellano (Unifenas). Residência Médica em Ginecologia/Obstetrícia pela Maternidade Albert Sabin, Campinas/SP. Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO). Residência Médica em Mastologia pelo Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC-SP). Título de Especialista em Mastologia (TEMA). Mestrando em Ciências da Saúde pela Universidade do Oeste Paulista (Unoeste). Letícia Caroline Pattini GavioliAcadêmica de Medicina na Unifadra Dracena. Membro fundador das Ligas Acadêmicas de Ginecologia e Obstetrícia (LAGO), de Medicina Legal e Perícia Médica (LAMELP) e de Urologia (LAU) de Dracena. É presidente da LAGO, foi secretária da LAMELP e tesoureira da LAU. Marcela SchwamAcadêmica de Medicina na Unifadra Dracena. Membro fundador das Ligas Acadêmicas de Ginecologia e Obstetrícia (LAGO), de Urologia (LAU) e de Cirurgia Geral (LACG) de Dracena. É vice-presidente na LAGO, tesoureira na LACG e diretora científica na LAU. Valentina Lacerda de Oliveira GregolinAcadêmica de Medicina na Unifadra Dracena. Membro fundador das Ligas Acadêmicas de Ginecologia e Obstetrícia (LAGO), de Neurologia e Neurocirurgia (LNN) e de Clínica Médica (LACM) de Dracena. Foi diretora da LAGO, presidente da LNN e da LACM, além de monitora de Histologia (2019) e diretora fundadora da Associação Atlética Acadêmica de Medicina de Dracena (AAAMD).

Médica recomenda medidas de prevenção ao hiv

No dia 1° de dezembro foi instituído o dia internacional da luta contra a AIDS, que, de acordo com o site oficial do Ministério da Saúde, visa despertar a necessidade da prevenção, promover o entendimento sobre a doença e incentivar a análise pela sociedade e órgãos públicos. No Brasil, o dia começou a ser comemorado no final dos anos 1980, envolvendo os governos federal, estadual, distrital e municipal e organizações sociais. A AIDS, sigla em inglês para a síndrome da imunodeficiência adquirida (Acquired immunodeficiency syndrome), é uma doença do sistema imunológico humano resultante da infecção pelo vírus HIV (vírus da imunodeficiência humana, da sigla em inglês). A Profa. Dra. Bianca Rezende Lucarevschi, médica infectologista e docente na Universidade de Taubaté (UNITAU), explica que a transmissão pode ocorrer de várias formas. “A doença pode ser contraída por relação sexual desprotegida, ou seja, sem preservativo, por transfusão de sangue ou pelo uso de drogas injetáveis, quando a agulha estiver contaminada com o vírus, A transmissão ainda pode ser passada da mãe para o bebê, seja na hora do parto ou da amamentação”, diz. “Um dos mitos é que toda mãe que tem AIDS terá um bebê com a doença, porém isso não é verdade, há o risco, mas não é uma regra”, ressalta a professora. Ela ainda comenta que outras crenças existem acerca da doença. “Tanto a mulher quanto o homem podem transmitir o vírus. Então, acreditar que apenas o homem a transmite em uma relação sexual é mentira”, pontua. A médica também esclarece que a pessoa soropositiva pode ter uma qualidade de vida satisfatória, caso ela descubra a doença precocemente e logo inicie o tratamento, que é realizado por meio de remédios antirretrovirais que impedem a multiplicação do vírus no organismo, ajudando a combater a doença e a fortalecer o sistema imunológico. Esses medicamentos são fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e, para obtê-los, basta apresentar uma prescrição médica. Embora não haja cura, o tratamento por meio dos remédios é extremamente importante para diminuir a carga viral, as chances de contrair outras doenças como tuberculose, pneumonia e criptosporidiose, por conta da baixa imunidade, e ainda para melhorar a qualidade de vida.  “O vírus HIV destrói as defesas do organismo, tornando o corpo humano vulnerável a infecções, o que leva a pessoa a ficar cada vez mais doente e, consequentemente, a ter uma morte precoce”, esclarece a infectologista. Como forma de conscientizar a população e prevenir a doença, a Liga acadêmica de Infectologia, do curso de Medicina da UNITAU, irá promover, no dia 1° de dezembro, uma ação conjunta com o Ambulatório médico de especialidades (AME) no Taubaté Shopping, em que serão oferecidos testes rápidos de HIV, informações e orientações sobre a doença.

Professor é eleito para o Conselho Estadual

Jesualdo Almeida Junior ministra as aulas de Direito do Consumidor e de Direito Civil na FEMA e, a partir de 1º de janeiro de 2022, fará parte da composição do Conselho Estadual da OAB – eleição aconteceu no último dia 25 de novembro O professor do curso de Direito da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), Jesualdo Almeida Junior, foi eleito para o cargo de conselheiro estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) na última quinta-feira, dia 25 de novembro de 2021, em eleição realizada presencialmente na Casa da Advocacia e Cidadania – Subseção de Assis, que contou com a participação de advogados de diversos lugares da região, incluindo ex-alunos da FEMA. Jesualdo Almeida Junior, é o professor das disciplinas de Direito do Consumidor e de Direito Civil das turmas do 2⁰, 4⁰ e 5⁰ de Direito e, a partir de 1º de janeiro de 2022, fará parte da composição do Conselho Estadual da OAB de São Paulo. Segundo o professor, “nunca foi uma pretensão pessoal me tornar conselheiro. Mas, uma série de fatos convergiram para que eu acabasse me tornando um. Agora, passada a euforia da vitória, vem o desafio de fazer uma OAB melhor para todos os advogados; resgatar a honradez da instituição. Já começamos! Já contactei os presidentes locais eleitos e a partir de janeiro começaremos juntos a trilhar o mesmo caminho, sem revanchismos, sem partidarismos…”, comenta o recém-eleito conselheiro. Para Junior, se tornar parte do Conselho Estadual da OAB o permitirá conhecer mais de perto os meandros da Ordem, o que trará experiências muito importantes e enriquecedoras para os alunos, “a FEMA, hoje, tem uma professora que é presidente da OAB de Assis e um professor que é Conselheiro da OAB estadual. Poucas instituições desfrutam de tanta representatividade como a FEMA, o que mostra a seriedade dos profissionais que trabalham nesta instituição”, finaliza o professor. Além de Jesualdo, outra professora da FEMA, a Lenise Antunes Dias, também foi eleita para o cargo de presidente da 27ª subseção de Assis e esta será a 1ª vez que o cargo será ocupado por uma mulher. As novas diretorias eleitas serão empossadas no dia 1.º de janeiro e terão mandato de 2022 a 2024. A FEMA parabeniza os professores pela eleição e deseja muito sucesso aos seus mandatos.