Professora é eleita para presidir OAB de Assis
Em eleição realizada no dia 25 de novembro, Lenise Antunes Dias, que ministra as disciplinas de Direito Processual Civil e Prática Processual Trabalhista na FEMA, foi escolhida para ser a primeira mulher a presidir a 27ª subseção da OAB-SP em Assis A professora do curso de Direito da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), Lenise Antunes Dias foi eleita a primeira presidente mulher da 27.ª subseção de Assis, na última quinta-feira, dia 25 de novembro de 2021, em eleição realizada presencialmente na Casa da Advocacia e Cidadania – Subseção de Assis, pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), que contou com a participação de advogados, incluindo ex-alunos da FEMA. Lenise Antunes Dias, que ministra as disciplinas de Direito Processual Civil e Prática Processual Trabalhista na FEMA, liderou a chapa “Somando Ideias”. Ao ser eleita, a professora se tornou a primeira mulher na história a ocupar esse cargo. Para ela, “é uma honra e um orgulho poder representar tanto as mulheres da minha família como também as minhas alunas, sendo tão queridos – e por ser agraciada com essa oportunidade de representar todas as advogadas da nossa subseção”, conta com orgulho. De acordo com Lenise, nada disso seria possível sem a FEMA: “Devo esse novo cargo a essa faculdade que tanto nos apoia. A maioria dos votos que tive foram de jovens advogados, muitos deles estudaram conosco e são nossos ex-alunos e, agora, poderemos juntos administrar a Casa do Advogado – e podem ter certeza, de que terão atenção especial da minha gestão”, comenta a nova presidente. Além da professora da FEMA, a advogada criminalista Patrícia Vanzolini, de São Paulo, também foi eleita para o cargo de presidente estadual da OAB, após uma disputa acirrada voto a voto com o atual presidente, Caio Augusto da Silva Santos. Com mais de 35% dos votos, Patrícia será também a 1ª mulher a presidir a entidade desde que foi criada, em 1932. As novas diretorias eleitas serão empossadas no dia 1.º de janeiro e terão mandato de 2022 a 2024. A FEMA parabeniza não apenas a professora, mas a mulher Lenise Antunes Dias, pela coragem e dedicação ao concorrer às eleições e, por já ter feito história ao se tornar a primeira presidente da 27ª subseção de Assis.
Unitau recebe inscrições para o concurso de residência médica 2022
A Universidade de Taubaté (UNITAU) abre, hoje (26), o período de inscrições para o processo seletivo dos programas de Residência Médica para 2022. As vagas são disponibilizadas nas áreas de Anestesiologia, Cirurgia geral, Clínica médica, Obstetrícia e Ginecologia, Oftalmologia, Ortopedia e Traumatologia, Pediatria, Urologia e Neonatologia. O concurso será realizado em uma única fase e os interessados podem se inscrever até o dia 20 de dezembro de 2021. A inscrição será confirmada após o pagamento da taxa. Nas especialidades de Urologia e de Neonatologia os candidatos devem estar atentos aos pré-requisitos: ter concluído a residência médica em Cirurgia geral ou Cirurgia básica, para Urologia, e ter concluído a residência médica em Pediatria, para a especialidade de Neonatologia. Confira o edital. A prova será realizada no dia 26 de janeiro de 2022, das 9h às 13h, no Departamento de Gestão e Negócios (GEN) da UNITAU, localizado na rua Expedicionário Ernesto Pereira, s/n. Os candidatos devem acessar o portão 3, que será aberto às 8h. A UNITAU ressalta que continuará adotando os protocolos de biossegurança no combate ao coronavírus, sendo obrigatório o uso de máscara de proteção facial e a aferição da temperatura antes do acesso às salas. Também será vedada a permanência de candidatos no prédio ou nas dependências da Universidade após a finalização das provas. Mais informações podem ser obtidas em vest@unitau.br. Confira o cronograma: Inscrições: até 20/12/2021 Taxa: R$ 480,00 Prova: 26/01/2022 Resultado: 03/02/2022 Matrícula dos classificados e convocados em primeira chamada: 16/02/2022 Inscreva-se.
Egressas da unitau defendem produção científica brasileira em artigo na science
As pesquisadoras Flávia de Souza Mendes e Yhasmin Mendes de Moura, egressas da Universidade de Taubaté (UNITAU), participaram da elaboração de uma carta publicada na edição de 18 de novembro da revista Science, alertando para os riscos à produção científica no Brasil por conta dos recorrentes cortes orçamentários. A carta “Surviving as a young scientist in Brazil” (Sobrevivendo como um jovem pesquisador no Brasil) foi assinada por 15 profissionais com atuação no Brasil e exterior. A Science é uma revista científica publicada pela American association for the advancement of science – AAAS (Associação americana para o avanço da ciência) e é considerada uma das revistas acadêmicas mais prestigiadas do mundo e em circulação desde 1880. Formada em Geografia pela UNITAU em 2010, Flávia está na Alemanha desde 2015, onde fez o seu doutorado (Universidade de Göttingen). Ela desenvolve atualmente pesquisas em sensoriamento remoto na empresa Remote Sensing Solutions. “A ideia do artigo surgiu do doutorando do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Celso Henrique Leite Silva Junior, e contou com o suporte dos co-autores. Os recentes cortes nos orçamentos ligados à ciência no Brasil agravaram ainda mais a situação de pesquisadores e estudantes no país. A carta surgiu dessa indignação e desespero de ver o desmonte da ciência no Brasil”, afirma Flávia. A pesquisadora ainda relata a falta de reajuste no valor das bolsas e o êxodo, cada vez maior, de profissionais qualificados. “As bolsas de mestrado e doutorado não têm reajuste há 8 anos e todos nós sabemos que grande parte da produção científica direta e indiretamente vem dos estudantes e bolsistas. Adicionalmente, o valor das bolsas não está competitivo com o mercado, por isso nós perdemos muitos excelentes cientistas para o mercado privado ou para instituições no exterior”. Yhasmin Mendes de Moura foi veterana de Flávia e se formou em Geografia pela UNITAU em 2009. Concluiu seu doutorado no Inpe em 2015 e desenvolve atualmente pesquisas de seu pós-doutorado na área de sensoriamento remoto no Instituto de Tecnologia de Kalsruhe, também na Alemanha. Yhasmin teve passagens como pesquisadora visitante na Universidade de Helsinki (Finlândia), além de na Universidade de Leicester (Reino Unido). “Não existe ciência sem investimento, como não existe desenvolvimento de um país sem ciência. Isso é um fato. O que a gente está tentando pontuar é que, se o Brasil realmente almeja um nível de desenvolvimento comparado a outros países, o foco de investimento em ciência (assim como em educação) deve ser prioridade”, destaca Yhasmin. Mesmo morando fora do país e considerando-se em uma situação privilegiada, a pesquisadora diz que se sente no dever de tentar fazer tudo o que estiver ao seu alcance para mudar este cenário. “Eu não estaria aqui sem o investimento que me foi proporcionado pela Capes, CNPq, Fapesp, durante minha trajetória acadêmica, como também a ajuda de professores, profissionais e cientistas ao longo do meu caminho”. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) publicou uma nota de esclarecimento para detalhar a execução orçamentária da pasta. De acordo com um trecho do documento, o Plano Anual de Investimentos de 2021, aprovado pelo Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), contém mais de 110 projetos prontos para execução assim que os recursos do FNDCT destinados a operações não reembolsáveis forem liberados para empenho. “Tão logo ocorra essa liberação, o MCTI adotará imediatamente todas as providências administrativas para sua aplicação nos importantíssimos projetos de ciência, tecnologia e inovação, garantindo assim a plena execução orçamentária dos recursos destinados a esses setores”, informa a nota. Confira aqui a nota completa do MCTI.
Professora esclarece mitos e reforça importância da doação de sangue
O Dia nacional do doador de sangue, comemorado em 25 de novembro, tem como o objetivo não só agradecer aos doadores, como também conscientizar sobre a importância desse ato, pois cada bolsa doada pode salvar até quatro vidas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a porcentagem ideal de doadores para um país esteja entre 3,5% e 5% de sua população. No Brasil, esse número não chega a 2%. Novembro foi o mês escolhido para promover a importância da data por, geralmente, ser um período de estoques baixos. Isso acontece devido à proximidade das datas comemorativas de fim de ano e das férias. Com isso, o dia torna-se um grande lembrete para um ato solidário. A Profa. Dra. Vania Maria de Araújo Giaretta, do curso de Enfermagem da Universidade de Taubaté (UNITAU), explica que um dos principais motivos para doar é atender à necessidade dos hemonúcleos, que são responsáveis por fornecer sangue aos hospitais da rede pública ou privada. “O sangue doado tem validade de um a três meses, por isso sempre ocorre a procura. Além do mais, existem pessoas que precisam de doações várias vezes ao ano, para transplantes ou tratamento contra o câncer e até mesmo para pacientes que estão tratando complicações da Covid-19”, explica. Apesar dos avanços da tecnologia e da Medicina, não existem medicamentos que podem substituir as células do sangue. No entanto, segundo a professora, a desinformação pode ser um fator agravante para a falta de doadores no país. “Existe o medo da agulha, que é muito frequente, o de pegar alguma doença ao doar, mas a maioria não entende a importância, pois falta informação”, comenta. O procedimento para doar é simples, rápido e seguro. Não há risco para o doador, pois nenhum material empregado na coleta é reutilizado. Além disso, o corpo humano é portador de 4 litros de sangue, e o que é doado varia entre 300 ml e 400 ml, sendo que em três dias o organismo está renovado e não há comprometimento para a imunidade. Os voluntários podem doar até quatro vezes ao ano, com intervalos que podem variar de dois a três meses. Confira mais informações para ser um doador. Segundo o Ministério da Saúde, em 2020, as doações diminuíram em 10% por conta da pandemia do coronavírus. Pacientes que tiveram a doença devem aguardar 30 dias após o fim dos sintomas para doarem. A doação de sangue é segura e não contraindica a vacinação. Quem tomou a CoronaVac, do Butantan, precisa esperar 48 horas. Já os que receberam a AstraZeneca, da Fiocruz, ou a Pfizer, podem fazer a doação depois de sete dias. O Hemonúcleo de Taubaté, localizado na Av. Inglaterra, 190, no Jardim das Nações, recebe doações por agendamento e é o órgão responsável pelo banco de sangue que abastece os hospitais do Vale do Paraíba. As campanhas de doação de sangue são de extrema importância para informar e conscientizar sobre esse ato de desprendimento e amor ao próximo. “Eu acredito que a frequência nas campanhas, até mesmo com os próprios universitários e a parceria das universidades com o Hemonúcleo, são meios para aumentar o fluxo de doadores”, conclui a professora Vania.
Unitau aproveita black friday para ofertas de cursos de pós-graduação
A Universidade de Taubaté (UNITAU) entrou no clima de promoções da Black Friday para anunciar a redução no pagamento de taxas de inscrição e bolsas de até 50% para cursos de pós-graduação e MBA oferecidos em parceria com a Pólis Cursos e a Faculdade Phorte. As ofertas reúnem mais de 70 cursos nos formatos presencial e EAD. Interessados podem procurar pelos cursos de seu interesse neste link. A promoção da parceria com a Pólis Cursos é válida até o dia 28 de novembro, com a oferta de 50% de desconto no pagamento da taxa de inscrição. Entre os cursos oferecidos por exemplo, está a pós-graduação em Medicina do Trabalho e Perícias Médicas no modelo EAD, com início imediato. Este curso também tem turmas presenciais. Mais informações podem ser obtidas pelo whatsapp (11) 94244-1286 e no site poliscursos.com.br. Já a parceria com a Faculdade Phorte envolve uma bolsa de 50% em todas as mensalidades dos cursos de pós-graduação e MBA, com isenção de matrícula. Os cursos estão divididos em seis áreas: administração, ciências contábeis, direito, gestão, MBA e tecnologia da informação. Essa promoção é válida até o dia 10 de dezembro. O whatsapp para contato é o (12) 99774-5019 e o endereço do site é o posunitau-phorte.com.br. Para a Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da UNITAU, Profa. Dra. Sheila Cavalca Cortelli, o momento de aquecimento do mercado reflete na oferta de oportunidades para quem está interessado em incrementar seu currículo. “Veículos de comunicação importantes apontaram, nos últimos dias, aquecimento do setor educacional. Por que? É a economia voltando a crescer e os profissionais precisam estar preparados para vencer os novos desafios do mercado de trabalho. Por meio dos parceiros da UNITAU essa é a oportunidade de ter cursos com qualidade e descontos especiais. O desconto é só na Black Friday, já o conhecimento não tem limites”.
Professora desenvolve sequência didática
Sequência didática desenvolvida pela professora Valquíria Batista Bueno contemplou as turmas de terceiro, quarto e quinto ano, bem como os familiares dos alunos A professora do curso de Ciências Contábeis da FEMA, Valquíria Batista Bueno, desenvolveu uma sequência didática de Educação Financeira para alunos do 4º ano do Ensino Fundamental – anos iniciais. Valquíria é mestranda em Ensino – Educação Financeira, na Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP – Campus de Cornélio Procópio), e o trabalho surgiu como uma produção técnica educacional de sua dissertação. A sequência didática, um planejamento de atividades que viabilizam o processo de ensino e aprendizagem sobre determinado tema, foi desenvolvida de forma interdisciplinar por meio dos conteúdos de História, Geografia e Matemática e resultou na criação de três livros. A história do dinheiro, compra consciente, consumo consciente e o ato de poupar e investir são alguns dos exemplos de assuntos abordados. As atividades foram aplicadas no 4º ano C, da EMEF “Lucas Thomas Menk”, no município de Assis, e a exposição contemplou as turmas de terceiro, quarto e quinto ano, bem como os familiares dos alunos que participaram da sequência didática. “Foi um trabalho maravilhoso! Os alunos apresentaram grande interesse pela temática e se envolveram muito com a realização de cada uma das atividades pertencentes à sequência didática, a qual culminou em uma exposição com todos os trabalhos desenvolvidos, em que os alunos puderam apresentar e explicar cada uma das atividades”, Valquíria Batista Bueno, professora do curso de Ciências Contábeis da FEMA. Importância da Educação Financeira A docente Valquíria Batista Bueno conta que seu interesse em desenvolver a metodologia para os anos iniciais surgiu pelo fato de a Educação Financeira ser uma temática muito significativa na formação dos cidadãos. “A Educação Financeira vem ganhando relevância nos últimos anos e consiste na busca de melhores condições de vida, tanto no presente quanto no futuro”, explica. Para a professora e mestranda, além de se mostrar necessária a cada dia, a Educação Financeira também deve ser ofertada desde a infância, visto que representa um passo importante para o desenvolvimento da consciência e o fortalecimento da cidadania.
Saiba como manter o equilíbrio na semana de provas
Sabemos que durante o período de provas a ansiedade e a preocupação batem. Por isso, a UNITAU quer lhe ajudar! A Profa. Dra. Fabiane Fogaça, do curso de Psicologia, criou uma lista com dicas para ajudar você a se manter organizado durante esse período e manter o controle: Escolha um local e horário fixo para revisar a matéria antes das provas; Desligue o celular para não se distrair durante o estudo; Separe um momento para estudar os conteúdos teóricos e um outro, os conteúdos práticos; Programe um momento de descanso e lazer durante o momento de estudo. Durante esse período é importante se manter concentrado(a) nas atividades que são prioridade, por exemplo. Criar um planejamento de estudo, fazer um resumo da matéria ou assistir a vídeos online. Organize-se, e deixe o restante para depois. Mesmo com essas dicas ainda está apreensivo? Vamos lá: escolha uma nova maneira de estudar, peça ajuda para os seus professores, crie um grupo de estudos online com os colegas de sala, pesquise sobre os assuntos em que você tem maior dificuldade, e respire fundo no momento antes e durante as provas, mantendo o equilíbrio e a saúde. Boas provas! Compromisso com o seu ensino. Universidade do futuro, UNITAU!
Pesquisa traz dado alarmante sobre racismo no mercado de trabalho do vale do paraíba
Indicadores sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018 apontam que os brasileiros negros e pardos representam 56,10% da população e eles estão na base da pirâmide socioeconômica: piores empregos, piores índices de saúde, piores resultados econômicos, ausência no poder político, entre outras desvantagens. Em meio a essa realidade ainda enfrentada pelos negros, Adrielle Silva Fernandes de Mattos e Maria Luiza Costa Caetano, alunas do último semestre do curso de Relações Públicas da Universidade de Taubaté (UNITAU) desenvolveram um Trabalho de Graduação (TG) para identificar a presença de atitudes racistas no mercado de trabalho. O projeto, sob a orientação do Prof. Dr. José Felício Goussain Murade, visa elaborar um planejamento de campanha de opinião pública para ações que conscientizem sobre o racismo e sobre a falta de representatividade de pessoas negras no mercado de trabalho do Vale do Paraíba. “Eu acho importante discutir essa temática porque ainda existe racismo no mercado de trabalho em todo o Brasil. Nós temos visto nos jornais casos de racismo descarado e eu, como mulher negra, achei importante trazer esse assunto para o TG, e a minha amiga, Maria Luiza, abraçou essa causa comigo”, relata Adrielle. Maria Luiza também comenta que acredita ser muito importante discutir o racismo estrutural em seu TG, pois é uma chance de as pessoas entenderem as consequências que o racismo traz. “Mesmo que as pessoas em geral saibam da existência do racismo, esperamos que os dados reais e atuais da nossa região tragam uma perspectiva diferente e que as pessoas passem a entender a importância do combate a ele”, expõe. Para que as alunas levantassem dados e compreendessem melhor o ponto de vista de profissionais da área de ciências sociais e do mercado de trabalho, elas desenvolveram uma pesquisa qualitativa. Para isso, foi realizada uma entrevista com esses profissionais para que fossem verificados quais fatores históricos contribuíram para o racismo estrutural, para averiguar a representatividade de pessoas negras e para detectar as principais dificuldades que a população negra enfrenta no mercado de trabalho no Vale do Paraíba. Tanto para os entrevistados da área de ciências sociais, quanto para os da área do mercado de trabalho, existe racismo estrutural no Vale do Paraíba e o fator histórico que contribuiu para isso foi o fato de que a região se formou com base na mão de obra de pessoas negras escravizadas vindas da África, por conta da economia cafeeira no século XIX. Para realizar uma pesquisa quantitativa, as estudantes prepararam um questionário por meio da plataforma google forms. O formulário foi enviado para moradores da região metropolitana do Vale do Paraíba pelas redes sociais e obteve o retorno de 400 questionários respondidos. As respostas foram tabuladas e apresentadas em gráficos de coluna e barra. Em um dos resultados, por exemplo, foi identificado que 88,8% dos entrevistados acreditam que existe racismo no mercado de trabalho no Vale do Paraíba, sendo que 47,8% dos entrevistados concordam plenamente e 41% concordam. 6,8% não concordam e nem discordam, 1,2% discordam e 3,2% dos entrevistados não têm opinião sobre o assunto. “O que mais me chocou não foi o fato de ter a informação concreta de que os entrevistados já presenciaram ou sofreram racismo, ou que eles concordam que os negros ocupam cargos inferiores aos dos brancos. O mais chocante foi ver que ainda existem pessoas que alegam não ser importante combater o racismo no mercado de trabalho, ou não acreditam que existe racismo no mercado de trabalho”, conta Maria Luíza. Dos entrevistados que trabalham, a maioria (63,7%) informou que nenhuma pessoa negra está em cargo de liderança em seu local de trabalho. 19,2% responderam 1 pessoa e 10,8% alegaram ter de 2 a 3. Já dos entrevistados que se autodeclararam pretos, 68% já presenciaram ou sofreram racismo no seu ambiente de trabalho. Com os objetivos da pesquisa atingidos, Adrielle e Maria Luiza realizaram o planejamento de uma campanha com o intuito de motivar empresas a desenvolverem ações sociais voltadas para prevenção e para o combate ao racismo e conscientizar as pessoas negras sobre seus direitos. A meta do projeto é fazer com que 10 empresas adotem a campanha em 3 meses. Adrielle menciona que, ao realizar campanhas para públicos internos e externos, o profissional de relações públicas tem a função de colaborar com a conscientização do racismo e aumentar a representatividade por meio de, por exemplo, palestras, debates, ações nas empresas e nas escolas principalmente, pois, se uma criança for ensinada a não ser racista desde pequena, a probabilidade de se tornar preconceituosa um dia é muito baixa. “Nos meus maiores sonhos, eu nunca imaginei que ia ter tanta repercussão e sou muito feliz de poder colaborar com a conscientização e, de alguma forma, aumentar a representatividade. Nós, mulheres, temos de ser fortes e as mulheres negras precisam ser mais fortes ainda, mas não é o sentimento que eu queria ter, eu não quero ser forte, eu só quero ser uma mulher negra e viver como todo mundo. Então, poder falar sobre um assunto tão relevante foi algo que me construiu na vida profissional e na minha vida pessoal também”, reflete Adrielle. As alunas irão apresentar o trabalho de graduação no próximo mês, em dezembro, para uma banca examinadora composta por professores da área de Relações Públicas.
Medicina da FEMA e IMESA é reconhecida pelo Conselho Estadual de Educação
Um dos pilares da Medicina é o aprendizado prático com atendimento humanizado à população de Assis e região O Conselho Estadual de Educação reconheceu esta semana o curso de Medicina do Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis (IMESA), unidade de ensino da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA). O reconhecimento exige boa integração do curso com o Sistema de Saúde local, o que ocorre por meio das diversas policlínicas instaladas pela FEMA no município de Assis, com atendimento gratuito à população, feito pelos alunos, sob a supervisão dos professores. O diretor do IMESA e diretor acadêmico da FEMA, Gerson José Beneli, explica: “ao instalar o curso de Medicina, optamos por realizar o atendimento de forma integrada ao Sistema de Saúde existente em Assis. Ou seja, em vez de instalar um único hospital universitário e concentrar ali o atendimento e aprendizado, demos preferência ao atendimento capilarizado no município, dando prioridade ao acesso da população aos serviços de saúde prestados pelos estudantes.” Atendimento humanizado e avançada estrutura de laboratórios Segundo o coordenador do curso de Medicina, Prof. Dr. Jairo Reis, o plano pedagógico do curso de Medicina tem como um de seus pilares o respeito e acolhimento. “Desde o primeiro dia de aula, os estudantes aprendem os preceitos do bom atendimento: saber ouvir, receber e conduzir os pacientes”, explica. Além da atuação nas policlínicas, os estudantes têm acesso ao Laboratório Morfofuncional e a clínicas de simulação com equipamentos que facilitam o aprendizado prático. É possível visualizar a estrutura de salas e laboratórios do curso de Medicina da FEMA, bem como dos demais cursos da instituição, por meio do Tour Virtual 360, no endereço https://fema.edu.br/femavirtual2021/tour.html
FEMA forma primeira turma de Medicina
Colação de grau terá público reduzido e transmissão ao vivo Neste sábado (20), às 19h, acontece a solenidade de Colação de Grau da primeira turma de Medicina da FEMA – Fundação Educacional do Município de Assis, com público reduzido e transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da FEMA. Instituída em 2015, a classe, conhecida como T1, convidou o professor Dr. Ricardo Estefani para nomeá-la, o professor Dr. Carlos Sartorão Filho como patrono e a professora Dra. Maria da Penha Belavenuta para ser a paraninfa. Nas palavras do diretor acadêmico da FEMA e diretor do IMESA (Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis), Gerson José Beneli, a cerimônia é um momento de grande celebração para os discentes: “A colação de grau é o coroamento da luta ao longo do curso universitário. É quando os alunos e suas famílias podem comemorar a conquista do tão sonhado diploma universitário”, completa o Profesor Dr. Novos médicos tiveram formação humanista e aprendizado prático Um dos pilares que orientou a formação dos nossos futuros médicos é o atendimento com respeito e acolhimento. “Desde o primeiro dia de aula, os estudantes aprendem os preceitos do bom atendimento: saber ouvir, receber e conduzir os pacientes”, explica o Coordenador do curso de Medicina da FEMA, Dr. Jairo Reis. Como exemplo das atividades práticas que compõem o plano pedagógico do curso estão as policlínicas, que realizam atendimentos na cidade de Assis, feitos pelos estudantes sob a supervisão dos professores. “Nós identificamos que a abordagem humanizada na prática da Medicina não apenas promove o bem-estar e a dignidade, como torna o atendimento mais eficaz. O trabalho nas clínicas e ambulatórios é essencial para esse aprendizado”. Em complemento aos atendimentos, os alunos também fizeram uso do Laboratório de Práticas em Ciências da Saúde, um espaço com tecnologia de ponta que permitir aos estudantes colocar em prática os conteúdos assimilados nas aulas teóricas. Próximo passo No Brasil, a duração mínima dos cursos de Medicina é de 6 anos. Após a formação, é possível desenvolver atividade como clínico geral ou fazer especializações a partir da residência médica, que pode durar de 2 a 5 anos. Conheça a FEMA Para conhecer a estrutura de salas, estúdios e laboratórios da FEMA, é possível fazer uma visita remota por meio do Tour Virtual 360 acessando endereço https://fema.edu.br/femavirtual2021/tour.html com o celular smartphone ou computador.