Desenvolvimento de Sistemas: de Assis ao Vale do Silício
Tiago Dorini, aluno da FEMA, é contratado para trabalhar em empresa americana de Desenvolvimento de Sistemas Tiago Dorini, estudante do segundo ano do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da FEMA, foi aprovado e começa hoje (29/09) o trabalho na Sisnet, uma empresa de tecnologia que auxilia startups do Vale do Silício a transformarem suas ideias em realidade através da formação de times sob demanda e de alta performance. Fluente em inglês, Tiago passou por um processo seletivo que contou com avaliação de outro ex-aluno, do curso de Processamento de Dados da FEMA, Richard Heiras, que atua como People Lead na Sisnet. Ele ocupará o cargo de Desenvolvedor Front-End da Sisnet e conta que irá desenvolver sistemas diretamente para startups do Vale do Silício via trabalho remoto, de Assis para os Estados Unidos: “É uma etapa para o que eu realmente quero realizar, trabalhando mais perto do usuário, utilizando tecnologias como HTML, CSS, JAVASCRIPT”. A professora Diomara Martins Reigato Barros conta que, assim como o Tiago, vários alunos da FEMA têm sido contratados em empresas de todo o Brasil, por meio do trabalho remoto. “Temos alunos trabalhando com empresas de Campinas, São Paulo, Belo Horizonte… As oportunidades têm aumentado muito, permitindo que os estudantes tenham acesso a experiências extremamente enriquecedoras para além dos limites geográficos”, explica.
Filme da AIMES em incentivo aos professores na pandemia é premiado
A premiação do Filme Professores foi na categoria Storytelling O FestDigital é o festival mais importante e inovador da área de Comunicação Online do interior. É realizado pela APP Ribeirão e já se tornou referência e inspiração para a área digital do mercado publicitário. O Festival tem como princípio reconhecer e premiar os trabalhos desenvolvidos na região, além de incentivar os investimentos em talentos e tecnologia, visando o aperfeiçoamento da criatividade e da qualidade dos serviços técnicos das agências do interior do país. O Filme Professores, criado e produzido para a AIMES, pela agência Nova MCP, foi premiado na categoria Storytelling. Você pode rever e curtir o filme acessando www.aimessp.com.br.
Unifunec conquista certificação 4 estrelas de segurança e saúde, da A2S
A certificação confirma que todas as medidas de sanitização e segurança são cumpridas pelo Unifunec em um ambiente de circulação de pessoas, seguindo todas as exigências estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) O Centro Universitário de Santa Fé do Sul – Unifunec obteve novamente a certificação A2S – Ambiente Seguro e Saudável, mas desta vez, com classificação inédita: 4 estrelas. A conquista comprova a prioridade da Instituição: ensino de excelência com acolhimento e ambiente seguro e saudável. O Unifunec recebeu a auditora da A2s Patricia Fernanda Jotesso Flores, da Fundação Vanzonlini, que realizou um processo de avaliação nos três campi da Instituição. Acompanhada pelas coordenadoras dos cursos de Medicina, Profa. Me. Taise Jordão e enfermagem, Profa. Elena Carla Batista Mendes, a auditoria foi realizada avaliando os critérios: fluxos de circulação, regras de consumo de alimentos, distanciamento, uso de máscaras, lotação de ambientes, sanitização, entre outros. A certificação 4 estrelas foi anunciada pela auditora da A2s durante a manhã desta sexta-feira (24). Logo após o anúncio, o presidente do Unifunec Fernando Benitez ressaltou que o Unifunec preza pela busca da excelência, sempre. “A certificação 4 estrelas corrobora com o trabalho que vem sendo realizado por todos nós, do Unifunec. Aproveito para parabenizar toda equipe que se dedica diariamente demonstrando comprometimento e responsabilidade”, disse Benitez. “A certificação é um reconhecimento público, em que especialistas viram de perto as iniciativas e adequações de prevenção e combate ao Coronavírus que o Unifunec cumpre diariamente para tornar a Instituição um espaço seguro para todos que o frequentam. Parabéns a todos”, disse o reitor do Unifunec Prof. Dr. Guilherme Hiroshi Yamanari. Participaram do anúncio da inédita certificação o presidente do Unifunec Fernando Benitez, o reitor Prof. Dr. Guilherme Hiroshi Yamanari, o diretor Executivo César Melo, a pró-reitora Profa. Dra. Georgea Suppo Prado Veiga, o diretor administrativo pedagógico Andre Marangão, a diretora dos cursos técnicos Mônica Casimiro, a chefe do setor de compras Patrícia Locatti e os coordenadores Taise Jordão, Elena Carla Batista Mendes, Claudia Mencaroni, Éderson Mella Ternero, Luciana Stefanoni, Amélia Fonseca, Caline Nogueira Inácio dos Santos e Aila Marin.
Especialista faz alerta sobre o Setembro Amarelo
O assunto foi debatido em uma palestra com psiquiatra Dr. Daniel Cruz Cordeiro sobre os desafios e as perspectivas para o tempo presente, promovida pelo Projeto de Extensão de Prevenção ao Suicídio da UNITAU De acordo com a Profa. Dra. Lindamar Alves Faermann, Coordenadora do Curso de Serviço Social da UNITAU e organizadora do evento, o assunto precisa ser discutido: “Um dos nossos eixos do Projeto de Extensão é o de quebrar o silêncio em torno do suicídio, porque existem muitos mitos a respeito do tema, inclusive de que falar sobre o suicídio pode estimular o ato. O diálogo, o acolhimento e a escuta ativa são fatores de proteção e, juntos, podemos enfrentar essa triste realidade”. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida a cada ano. No Brasil, aproximadamente 12 mil suicídios são registrados todos os anos. O Dr. Daniel destaca como a pandemia influenciou nos índices de suicídio. “A pandemia ampliou vários fatores que podem aumentar sintomas depressivos: o luto, a perda de contato social, a preocupação financeira, o adiamento de planos, o confinamento. Isso pode gerar aumento do consumo de drogas lícitas e ilícitas, a violência doméstica ou mesmo a sensação de abandono”. De acordo com o site oficial do Setembro Amarelo, a campanha começou nos EUA, quando o jovem Mike Emme, de 17 anos, cometeu suicídio, em 1994. Mike havia restaurado um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo. Por conta disso, ficou conhecido como “Mustang Mike”. Seus pais e amigos não perceberam que o jovem tinha sérios problemas psicológicos e não conseguiram evitar sua morte. No dia do velório, foi feita uma cesta com muitos cartões decorados com fitas amarelas. Dentro deles havia a mensagem “Se você precisar, peça ajuda”. A iniciativa foi o estopim para um movimento importante de prevenção ao suicídio, pois os cartões chegaram realmente às mãos de pessoas que precisavam de apoio. Em consequência dessa triste história, o laço amarelo foi escolhido como símbolo da luta contra o suicídio, É importante ficar atento aos sinais de alerta, destaca o especialista: a presença dos “D’s”: desesperança, depressão, delírio, dependência química; a percepção de que mudanças comportamentais estão se tornando cada vez mais notáveis, como isolamento social, redução de energia, redução da percepção de prazeres, percepção de que se a pessoa sumisse ou deixasse de existir os problemas se resolveriam. Destaca-se a importância do tratamento psicológico, imediato ou agendado: “Serviços de atendimento de saúde mental com médicos e psicólogos são a melhor forma de ter um diagnóstico. Emergencialmente, serviços como o Centro de Valorização da Vida (CVV) são excepcionais para auxiliar quem está buscando auxílio imediato”, afirma o psiquiatra. Na UNITAU, há o Plantão Psicológico no Centro de Psicologia Aplicada (CEPA), em que os alunos dos cursos de graduação e pós-graduação em Psicologia realizam os atendimentos psicológicos orientados por professores-supervisores, e promovem atendimento por ordem de chegada aos acadêmicos e ao público.
Medalhista Paralímpico da UNITAU comenta sobre sua superação
O paratleta conquistou uma medalha de ouro e outra de prata nas modalidades arremesso de peso e lançamento de disco, nos Jogos Paralímpicos de Tóquio em 2021 Desde 1960, os jogos paralímpicos levam ao mundo mensagens de inclusão e superação e se caracteriza como um fenômeno muito importante para os atletas e pessoas portadoras de deficiência. Com a pandemia do coronavírus, os esportistas paralímpicos foram afetados, pois tiveram de pausar seus treinos por um tempo. A prorrogação das Paralimpíadas preocupou alguns atletas, mas depois isso os motivou a treinarem ainda mais. Esse é o caso de Alessandro Rodrigo da Silva, aluno do 8° semestre do curso de Educação Física na Universidade de Taubaté (UNITAU). O estudante conta que iniciou sua carreira como paratleta no final do ano de 2013, após ter adquirido sua deficiência, devido à toxoplasmose, que comprometeu a sua visão. O atleta também ressalta a importância da aceitação da deficiência para o processo de superação e revela que, quanto mais rápido acontecer, menos doloroso será. “Se quisermos brigar com a vida e com a forma como as coisas acontecem, só vamos sofrer. Então, a partir do momento em que as coisas foram acontecendo, eu percebi que ou eu aceitaria, ou eu ficaria mal. Eu tive de aceitar essa nova maneira de viver que, hoje, eu agradeço muito. A superação é algo muito profundo, algo que necessita de muito apoio e força de vontade”, afirma. Alessandro já visitou diversos lugares ao redor do mundo para participar de competições, como o Canadá, a Inglaterra, a França, a Alemanha, o Peru, os Emirados Árabes Unidos e o Japão, e conquistou numerosos prêmios, tornando-se bicampeão paralímpico, bicampeão parapan-americano e bicampeão mundial. O paratleta explica que a superação nem sempre vem por meio de vitórias, mas, sim, de conquistas diárias. “Eu me sinto realizado e com o sentimento de dever cumprido por ser reconhecido mundialmente pelas pessoas do setor de lançamentos e arremessos. Isso para mim não tem preço. Nada acontece por acaso, tudo na nossa vida tem um propósito”, reflete. Para Thaiany de Paula, psicóloga, pós-graduada em Psicologia do esporte e egressa da UNITAU, a saúde mental está completamente atrelada à saúde física e, a partir do momento em que se trabalham os aspectos mental, cognitivo e psicológico de um atleta, isso se reflete no físico e vice-versa. “Algumas habilidades psicológicas são extremamente importantes para um paratleta de alto rendimento, como a organização, o planejamento de metas, a atenção, o foco, a motivação, o lidar com uma meta a longo prazo, como as Paralimpíadas, e o controle emocional de certos desafios que aparecem”, comenta. A psicóloga atua desde 2019 no projeto da Prefeitura de Taubaté “Esporte para todos”, com paratletas de alto rendimento e paratletas sociais, que praticam esporte por lazer ou saúde. Thaiany relata que a pandemia foi um grande exemplo do quanto é necessário o apoio psicológico, pois os atletas tiveram seus treinos restritos, e a saúde mental foi muito trabalhada para manter o controle da ansiedade, da frustração e da preocupação. “Quando começou a pandemia, houve uma reviravolta para todos, e senti que os atletas ficaram inseguros, preocupados, ansiosos e desanimados em alguns momentos. A frustração aumentou muito, porque os lugares abriam, mas logo fechavam. Eles tinham picos de alegria, era uma montanha russa. O meu maior papel ali era estabilizar o emocional deles o máximo que eu pudesse no momento. Nós usamos o whatsapp e eu sempre perguntava como eles estavam, sempre tentando estar perto de alguma forma para ajudá-los”, relembra. Muitas vezes o pontapé inicial da carreira de um paratleta vem do incentivo da família. A psicóloga ressalta que o apoio da família é um suporte muito positivo e benéfico para o atleta. “Outro ponto é a aceitação da deficiência. O processo é difícil, principalmente quando ela é adquirida ao longo da vida. Socialmente e culturalmente, foi enraizado que pessoas com deficiência são incapazes. É muito importante eles verem que existem pessoas como eles. Eu vejo muitas histórias dos atletas com quem eu trabalho e como eles encontraram no esporte um ambiente de recomeço, de descobertas de habilidades que até o momento não sabiam que podiam desenvolver”, expõe. A psicóloga também menciona que, quanto antes um paratleta trabalhar a parte psicológica e buscar um profissional para ajudá-lo, melhor será, porque assim serão identificados com antecedência os pontos que precisam ser trabalhados. “Se um paratleta iniciou uma prática esportiva e tem intenção de chegar ao alto rendimento, procure por um suporte psicológico especializado, de preferência em esportes”, finaliza. Fotos cedidas pelo aluno e pela egressa
Indústria farmacêutica inicia parceria com o IPECLIN UNIFAE para desenvolvimento de pesquisa
A parceria objetiva efeituar estudos clínicos de novos produtos para a Indústria farmacêutica Myralis A UNIFAE amplia parceria com o setor produtivo na área de pesquisa. Na manhã da quinta-feira, 16, o CEO da indústria farmacêutica Myralis, Olinto Mascarenhas Marques, esteve no Centro Universitário, acompanhado de assessores da empresa, para reunião com o reitor Prof. Dr. Marco Aurélio Ferreira. O encontro foi intermediado pela pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa (Propeq), profa. Dra. Laura Rezende, que apresentou toda a infraestrutura da UNIFAE e do Instituto de Pesquisa Clínica (IPECLIN), onde serão feitos os estudos clínicos de novos produtos para a Myralis. “A estrutura da UNIFAE é muito adequada, dentro do que a gente quer, e tem um corpo clínico que é muito importante para ajudar na parceria que vai se iniciar neste momento”, afirmou o CEO. O reitor da UNIFAE, prof. Dr. Marco Aurélio Ferreira credita à proposta inovadora do IPECLIN o grande interesse de empresas de porte em estabelecer parceria para a produção de pesquisa de ponta. “Em apenas três meses de funcionamento, o IPECLIN demonstra que havia uma lacuna na região para o atendimento a esse tipo de demanda, e a UNIFAE está preparada para trabalhar lado a lado com as empresas que desejam inovar com qualidade”, comentou. “É a concretização do projeto IPECLIN – parceiro de mais uma grande empresa para que sejam realizadas pesquisas de alta qualidade na UNIFAE. Estou muito feliz vendo o crescimento com seriedade da pesquisa científica da instituição”, comemora a pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa, prof. Dra. Laura Rezende. A Myralis atua no segmento farmacêutico, possui fábricas em Aguaí e Valinhos, um centro de distribuição em Poços de Caldas e sede administrativa em São Paulo. Emprega mais de 800 colaboradores e seus produtos são distribuídos em todo o território nacional.
Docente da UNITAU publica livro sobre traumas que se refletem em decisões
O lançamento da obra da Profa. Dra. Maria Emília Sousa Almeida ocorrei durante 42ª Semana Pedagógica do curso de Psicologia Para refletir em como questões familiares do passado se refletem diretamente nas questões do presente, a Profa. Dra. Maria Emília Sousa Almeida, psicanalista e docente no curso de Psicologia da Universidade de Taubaté (UNITAU), lançou mais um livro durante a 42ª Semana Pedagógica do curso de Psicologia. “O desejo e o trauma do absoluto na clínica psicanalítica” faz parte de uma série de 7 livros que compõem o estudo do Trauma do absoluto. As obras ainda trazem um debate sobre os problemas sociais enfrentados pela família e o quanto isso pode iniciar traumas ou interferir nas decisões de seus familiares. “Eu trabalho com trauma absoluto, que é um trauma que vem ao longo das gerações da família. Nesse caso, a pessoa se sente profundamente desamparada e diz que seu sofrimento vai ser para sempre. Alguém que sente que não tem lugar ao mundo carrega uma vivência psíquica de muito sofrimento. Então, essas questões do passado influenciam nas questões do presente, na nova geração dessa família, que antes passou por uma série de sofrimentos”, comenta a autora. Os livros são baseados em casos clínicos que permitiram à psicóloga estudar contradições que se interligam a sofrimentos familiares. “A partir do trauma do absoluto, eu fui trabalhando com vários casos clínicos, que me permitiram estudar paradoxos, ou seja, profundas contradições mentais que o sujeito vivencia. As inspirações decorrem desses atendimentos de pacientes, que estavam passando por um grande sofrimento interligado a questões anteriores que tinham ocorrido na família dessas pessoas”, destaca. Outro fator importante de destaque nas obras é que elas se encaixam também dentro do contexto da atualidade. Com o início da pandemia, muitas famílias sofreram traumas relacionados ao luto ou às questões financeiras, que atingiram diretamente uma geração atual, que poderá influenciar gerações futuras. “Com a pandemia, infelizmente muitas famílias têm enfrentado o luto e, se todas essas perdas não forem trabalhadas, esse sofrimento será repassado para novas gerações. A geração que vive a pandemia tende a transmitir todos os traumas gerados. Além disso, as famílias também são afetadas por questões afetivas, sociais e financeiras. Outra reflexão é que, na nossa sociedade, o sofrimento de uma pessoa também tem a ver com relações, vivências, traumas, segredos, ideias e lutos mal resolvidos de gerações anteriores da família”, ressalta a psicóloga. A professora ainda destaca que a intenção dela, enquanto psicóloga e autora, é a de trazer mais conhecimento para a população e auxiliar em questões emocionais que possam se refletir em decisões no presente e no futuro. “Eu espero que meus trabalhos possam ajudar na conscientização a respeito desses problemas que advêm de questões familiares mal resolvidas”, menciona. As obras podem ser conferidas por meio do perfil da psicóloga no instagram.
Veteranas do Cicted destacam o papel do orientador na formação do pesquisador
Para que as pesquisas sejam realizadas com sucesso, o papel do orientador é fundamental, pois ele é aquele que contribui para o desenvolvimento pessoal do aluno. O professor ouve, dialoga, orienta e indica caminhos Com mais de uma década de experiência em trabalhos de iniciação científica, três professoras da Universidade de Taubaté (UNITAU) relatam a importância da figura do orientador para conduzir o aluno pela trilha da pesquisa. Elas estarão entre os professores orientadores responsáveis por ajudar na apresentação dos trabalhos inscritos no X Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento (Cicted). A décima edição do Cicted vem com a temática: “A transversalidade da ciência e tecnologia e inovações para o planeta”. A Profa. Dra. Viviane Fushimi Velloso tem mais de 20 anos de experiência na orientação de trabalhos, desde as edições do Encontro de Iniciação Científica (Enic). Para ela, orientar os alunos é muito gratificante, pois ela pode acompanhar o crescimento e o amadurecimento do ponto de vista teórico da pesquisa. “Vejo uma contribuição na formação dos alunos que se envolvem no campo, eles têm muitos diferenciais,como a visão crítica e complexa sobre os fenômenos naturais e sociais, o desenvolvimento do raciocínio lógico e a capacidade de analisar dados. Outro ponto importante é o despertar do interesse no mundo da ciência, o comportamento colaborativo e os impactos do trabalho em equipe”, comenta. Na iniciação científica, estão as bases a partir das quais o aluno que participa pode continuar a trilhar os caminhos acadêmicos. A Profa. Dra. Virginia Mara Próspero da Cunha orienta trabalhos desde 2003 e, para ela, é muito gratificante ver o aluno evoluir nos processos de pesquisa. “Um congresso dessa amplitude propicia para os alunos, principalmente os da graduação, a entrada na iniciação científica, começando como pesquisadores, o que é essencial. Nós precisamos de grandes pesquisas para que a humanidade continue evoluindo. O aluno que participa desde cedo da iniciação científica consegue se ver como alguém que vai contribuir para a sociedade”, avalia. A Profa. Dra. Rachel Duarte Abdala orienta pesquisas antes mesmo da atual configuração do Cicted. Para ela, auxiliar os trabalhospossibilita a produção do conhecimento de modo efetivo. “Eu acompanho meus orientandos em todas essas etapas de modo direto e chamo a atenção deles para a importância e a especificidade de cada uma delas para a sua formação acadêmica e científica”, diz. Ela ainda explica que, ao participar de uma pesquisa científica, os acadêmicos percebem a dimensão e a função da universidade, pois podem vivenciar a experiência de produzir conhecimento e de divulgá-lo a partir da estrutura proporcionada pela UNITAU, desde a disponibilidade de professores capacitados e experientes para isso, até a estrutura montada para a realização de um evento institucional que possibilita a divulgação dos resultados de modo interno e aberto à sociedade “Ao realizar uma pesquisa, o aluno aprende os aspectos metodológicos, o valor do trabalho científico e desenvolve, inclusive, a autoestima ao perceber a sua capacidade de produzir conhecimento. Por fim, a participação em pesquisas promovidas no âmbito da Universidade promove o fortalecimento de seu currículo, sendo um diferencial na sua inserção no campo profissional”, pontua.
Unifadra abre inscrições para o ECAP
Realizado anualmente, o evento visa divulgar a pesquisa científica de alunos e docentes de Instituições de Ensino Superior Nos dias 8 a 12 de novembro de 2021, a Unifadra vai realizar o 12º Encontro Científico da Alta Paulista (ECAP). As inscrições estão abertas, são gratuitas e prosseguem até o dia 3 de novembro. Para a apresentação de trabalhos, a submissão de resumos deve ser feita até o dia 9 de outubro. Mantendo o formato da edição 2020, o evento terá novamente apresentações on-line visando à interação dos autores com os docentes, alunos participantes do evento e toda a comunidade externa. Neste ano, o Encontro Científico da Alta Paulista abre espaço para discussões sobre direitos humanos, igualdade social, inclusão, saúde, humanização, tecnologia, educação e ciência. No ECAP 2021 já estão confirmadas as seguintes participações: Dr. Eduard Bendrath (Gestão do esporte na escola | Ed. Física – 08/11) Dra. Luciana Kusumota (A solidão de idosos na era das conexões e redes sociais | Enfermagem – 08/11) Dra. Patricia de Souza Almeida (Avaliação psicológica e suas diretrizes | Psicologia – 08/11) Dr. Leonardo Castro Botega (Desafios e Oportunidades em Inteligência Artificial | Análise e Desenvolvimento de Sistemas – 08/11) Dra. Tatiana Carvalho Reis Martins (O panorama das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil | Enfermagem – 09/11) Esp. Fernando Magno (Inovação tecnológica e o desenvolvimento socioeconômico: o papel do Analista de Sistemas e as oportunidades de empreendedorismo | Análise e Desenvolvimento de Sistemas – 09/11) Ma. Laíse Escalianti Del Alamo Guarda (Transferência do conhecimento em saúde: o uso de intervenções baseadas em evidências para melhoria do cuidado | Enfermagem – 10/11) Segundo os organizadores, estão sendo convidados palestrantes das áreas de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Educação Física, Enfermagem, Medicina, Pedagogia e Psicologia para compor a programação do evento, que está sendo divulgada gradualmente no site oficial do ECAP. 12º Encontro Científico da Alta Paulista (ECAP)Quando: de 8 a 12 de novembro de 2021, às 19h30Informações: https://fundec.edu.br/unifadra/ecap Submissão dos resumos: até 9 de outubroInscrições (gratuitas): até o dia 3 de novembroLiberação do gradeamento: até 4 de novembroCertificação: 30 horas Encontro Científico da Alta Paulista (ECAP)Objetivos: promover a atividade científica com palestrantes/profissionais de reconhecimento nacional e internacional, permitindo a interação de experiências entre os participantes; divulgar a pesquisa científica realizada pelos alunos e docentes de Instituições de Ensino Superior; estimular o interesse pela iniciação científica entre os alunos e incentivar a pesquisa científica entre alunos e docentes da instituição promotora.Realização: o evento é desenvolvido por uma comissão organizadora, pelos departamentos de Ensino, Pesquisa e Extensão e pelos cursos de graduação da Unifadra.
Professor aposentado da UNITAU publica livro sobre água e saúde
Em seu livro, o Prof. Florençano traz informações de forma esquemática e simplificada, de fácil leitura, unindo os temas água e saúde Com o agravamento da crise hídrica em todo o país e com a necessidade cada vez maior do consumo racional da água, um livro lançado por um professor aposentado da Universidade de Taubaté (UNITAU) pretende colaborar para a adoção de boas práticas em relação a esse recurso natural. “Abastecimento de água e (é) saúde” foi produzido pelo Prof. Dr. José Carlos Simões Florençano, aposentado da Universidade desde 2016. Ele atua como engenheiro do Grupo de vigilância sanitária da Secretaria estadual de saúde de São Paulo. “Esse livro reúne artigos, resumos de aulas e pesquisas desenvolvidas ao longo da minha vida profissional”, afirma o especialista em engenharia sanitária, que levou cerca de 10 meses para a preparação do material. Segundo o Prof. Florençano, seu livro de 80 páginas traz informações de forma esquemática e simplificada, de fácil leitura, unindo os temas água e saúde. “É uma leitura light. Não é um livro só para engenheiros. Busquei cruzar os dados e fiz um passeio histórico, desde os aquedutos construídos pelos romanos, para mostrar essa relação direta entre água e saúde preventiva”. Entre os indicadores coletados pelo pesquisador estão as taxas de mortalidade infantil. “Sabemos que 80% das doenças são transmitidas pela água e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) informa que cada real investido em saneamento economiza quatro reais em saúde”, complementa o professor. Em relação à situação de escassez, Florençano dedicou um dos capítulos para explicar que a água é um recurso finito, porém renovável. “A quantidade de água que tem na terra é a mesma desde o tempo dos dinossauros. Ela é renovável pelo ciclo hidrológico, alimentado pelo motorzinho do sol. O que está acabando é a água de mananciais limpos”. O livro foi publicado pela editora e livraria Cabral Universitária. Mais informações sobre a editora você encontra aqui.