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AIMES-SP

FEMA Cidadania recebe doações até sexta (15)

Realizada no último sábado (02/10), FEMA Cidadania mobilizou moradores de Assis para doação alimentos e segue recebendo alimentos não perecíveis Com a intenção de apoiar as famílias em situação de vulnerabilidade social, a Faculdade Educacional do Município de Assis (FEMA) realizou no último sábado (02/10) mais uma edição do FEMA Cidadania, ação de solidariedade que tem como objetivo arrecadar alimentos que serão distribuídos para famílias em situação de vulnerabilidade social pelo Fundo Social de Solidariedade, da Prefeitura Municipal de Assis, parceira do evento. Como apoiadores, o Moto Clube Myke Maluco e o Rotary Clube Assis do Vale também marcaram presença e demonstraram solidariedade com a comunidade da região. A FEMA segue recebendo doações até sexta-feira (15/10), na Seção de Eventos, localizada na Biblioteca da FEMA (Avenida São Cristóvão, 635). Poderão ser doados alimentos não perecíveis e os seguintes itens para crianças: achocolatado, bolacha doce, bolacha salgada e doces em geral. O horário de funcionamento do Setor de Eventos é de segunda a sexta, de 8h às 12h e de 13h às 17h. Para o presidente da FEMA, Arildo Almeida, a ação faz parte dos princípios da instituição: “a nossa missão não é apenas formar bons profissionais, mas também atuar em prol de uma sociedade mais justa. Por isso, ações como o FEMA Cidadania acontecem. Nosso objetivo sempre será estar em total sintonia com a realidade da comunidade em que estamos inseridos. E contar com a participação e acolhimento da população é sempre muito positivo.” Gerson José Beneli, diretor acadêmico da FEMA, agradeceu a todos que estiveram presentes: “agradeço a toda a comunidade da FEMA e aos nossos colaboradores pela organização e presença, sempre demonstrando os valores da cidadania e solidariedade.” Serviço FEMA Cidadania segue recebendo doações até sexta-feira (15/10), na a Seção de Eventos, localizada na Biblioteca da FEMA (Avenida São Cristóvão, 635). Doe: alimentos não perecíveis e os seguintes itens para crianças: achocolatado, bolacha doce, bolacha salgada e doces em geral. O horário de funcionamento do Setor de Eventos é de segunda a sexta, de 8h às 12h e de 13h às 17h.

Comissão do CNPQ avalia jovens pesquisadores da UNITAU

Estudantes da Universidade de Taubaté (UNITAU) vinculados ao Programa institucional de bolsas de iniciação científica, com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Pibic/CNPq) 2021/2022 participam na próxima quinta-feira, dia 7 de outubro, de um processo de avaliação por uma comissão externa. O processo de avaliação, que deve envolver cerca de 20 bolsistas, tem como objetivo validar o desempenho da Universidade junto à agência de fomento. A comissão de avaliadores externos do CNPq é formada pela Profa. Dra. Amarilis Lucia Casteli Figueiredo Gallardo (USP), pela Prof. Dra. Marilia Leão Goethems (UFPel) e pela Profa. Dra. Sandra Maria Fonseca da Costa (Univap). As bancas de avaliação têm início às 8h com a área de Biociências e participação da representante da UFPel. A partir das 9h acontece a avaliação da área de Humanas com a representante da Univap. A área de Exatas tem avaliações previstas às 14h com a representante da USP. “Será tudo ao vivo, com a presença de todos os bolsistas, de todos os orientadores, integrantes das comissões de avaliação interna e externa. Eles terão 15 minutos para apresentar os dados da pesquisa e os avaliadores terão um tempo para a arguição. Serão avaliados o domínio do conteúdo, segurança do apresentador, qualidade da pesquisa e sua contribuição social”, afirma a Profa. Dra. Viviane Fushimi Velloso, uma das responsáveis pelo programa de iniciação científica da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) da UNITAU. Segundo a professora, os avaliadores externos devem trazer um olhar de contribuição, com observações e sugestões sobre o desenvolvimento da pesquisa. Os orientadores também podem ajudar e contribuir com observações. “Como resultado da avaliação final, o bolsista e a pesquisa podem ser indicados para disputar o Prêmio destaque na iniciação científica e tecnológica (PDICT) do CNPQ. Tivemos no ano passado três alunos que foram indicados”. A transmissão das bancas será por meio da plataforma Teams e é aberta a quem quiser assistir, desde que o interessado disponha de um e-mail institucional da Universidade. Para a Profa. Viviane, essa é uma oportunidade para os estudantes que buscam a iniciação científica. “As atividades dos projetos Pibic são diferenciadas. São pesquisas sistemáticas que passam por diversos protocolos de validação, com autorizações e passagens por comitês de ética, por exemplo”. A UNITAU mantém um cadastro geral, uma espécie de “Banco de Talentos” com a relação de universitários interessados em ingressar na trilha da pesquisa na vida acadêmica. A lista de interessados já conta com 95 nomes e os professores orientadores recebem regularmente atualizações para a indicação de novos bolsistas em seus projetos.

II COMEF Uni-FACEF recebe trabalhos até 17 de outubro

O II COMEF – Congresso Médico-Estudantil de Franca, realizado pelo Camae (Centro Acadêmico Maria Augusta Estrella, Medicina Uni-FACEF), com o apoio do Uni-FACEF, vai acontecer nos dias 5 e 6 de novembro, na modalidade presencial, em Franca (SP). Submissão de trabalhos Interessados em participar podem enviar trabalhos até 17 de outubro e a inscrição para ouvintes deve ser feita até o dia 05 de novembro. Tudo pelo link: https://eventos.unifacef.com.br/comef/2021/ O COMEF O II COMEF visa fortalecer o ambiente acadêmico, por meio de oficinas e palestras sobre os mais atuais temas das práticas em saúde. Busca-se, também, o intercâmbio com as várias IES de ciências da saúde do Brasil, formando, assim, uma rede para compartilhamento de novas experiências, vivências e conhecimento.

UNITAU amplia divulgação com podcasts semanais

Com o objetivo de ampliar os canais de divulgação das atividades acadêmicas, a Universidade de Taubaté (UNITAU) passa a produzir programas no formato de podcasts O primeiro programa, produzido semanalmente pela Central de Comunicação da Universidade (ACOM/UNITAU) em parceria com o Departamento de Comunicação Social, chegou à sua quinta edição no dia 28 de setembro. O UNITAU em Pauta vai ao ar todas as terças-feiras pela rádio FM UNITAU às 9h45 e, na sequência, fica disponível nas principais plataformas do gênero. O podcast tem cerca de 12 minutos de duração e contém um resumo das principais notícias, sempre com uma entrevista, um quadro de curiosidades e boletins. A produção também conta com a participação de alunos bolsistas.  “Nosso objetivo é oferecer mais possibilidades de informação ao público. Os podcasts têm a vantagem de serem conteúdos em áudio acessíveis em qualquer horário” afirma o Prof. Me. Gerson Mário de Abreu Farias. Já na quinta-feira, dia 30 de setembro, deve estrear o Conexão UNITAU Comunidade. O podcast é produzido pela Pró-Reitoria de Extensão (PREX), também com a colaboração do Departamento de Comunicação Social, e vai trazer temas relativos aos projetos desenvolvidos junto à comunidade. O programa está programado para ir ao ar pela rádio FM UNITAU todas as quintas-feiras às 9h45, sendo posteriormente disponibilizado nas plataformas. “Essa é mais uma forma de a Universidade se aproximar das comunidades onde está inserida por meio dos projetos de extensão, além de reforçar para outros públicos todas as nossas atividades desenvolvidas”, complementa a pró-reitora de Extensão, Profa. Dra. Letícia Maria Pinto da Costa. Foto: Leonardo Oliveira 

Desenvolvimento de Sistemas: de Assis ao Vale do Silício

Tiago Dorini, aluno da FEMA, é contratado para trabalhar em empresa americana de Desenvolvimento de Sistemas Tiago Dorini, estudante do segundo ano do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da FEMA, foi aprovado e começa hoje (29/09) o trabalho na Sisnet, uma empresa de tecnologia que auxilia startups do Vale do Silício a transformarem suas ideias em realidade através da formação de times sob demanda e de alta performance. Fluente em inglês, Tiago passou por um processo seletivo que contou com avaliação de outro ex-aluno, do curso de Processamento de Dados da FEMA, Richard Heiras, que atua como People Lead na Sisnet. Ele ocupará o cargo de Desenvolvedor Front-End da Sisnet e conta que irá desenvolver sistemas diretamente para startups do Vale do Silício via trabalho remoto, de Assis para os Estados Unidos: “É uma etapa para o que eu realmente quero realizar, trabalhando mais perto do usuário, utilizando tecnologias como HTML, CSS, JAVASCRIPT”. A professora Diomara Martins Reigato Barros conta que, assim como o Tiago, vários alunos da FEMA têm sido contratados em empresas de todo o Brasil, por meio do trabalho remoto. “Temos alunos trabalhando com empresas de Campinas, São Paulo, Belo Horizonte… As oportunidades têm aumentado muito, permitindo que os estudantes tenham acesso a experiências extremamente enriquecedoras para além dos limites geográficos”, explica.

Filme da AIMES em incentivo aos professores na pandemia é premiado

A premiação do Filme Professores foi na categoria Storytelling O FestDigital é o festival mais importante e inovador da área de Comunicação Online do interior. É realizado pela APP Ribeirão e já se tornou referência e inspiração para a área digital do mercado publicitário. O Festival tem como princípio reconhecer e premiar os trabalhos desenvolvidos na região, além de incentivar os investimentos em talentos e tecnologia, visando o aperfeiçoamento da criatividade e da qualidade dos serviços técnicos das agências do interior do país. O Filme Professores, criado e produzido para a AIMES, pela agência Nova MCP, foi premiado na categoria Storytelling. Você pode rever e curtir o filme acessando www.aimessp.com.br.

Unifunec conquista certificação 4 estrelas de segurança e saúde, da A2S

A certificação confirma que todas as medidas de sanitização e segurança são cumpridas pelo Unifunec em um ambiente de circulação de pessoas, seguindo todas as exigências estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) O Centro Universitário de Santa Fé do Sul – Unifunec obteve novamente a certificação A2S – Ambiente Seguro e Saudável, mas desta vez, com classificação inédita: 4 estrelas. A conquista comprova a prioridade da Instituição: ensino de excelência com acolhimento e ambiente seguro e saudável. O Unifunec recebeu a auditora da A2s Patricia Fernanda Jotesso Flores, da Fundação Vanzonlini, que realizou um processo de avaliação nos três campi da Instituição. Acompanhada pelas coordenadoras dos cursos de Medicina, Profa. Me. Taise Jordão e enfermagem, Profa. Elena Carla Batista Mendes, a auditoria foi realizada avaliando os critérios: fluxos de circulação, regras de consumo de alimentos, distanciamento, uso de máscaras, lotação de ambientes, sanitização, entre outros. A certificação 4 estrelas foi anunciada pela auditora da A2s durante a manhã desta sexta-feira (24). Logo após o anúncio, o presidente do Unifunec Fernando Benitez ressaltou que o Unifunec preza pela busca da excelência, sempre. “A certificação 4 estrelas corrobora com o trabalho que vem sendo realizado por todos nós, do Unifunec. Aproveito para parabenizar toda equipe que se dedica diariamente demonstrando comprometimento e responsabilidade”, disse Benitez. “A certificação é um reconhecimento público, em que especialistas viram de perto as iniciativas e adequações de prevenção e combate ao Coronavírus que o Unifunec cumpre diariamente para tornar a Instituição um espaço seguro para todos que o frequentam. Parabéns a todos”, disse o reitor do Unifunec Prof. Dr. Guilherme Hiroshi Yamanari. Participaram do anúncio da inédita certificação o presidente do Unifunec Fernando Benitez, o reitor Prof. Dr. Guilherme Hiroshi Yamanari, o diretor Executivo César Melo, a pró-reitora Profa. Dra. Georgea Suppo Prado Veiga, o diretor administrativo pedagógico Andre Marangão, a diretora dos cursos técnicos Mônica Casimiro, a chefe do setor de compras Patrícia Locatti e os coordenadores Taise Jordão, Elena Carla Batista Mendes, Claudia Mencaroni, Éderson Mella Ternero, Luciana Stefanoni, Amélia Fonseca, Caline Nogueira Inácio dos Santos e Aila Marin.

Especialista faz alerta sobre o Setembro Amarelo

O assunto foi debatido em uma palestra com psiquiatra Dr. Daniel Cruz Cordeiro sobre os desafios e as perspectivas para o tempo presente, promovida pelo Projeto de Extensão de Prevenção ao Suicídio da UNITAU De acordo com a Profa. Dra. Lindamar Alves Faermann, Coordenadora do Curso de Serviço Social da UNITAU e organizadora do evento, o assunto precisa ser discutido: “Um dos nossos eixos do Projeto de Extensão é o de quebrar o silêncio em torno do suicídio, porque existem muitos mitos a respeito do tema, inclusive de que falar sobre o suicídio pode estimular o ato. O diálogo, o acolhimento e a escuta ativa são fatores de proteção e, juntos, podemos enfrentar essa triste realidade”. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida a cada ano. No Brasil, aproximadamente 12 mil suicídios são registrados todos os anos. O Dr. Daniel destaca como a pandemia influenciou nos índices de suicídio. “A pandemia ampliou vários fatores que podem aumentar sintomas depressivos: o luto, a perda de contato social, a preocupação financeira, o adiamento de planos, o confinamento. Isso pode gerar aumento do consumo de drogas lícitas e ilícitas, a violência doméstica ou mesmo a sensação de abandono”. De acordo com o site oficial do Setembro Amarelo, a campanha começou nos EUA, quando o jovem Mike Emme, de 17 anos, cometeu suicídio, em 1994. Mike havia restaurado um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo. Por conta disso, ficou conhecido como “Mustang Mike”. Seus pais e amigos não perceberam que o jovem tinha sérios problemas psicológicos e não conseguiram evitar sua morte. No dia do velório, foi feita uma cesta com muitos cartões decorados com fitas amarelas. Dentro deles havia a mensagem “Se você precisar, peça ajuda”. A iniciativa foi o estopim para um movimento importante de prevenção ao suicídio, pois os cartões chegaram realmente às mãos de pessoas que precisavam de apoio. Em consequência dessa triste história, o laço amarelo foi escolhido como símbolo da luta contra o suicídio, É importante ficar atento aos sinais de alerta, destaca o especialista: a presença dos “D’s”: desesperança, depressão, delírio, dependência química; a percepção de que mudanças comportamentais estão se tornando cada vez mais notáveis, como isolamento social, redução de energia, redução da percepção de prazeres, percepção de que se a pessoa sumisse ou deixasse de existir os problemas se resolveriam. Destaca-se a importância do tratamento psicológico, imediato ou agendado: “Serviços de atendimento de saúde mental com médicos e psicólogos são a melhor forma de ter um diagnóstico. Emergencialmente, serviços como o Centro de Valorização da Vida (CVV) são excepcionais para auxiliar quem está buscando auxílio imediato”, afirma o psiquiatra. Na UNITAU, há o Plantão Psicológico no Centro de Psicologia Aplicada (CEPA), em que os alunos dos cursos de graduação e pós-graduação em Psicologia realizam os atendimentos psicológicos orientados por professores-supervisores, e promovem atendimento por ordem de chegada aos acadêmicos e ao público.

Medalhista Paralímpico da UNITAU comenta sobre sua superação

O paratleta conquistou uma medalha de ouro e outra de prata nas modalidades arremesso de peso e lançamento de disco, nos Jogos Paralímpicos de Tóquio em 2021 Desde 1960, os jogos paralímpicos levam ao mundo mensagens de inclusão e superação e se caracteriza como um fenômeno muito importante para os atletas e pessoas portadoras de deficiência. Com a pandemia do coronavírus, os esportistas paralímpicos foram afetados, pois tiveram de pausar seus treinos por um tempo. A prorrogação das Paralimpíadas preocupou alguns atletas, mas depois isso os motivou a treinarem ainda mais. Esse é o caso de Alessandro Rodrigo da Silva, aluno do 8° semestre do curso de Educação Física na Universidade de Taubaté (UNITAU). O estudante conta que iniciou sua carreira como paratleta no final do ano de 2013, após ter adquirido sua deficiência, devido à toxoplasmose, que comprometeu a sua visão. O atleta também ressalta a importância da aceitação da deficiência para o processo de superação e revela que, quanto mais rápido acontecer, menos doloroso será. “Se quisermos brigar com a vida e com a forma como as coisas acontecem, só vamos sofrer. Então, a partir do momento em que as coisas foram acontecendo, eu percebi que ou eu aceitaria, ou eu ficaria mal. Eu tive de aceitar essa nova maneira de viver que, hoje, eu agradeço muito. A superação é algo muito profundo, algo que necessita de muito apoio e força de vontade”, afirma. Alessandro já visitou diversos lugares ao redor do mundo para participar de competições, como o Canadá, a Inglaterra, a França, a Alemanha, o Peru, os Emirados Árabes Unidos e o Japão, e conquistou numerosos prêmios, tornando-se bicampeão paralímpico, bicampeão parapan-americano e bicampeão mundial. O paratleta explica que a superação nem sempre vem por meio de vitórias, mas, sim, de conquistas diárias. “Eu me sinto realizado e com o sentimento de dever cumprido por ser reconhecido mundialmente pelas pessoas do setor de lançamentos e arremessos. Isso para mim não tem preço. Nada acontece por acaso, tudo na nossa vida tem um propósito”, reflete. Para Thaiany de Paula, psicóloga, pós-graduada em Psicologia do esporte e egressa da UNITAU, a saúde mental está completamente atrelada à saúde física e, a partir do momento em que se trabalham os aspectos mental, cognitivo e psicológico de um atleta, isso se reflete no físico e vice-versa. “Algumas habilidades psicológicas são extremamente importantes para um paratleta de alto rendimento, como a organização, o planejamento de metas, a atenção, o foco, a motivação, o lidar com uma meta a longo prazo, como as Paralimpíadas, e o controle emocional de certos desafios que aparecem”, comenta. A psicóloga atua desde 2019 no projeto da Prefeitura de Taubaté “Esporte para todos”, com paratletas de alto rendimento e paratletas sociais, que praticam esporte por lazer ou saúde. Thaiany relata que a pandemia foi um grande exemplo do quanto é necessário o apoio psicológico, pois os atletas tiveram seus treinos restritos, e a saúde mental foi muito trabalhada para manter o controle da ansiedade, da frustração e da preocupação. “Quando começou a pandemia, houve uma reviravolta para todos, e senti que os atletas ficaram inseguros, preocupados, ansiosos e desanimados em alguns momentos. A frustração aumentou muito, porque os lugares abriam, mas logo fechavam. Eles tinham picos de alegria, era uma montanha russa. O meu maior papel ali era estabilizar o emocional deles o máximo que eu pudesse no momento. Nós usamos o whatsapp e eu sempre perguntava como eles estavam, sempre tentando estar perto de alguma forma para ajudá-los”, relembra. Muitas vezes o pontapé inicial da carreira de um paratleta vem do incentivo da família. A psicóloga ressalta que o apoio da família é um suporte muito positivo e benéfico para o atleta. “Outro ponto é a aceitação da deficiência. O processo é difícil, principalmente quando ela é adquirida ao longo da vida. Socialmente e culturalmente, foi enraizado que pessoas com deficiência são incapazes. É muito importante eles verem que existem pessoas como eles. Eu vejo muitas histórias dos atletas com quem eu trabalho e como eles encontraram no esporte um ambiente de recomeço, de descobertas de habilidades que até o momento não sabiam que podiam desenvolver”, expõe. A psicóloga também menciona que, quanto antes um paratleta trabalhar a parte psicológica e buscar um profissional para ajudá-lo, melhor será, porque assim serão identificados com antecedência os pontos que precisam ser trabalhados. “Se um paratleta iniciou uma prática esportiva e tem intenção de chegar ao alto rendimento, procure por um suporte psicológico especializado, de preferência em esportes”, finaliza. Fotos cedidas pelo aluno e pela egressa

Indústria farmacêutica inicia parceria com o IPECLIN UNIFAE para desenvolvimento de pesquisa

A parceria objetiva efeituar estudos clínicos de novos produtos para a Indústria farmacêutica Myralis A UNIFAE amplia parceria com o setor produtivo na área de pesquisa. Na manhã da quinta-feira, 16, o CEO da indústria farmacêutica Myralis, Olinto Mascarenhas Marques, esteve no Centro Universitário, acompanhado de assessores da empresa, para reunião com o reitor Prof. Dr. Marco Aurélio Ferreira.  O encontro foi intermediado pela pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa (Propeq), profa. Dra. Laura Rezende, que apresentou toda a infraestrutura da UNIFAE e do Instituto de Pesquisa Clínica (IPECLIN), onde serão feitos os estudos clínicos de novos produtos para a Myralis. “A estrutura da UNIFAE é muito adequada, dentro do que a gente quer, e tem um corpo clínico que é muito importante para ajudar na parceria que vai se iniciar neste momento”, afirmou o CEO. O reitor da UNIFAE, prof. Dr. Marco Aurélio Ferreira credita à proposta inovadora do IPECLIN o grande interesse de empresas de porte em estabelecer parceria para a produção de pesquisa de ponta. “Em apenas três meses de funcionamento, o IPECLIN demonstra que havia uma lacuna na região para o atendimento a esse tipo de demanda, e a UNIFAE está preparada para trabalhar lado a lado com as empresas que desejam inovar com qualidade”, comentou. “É a concretização do projeto IPECLIN – parceiro de mais uma grande empresa para que sejam realizadas pesquisas de alta qualidade na UNIFAE. Estou muito feliz vendo o crescimento com seriedade da pesquisa científica da instituição”, comemora a pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa, prof. Dra. Laura Rezende. A Myralis atua no segmento farmacêutico, possui fábricas em Aguaí e Valinhos, um centro de distribuição em Poços de Caldas e sede administrativa em São Paulo.  Emprega mais de 800 colaboradores e seus produtos são distribuídos em todo o território nacional.