Alunas da UNITAU são premiadas em Simpósio de História do Vale do Paraíba
O evento foi organizado pelo Instituto de Estudos Valeparaibanos (IEV) entre os dias 26 e 28 de agosto, com o tema “Educação e educadores” Alunas do Departamento de Ciências Sociais e Letras da Universidade de Taubaté (UNITAU) foram premiadas no Simpósio de História do Vale do Paraíba, organizado pelo Instituto de Estudos Valeparaibanos (IEV) entre os dias 26 e 28 de agosto. As três alunas e seus professores participaram, de forma virtual, com a apresentação de projetos. O tema do simpósio deste ano foi “Educação e educadores” e proporcionou um diálogo entre a história e o futuro da educação no Vale do Paraíba. O IEV promove o evento desde 1972 e tem como objetivo contribuir com a preservação dos patrimônios culturais e ambientais da região. De acordo com o IEV, todo o material produzido nos simpósios alimenta até hoje pesquisas e trabalhos de diversos tipos, em diferentes áreas do conhecimento. Foi classificado em primeiro lugar o “Relato de experiência: projeto residência pedagógica em história e a produção de materiais em meio à pandemia”. O trabalho foi realizado pelas alunas do curso de História Dominika Carvalho Lino Santos e Natasha Santos Martins, sob a orientação do Prof. Me. Armindo Boll e do Prof. Dr. Silvio Luiz da Costa. Durante a apresentação, as estudantes compartilharam suas vivências nos projetos de que fazem parte. Ambas participam do Programa Residência Pedagógica, que tem por objetivo a inserção dos universitários no ambiente escolar, para que vivenciem a realidade de um docente. As universitárias também compartilharam experiências do projeto “Raça e Etnia”, que busca associar a construção do saber histórico, desconstruindo preconceitos e valorizando a cultura. O projeto tem como objetivo compreender o entendimento dos alunos das escolas públicas e, na sequência, a produção de materiais didáticos, tendo por finalidade estimular a consciência crítica dos alunos. “Para os alunos da rede pública, o programa foi muito relevante, pois trouxe a oportunidade de complementar as atividades trabalhadas em sala de aula, além de auxiliarem a construir um pensamento mais crítico acerca da realidade. Já para nós, residentes, o programa contribuiu para uma melhor formação nossa, a partir do desenvolvimento das competências necessárias para o trabalho docente”, pontuou a aluna Dominika Carvalho durante a apresentação. Já Brenda Nicoly de Souza, aluna do terceiro semestre do curso de História da UNITAU, foi classificada em segundo lugar, com a pesquisa “Taubaté patrimônio e memória: Santos Dumont um cientista que atendeu ao sonho antigo de ‘voar’ do homem”. “Estimulei os alunos na disciplina de História Regional, em 2020, a trabalharem temas regionais como os monumentos de Taubaté e do Vale do Paraíba. O que levou muitos alunos a pesquisarem esse tema. A aluna Brenda teve a ousadia e a sensibilidade nesse contexto de pandemia de relacionar Santos Dumont aos cientistas atuais, valorizando a ciência”, comenta o orientador da aluna, Prof. Me. Armindo Boll. O projeto da universitária tem como objetivo preservar e valorizar a memória de Santos Dumont a partir do monumento construído pelos moradores de Taubaté. O monumento foi inaugurado em 1956, como uma homenagem ao considerado “pai da aviação” e como um importante reconhecimento de sua relevância histórica como criador e cientista. “Esse monumento em Taubaté é um patrimônio histórico que desperta a consciência na sociedade, e os motivam a passar de geração em geração a relevância desta figura para que, por meio do contato e da reflexão, sirva de exemplo para as novas gerações conhecerem e valorizarem os nossos cientistas e suas pesquisascomo um efetivo saber histórico e estimule os jovens a se dedicarem à criatividade e à inovação em todas as áreas do saber”, finaliza o professor. Foto: Leonardo Oliveira
HUB Inova FEMA lança edital
Projetos serão encubados e desenvolvidos na vigência 2021 e 2022 O HUB Inova FEMA lança hoje (20/09) o edital de seleção para projetos de inovação, modelo de negócios e criatividade que serão desenvolvidos nos próximos dois anos, na vigência 2021/2022. Interessados devem se inscrever até segunda-feira, 27 de setembro, pelo endereço: https://www.hubfema.com.br/editais O objetivo do HUB é oferecer aos alunos, professores, pesquisadores e empresas um local físico compartilhado e privativo para que esse público possa trabalhar e desenvolver pesquisas, projetos, negócios, produtos, serviços, dentre outras atividades que envolvam inovações, criatividade e troca de experiências. Os projetos recebem a mentoria de professores e profissionais, e atuam de forma integrada com os cursos da FEMA. “Este edital vem com a intenção de trazer novas ideias e projetos para dentro do campus, para este espaço que foi criado na FEMA, que oferece o ambiente e equipamento necessário para atender às demandas dos projetos. Com isso, a FEMA aproxima professores, pesquisadores, alunos e empresas parceiras”, explica Alex Poletto, vice-diretor acadêmico da FEMA. O edital é voltado para estudantes dos cursos de graduação, professores ou pesquisadores da FEMA/IMESA com título de mestre ou doutor, entre outros pré-requisitos. O HUB Inova FEMA está localizado dentro do campus da FEMA, ao lado da rotatória, localizado no Bloco I.
O próximo FEMA Cidadania está chegando!
Participe no dia 02/10!Em maio deste ano, o FEMA Cidadania mobilizou a comunidade assisense em apoio às famílias cadastradas nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de Assis. Chegou a hora de nos unirmos de novo em mais uma ação solidária! – FEMA Cidadania– Sábado (02/10) das 9h às 15h Doe alimentos não perecíveis e os seguintes itens para crianças: achocolatado, bolacha doce, bolacha salgada e doces em geral. As doações serão recolhidas em formato Drive Thru na entrada do campus da FEMA, pela Avenida São Cristóvão 635. O FEMA Cidadania será realizado em parceria com o Fundo Social de Solidariedade, da Prefeitura Municipal de Assis, com apoio do Moto Clube Myke Maluco e o Rotary Clube Assis do Vale.-
Especialistas da UNITAU oferecem dicas para combater o estresse
Para o criador do termo estresse, Hans Selye (1936), a palavra significa “pressão, tensão ou insistência” e pode ser descrita como uma síndrome geral da adaptação. Em outras palavras, é o desgaste de nosso corpo enquanto tenta fazer a transição frente a uma nova situação interpretada como ameaçadora. O dia 23 de setembro é conhecido como o Dia mundial do combate ao estresse. Segundo o Prof. Dr. Marcelo de Oliveira Fonseca, psicólogo da Universidade de Taubaté (UNITAU), o estresse é uma resposta, fisiológica e comportamental, a uma situação-limite, ou que coloque nossa vida em risco. “As causas são as mais diversas, pois cada indivíduo pode interpretar uma situação como aversiva ou não. Muito de nossa história de vida e estabilidade emocional é que irá predispor uma situação a se tornar estressante ou não”, pontua. Os principais sintomas do estresse são: falta de atenção ou concentração, fadiga ou cansaço, indisposição, insônia, dores no corpo, taquicardia, alteração no apetite, entre outros, que podem variar de pessoa para pessoa, os sinais mais comuns são relacionados a oscilações na pressão arterial. “É importante saber que não conseguimos nos esquivar do estresse, ele sempre estará por perto, pois toda situação nova, por mais leve que possa ser, representará uma mudança e, consequentemente, uma adaptação. Dessa forma, pressupondo que não é possível biologicamente viver sem ter estresse; devemos nos focar nos momentos livres dele”, explica o professor. Segundo o psicólogo uma outra importante medida é identificar as situações que causam mais estresse e pensar se realmente compensam no “custo benefício”. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos (a terceira maior empresa de pesquisa e de inteligência de mercado do mundo), a pandemia de covid-19 apontou o Brasil como o quinto país com o pior índice na piora das condições de saúde mental. Para a Profa. Dra. Karolina Gouveia César, neurologista da UNITAU, a pandemia trouxe muitas preocupações e mudanças de hábitos, diminuição de lazer, excesso ou falta de trabalho. “O alto índice de depressão, a ansiedade e a insônia foram as principais repercussões e, com isso, o funcionamento cerebral, de forma geral, acaba sofrendo as consequências negativas por aumento de neurotransmissores excitatórios, como adrenalina e noradrenalina”. A neurologista sugere algumas dicas para lidar com o estresse como: atividade física (3x por semana); alimentação saudável; boa higiene do sono; momentos de lazer; busca de equilíbrio espiritual (a prática de meditação, por exemplo, pode ajudar). A professora enfatiza que também é importante não demorar para procurar ajuda de um profissional quando há impacto na qualidade de vida. O Centro de Psicologia Aplicada (CEPA) da UNITAU oferece assistência à comunidade externa e acadêmica.
Ministro Marcos Pontes apoia o X Cicted
O X Cicted acontece entre os dias 20 e 22 de outubro e está inserido nas atividades da Semana nacional de Ciência e Tecnologia promovida pelo MCTI A décima edição do Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento (Cicted) da Universidade de Taubaté (UNITAU) ganhou o apoio institucional do ministro Marcos Pontes O titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) enviou uma mensagem em vídeo estimulando a participação de professores e alunos de graduação e de pós-graduação de todo o país por meio da submissão de trabalhos ao Congresso. As inscrições estão abertas e seguem até o dia 19 de setembro. “Inscrevam-se, tem muita oportunidade interessante, tem muita coisa para aprender durante um evento como esse”, comenta o ministro em sua fala. O X Cicted acontece entre os dias 20 e 22 de outubro e está inserido nas atividades da Semana nacional de Ciência e Tecnologia promovida pelo MCTI. O tema deste ano será “A transversalidade da ciência, tecnologia e inovações para o planeta”. “Ciência, tecnologia e inovação são consideradas as molas propulsoras que já apresentaram efeitos positivos para os países que nós chamamos de desenvolvidos”, complementa o ministro do MCTI. Nos últimos nove anos, foram mais de 10.060 trabalhos apresentados no Cicted. A edição de 2020 contou com a submissão de 533 trabalhos, dos quais 451 foram selecionados para apresentação. As categorias disponíveis para a submissão de trabalhos são: Encontro de Iniciação Científica (ENIC), Mostra de Pós-graduação (MPG) e Projeto de Pesquisa e Inovação (PP&I Graduação PP&I Pós-graduação). O X Cicted mantém o formato de avaliação dos trabalhos com a votação por meio de um aplicativo. No ano passado, cerca de 1.700 pessoas participaram da avaliação. O aplicativo Cicted UNITAU foi acessado mais de 3.600 vezes, com a contabilização de 4.351 votos. A grade científica do evento está em fase final de preparação. Mais informações sobre o X Cicted você encontra aqui.
Biólogo e meteorologista da UNITAU alertam sobre a importância da conservação da Amazônia para o planeta
Em 5 de setembro é comemorado o Dia da Amazônia com o objetivo de chamar a atenção da comunidade para uma das maiores reservas naturais do mundo A Amazônia abarca uma rica biodiversidade e, por isso, é fortemente explorada, o que pode causar sérias consequências para todo o planeta. Em 5 de setembro é comemorado o Dia da Amazônia. A data comemorativa foi instituída pela Lei n° 11.621, de 19 de dezembro de 2007, com o objetivo de chamar a atenção da comunidade para uma das maiores reservas naturais do mundo. A Amazônia tem a maior biodiversidade do mundo e detém muitas espécies nativas, que não são encontradas em outros lugares. Estima-se que a floresta abriga aproximadamente 20% de todas as espécies da fauna do planeta. Além disso, os rios amazônicos constituem a maior bacia hidrográfica do planeta, e a região abriga diversas comunidades que dependem diretamente da floresta para a sua sobrevivência. O Professor Júlio Cesar Voltolini, Doutor em Biologia Vegetal e Mestre em Zoologia, docente na Universidade de Taubaté (UNITAU), descreve o processo na bacia hidrográfica da região “A água dos rios da Amazônia provém principalmente do degelo das neves no alto da Cordilheira dos Andes, que escorrem paro o lado leste e formam os atuais rios da bacia amazônica”, explica o docente, que morou durante meses na Amazônia durante a realização de um projeto de fragmentação florestal do Instituto Smithsonian, de Washington. Em decorrência do uso desenfreado desse bioma, como a extração madeireira, desmatamentos ilegais, agricultura, pecuária e mineração, a fauna e a flora da região são diretamente afetadas, além de causar desequilíbrios, crises ambientais e mudanças climáticas em escala global. “A população brasileira pode se desenvolver sem a necessidade de desmatar a Amazônia, porque nós podemos, por exemplo, utilizá-la para outras atividades como o turismo. Uma observação muito importante é que nós também podemos retirar a madeira da floresta amazônica, mas, para isso, é necessário que se faça um manejo sustentável, ou seja, para cada árvore que eu retiro, eu tenho de plantar algumas centenas de mudas da mesma espécie no local”, expõe o professor. Diversas espécies da Amazônia são importantes para a produção de medicamentos, alimentos e outros produtos. O Plano Amazônia sustentável (PAS) fez um diagnóstico detalhado da região e apontou que mais de 10 mil espécies de plantas da área têm princípios ativos para uso medicinal, para a cosmética e para o controle biológico de pragas. “Nós temos um tesouro genético impressionante e que ainda é pouquíssimo conhecido. Nós precisamos de mais pesquisas científicas para fazer levantamentos da fauna, da flora e de substâncias bioquímicas que existem na Amazônia”, opina o biólogo. A UNITAU realiza uma pesquisa sobre as alterações climáticas na Amazônia em parceria com a Universidade de Manchester (Reino Unido), com pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Um dos colaboradores do estudo é o Professor Gilberto Fernando Fisch, Doutor em Meteorologia, docente da UNITAU e pesquisador na Amazônia durante 5 anos pelo INPE. “A Amazônia tem uma vegetação de porte alto muito rica do ponto de vista de biomassa, que é basicamente carbono. Então, a Amazônia tem uma influência direta no balanço de carbono mundial. O desmatamento dessa região pode impactar o balanço, pois o carbono é um dos gases do efeito estufa que influencia nas mudanças do clima e no aquecimento global”, esclarece o meteorologista. As interferências no clima devido ao desmatamento são diversas. No local ocorre a savanização. Com o corte das árvores, passa a ser criado um novo ecossistema, que levará a um clima de deserto ao longo dos anos. Já regionalmente, o ciclo hidrológico é afetado, pois as árvores bombeiam vapor d’água do solo para a atmosfera, que é transportado pelos “rios voadores” para a região Sul e para a região Sudeste. O docente afirma que preservar não significa não explorar, mas explorar de uma maneira racional e inteligente. “Além de reduzir o desmatamento, nós precisamos olhar para frente e criar alternativas de exploração inteligente. A Amazônia vale muito mais preservada, do ponto de vista financeiro, gerando novos produtos bioquímicos e agronômicos, do que simplesmente como fornecedora de madeira e para, depois da extração, ter áreas de pastagem, por exemplo”, comenta A preservação da biodiversidade amazônica também auxilia a conservar outros ecossistemas na região e no mundo todo. “Não tem lugar no mundo que, de certa maneira, não tenha sua associação com a Amazônia. Algumas associações vão ser mais fortes, outras vão ser mais fracas, mas o mundo inteiro está conectado com a Amazônia”, reflete o meteorologista. Pequenas atitudes podem ser tomadas para evitar a destruição desse importante patrimônio natural. Entre elas, estão: no âmbito regional, oferecer alternativas de emprego, que não sejam a extração de madeira e, no âmbito nacional, realizar campanhas educativas de preservação da floresta, reduzir o consumo de papel, madeira e plástico, digitalizar documentos, fazer a reciclagem de produtos usados e dar preferência a objetos que têm como base a madeira de reflorestamento. Foto: João Rodrigues
Presidente da AIMES presta homenagem ao prof. Ulysses Guariba
O ato ocorreu durante a inauguração do prédio de Ciências da Saúde cuja idealização foi do homenageado O presidente da AIMES (Associação das Instituições Municipais de Ensino Superior), prof. Eduardo Vella, realizou uma homenagem na última sexta-feira, 27, ao prof. Ulysses Telles Guariba Netto (in memoriam), idealizador do curso de Medicina da FEMA (Fundação Educacional do Município de Assis). Eduardo Vella discursou e entregou uma placa ao filho do professor, João Guariba, na ocasião da inauguração do prédio de Ciências da Saúde, que contou com a ilustre presença do vice-governador do estado, Rodrigo Garcia, além de autoridades locais. “Ulysses foi um homem visionário, um professor renomado, pensador e um grande estrategista político que não mediu esforços para transformar a FEMA em uma fundação reconhecida em todo o Brasil”, afirmou o presidente da AIMES em seu discurso no evento. A passagem do prof. Ulysses Guariba pela instituição se deu primeiramente em 1997, quando conseguiu a aprovação de cinco novos cursos, sendo Administração, Ciência da Computação, Direito, Jornalismo e Química Industrial. Porém, foi em 2013 que o professor teve sua maior empreitada. “Ele sonhou e trabalhou arduamente para que pudéssemos ter o curso de Medicina”, ressaltou Vella. Além das suas contribuições à FEMA, o prof. Ulysses Guariba também é um dos responsáveis pela fundação da AIMES cujo objetivo é o de fortalecer as instituições municipais de ensino superior paulistas por meio da capacidade de articulação, organização, troca de experiências, realização de atividades conjuntas e o debate de ideias. Ainda por sua importância na AIMES, todos os membros da diretora que se afastam de suas funções na associação recebem o título de sócio honorífico Prof. Dr. Ulysses Telles Guariba Netto. Este selo é mais uma homenagem a este intelectual a frente do seu tempo que tanto colaborou ao desenvolvimento do ensino superior municipal de qualidade.
Equipes da FEMA estão na 2ª fase da 1ª OBSat
FEMA Panzertronic e Taruhunters concorrem na categoria ensino fundamental II e Ensino Médio da 1ª edição da Olimpíada Brasileira de Satélites, organizada pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo Federal As equipes do curso de extensão FEMA Robótica, da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), estão participando da 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites (OBSat). Ainda em 2020, dentro da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) fez uma edição rápida de uma semana onde os participantes assistiram palestras e depois tiveram 4 dias para desenvolver e documentar em formato de artigo um projeto teórico contendo uma solução inovadora através de satélites para que eles sejam capazes de ajudar e solucionar problemas em nosso país e no mundo. Separadas pelas categorias: Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Técnico e Ensino Superior, as equipes da FEMA concorreram nas categorias ensino fundamental e ensino médio. A FEMA Panzertronic II de ensino fundamental foi premiada com o terceiro lugar em sua respectiva categoria dentre outras 12 equipes de outros estados. A Panzertronic I, que concorreu na categoria ensino médio, ficou com o oitavo lugar. “Apenas as equipes que ficaram em primeiro e em segundo em suas categorias, obtiveram o privilégio de serem classificadas automaticamente para a segunda fase da primeira edição da OBSat que está ocorrendo agora no ano de 2021, ou seja, mesmo com a medalha e a premiação de terceiro lugar, neste ano tivemos que começar tudo novamente e realizar um novo projeto e inscrevemos três equipes”, conta o professor. Já nesse ano, foi feita uma nova primeira fase, fora da SNCT (Semana Nacional de Ciência e Tecnologia) e com algumas mudanças formou-se três equipes do FEMA Robótica que ficaram entre as 18 melhores equipes no estado de São Paulo da competição e se classificaram para a segunda fase. “A Taruhunters ficou em 13º, Panzertronic 2.0 em 15º e a Panzertronic 1.0 em 18º, todas receberam um kit chamado de “cansat” para a participação na segunda fase que ainda está com datas a definir e tem como objetivo a programação desses kits conforme proposto no artigo submetido na primeira fase. Após a segunda fase no qual ainda será divulgado as datas e o edital, vem as fases de lançamento dos kits satélite, lançamento estadual/regional (fase 3) e o lançamento nacional (fase 4). A equipe campeã nacional terá seu satélite enviado ao espaço pelo governo brasileiro em conjunto com a organização do MCTI ”, explica Diogo Lamotta.
EdUNITAU oferece a oportunidade de adquirir novos conhecimentos e divulgar o seu trabalho
A EdUNITAU oferece a oportunidade para que alunos e professores da UNITAU, de outras universidades, e profissionais de diversas áreas divulguem seus trabalhos, desde 2012, ano em que foi criada Atualmente, a editora disponibiliza 38 títulos e procura sempre atualizar o acervo de seu catálogo online para que sempre tenha altos números de acesso. Além disso, trabalha com os resultados de pesquisa dos professores e dos alunos, faz publicações de fascículos, de coleções, de cartilhas, de material didático e científico, tem parceria com outras editoras e Universidades para publicar seus livros e pretende começar a publicação como prestadora de serviço até o fim do ano, afirma o Prof. Me. Luzimar Goulart Gouvêa, assessor de difusão cultural da editora. A editora é um meio para que a Universidade possa promover a troca de conhecimentos entre a comunidade acadêmica. Ela também contribui para que os professores possam ter uma maior regularidade nas publicações e colabora com o aumento da visibilidade da Universidade, aproximando-a de instituições do exterior, com a publicação em línguas estrangeiras. A comunidade interna da Universidade e a externa têm acesso livre aos livros, que estão disponíveis somente em versão digital, no portal da EdUNITAU. É só escolher uma das publicações e fazer download ou abrir o livro no próprio navegador. Os interessados em divulgar seus trabalhos produzidos na Instituição devem entrar em contato com a Pró-reitoria de extensão (PREX), via e-mail (prex@unitau.br) ou pelos telefones (12) 3625-4227 / (12) 3625-4208, para submeter os originais ao Conselho Editorial para avaliar cada item enviado. Em caso de dúvidas, envie um e-mail para editora@unitau.br ou ligue para o número (12) 3625-4227. Foto: Leonardo Oliveira
Vice-governador do estado inaugura prédio de Ciências da Saúde da FEMA
O vice-governador esteve em Assis, nesta sexta-feira, 27 de agosto de 2021, na companhia de secretários e deputados estaduais e do prefeito de Assis, José Fernandes, inaugurando novo prédio na FEMA Na sexta-feira, dia 27 de agosto de 2021, o vice-governador do Estado de São Paulo, Rodrigo Garcia, esteve presente na cerimônia de inauguração do novo prédio de Ciências da Saúde da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA). Na ocasião, o vice-governador reforçou o compromisso do governo estadual na reestruturação da educação de nível superior nesse período pós-pandemia, de retomada de aulas presenciais e de novos projetos para reduzir a evasão no ensino de todo o estado. “A FEMA é uma demonstração clara de como é importante para uma região uma faculdade de qualidade, com vários cursos, também na área da saúde. São Paulo tem investido muito na saúde pública e vai demandar muitos profissionais para que a gente tenha um sistema de saúde melhor”, fala o vice-governador Rodrigo Garcia. Arildo Almeida, presidente do Conselho de Curadores da FEMA, diz que foi um evento extraordinário para a FEMA e para a cidade de Assis. “Nunca imaginamos que a FEMA chegaria neste patamar gigantesco. Estou grato com a presença do vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, de três deputados estaduais e dois secretários estaduais, além do prefeito de Assis e demais prefeitos do CIVAP. A presença dessas autoridades mostra a importância que a FEMA tem em nossa região”, comemora o presidente Arildo. O novo prédio de Ciências da Saúde da FEMA teve sua pedra fundamental lançada em 23 de novembro de 2018 e atenderá a alunos e professores dos cursos de Enfermagem, Fisioterapia e Medicina e demais outros cursos que podem vir a ser integrados à instituição. Equipado com laboratórios modernos, com robôs e equipamentos com tecnologia de ponta adquiridos pela FEMA, o novo prédio foi construído para oferecer a melhor qualidade de ensino para os alunos, como também para os professores. São mais de 3 mil m² de construção, com salas menores com capacidade de 10 pessoas. Os professores também terão à disposição lousas digitais em todas as salas de aula. Estiveram presentes também na cerimônia outras autoridades políticas estaduais e municipais, como o secretário de Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, Marco Vinholi, o secretário de Estado da Agricultura, Itamar Borges, o prefeito municipal de Assis, José Fernandes, o vice-prefeito Aref Sabeh, os deputados estaduais Mauro Bragato, Ricardo Madalena e Vinícius Camarinha, o presidente da Câmara Municipal de Assis, Vinícius Simili, além de demais prefeitos dos municípios que fazem parte do Convênio Intermunicipal do Vale do Paranapanema (CIVAP) e seus presidentes de câmaras e vereadores. Dentre as autoridades da FEMA, estiveram presentes o presidente do Conselho Curador da FEMA, Arildo Almeida, acompanhado de demais membros da entidade. Também estavam o professor mestre Gerson José Beneli e o professor doutor Alex Poletto, atuais diretores do Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis (IMESA), o diretor executivo da FEMA, professor mestre Eduardo Augusto Vella Gonçalves, além de coordenadores de cursos, professores, alunos e colaboradores da instituição.